O professor temporário surgiu em 2007 como uma iniciativa de professores que lecionavam como temporários nas redes estadual e municipal de uma cidade do interior de São Paulo.
Nossa iniciativa teve como motivação o esclarecimento sobre os direitos trabalhistas que estavam sendo desrespeitados pelas redes, pois percebemos em nossas escolas que, embora o professor tenha sobre si uma aura de conhecimento, a maioria simplesmente desconhece os seus direitos e vive nas mãos supervisores, diretores e ocupantes de cargos comissionados.
Nesses dois anos, presenciamos muita coisa e ajudamos muitas pessoas a requererem seus direitos. Denunciamos irregularidades que tivemos conhecimento ao Ministério Público do Estado e até conseguimos, indiretamente, fazer com que uma prefeitura cumprisse a lei e efetivasse os professores que haviam passado no concurso público.
Em face aos últimos acontecimentos na rede estadual e ainda digerindo tudo o que aconteceu, fizemos uma reflexão sobre o que fazer, dentro da racionalidade.
Em primeiro lugar, temos que ser realistas: a população do Estado de São Paulo tem uma visão política conservadora e não tem a menor simpatia pelos professores da rede estadual. A razão disso é simples. O Governo do Estado, que se perpetua a quase 20 anos, desenvolveu uma estratégia de propaganda muito eficiente. Sob uma aura de austeridade e até com certo autoritarismo, o governo tem demonstrado á população o seu ponto de vista, que coloca os professores como retrógrados e incapazes, apesar de seus “pesados investimentos”. Para piorar as coisas, nós que lidamos com o resultado da má educação familiar, somos vistos como prepotentes e arrogantes, quem têm a audácia de apontar as deficiências da educação familiar. Somos ainda uma categoria heterogênea e desunida, que muitas vezes critica abertamente seus colegas de profissão, reforçando o ponto de vista que as famílias já têm.
Em segundo lugar, não devemos pensar no governo do Estado como um grupo de desqualificados. Na verdade, todo o processo foi planejado de uma maneira sistemática, até pela experiência adquirida no início deste ano, quando se tentou fazer o mesmo. Eles aprenderam com o erro a a desorganização deles e montaram uma estratégia quase perfeita: apontar os professores como incapazes, demonstrar supostas valorizações em propagandas e propor a avaliação dos professores.
Assim, como a estratégia do governo é eficiente e organizada, não adianta muito tomar decisões precipitadas ou fazer manifestações desorganizadas. É preciso atacar o ponto mais sensível do governo: a opinião pública.
Para isso, o que devemos fazer?
A primeira sugestão que fazemos é aproveitar o espaço da escola para fazer essa discussão com as comunidades.
Em vez de ficarmos falando sobre indisciplina dos alunos ou apontando as famílias como responsáveis pelos filhos (não que isso não seja verdade, mas é preciso utilizar o espaço), devemos fazer das reuniões de pais e eventos da escola um espaço para apontar as falhas da política educacional do Estado, que não muda de governo há 20 anos.
Progressão continuada, sucateamento material das escolas e superlotação são exemplos da política educacional do Estado que a população não concorda, mas não consegue ligar a causa ao efeito.
Temos que trazer a população para o nosso lado, associando a defasagem de aprendizagem dos seus filhos, não com a indisciplina, mas com a política educacional, que não mudará se o governo continuar.
Como fazer?
Podemos começar nas reuniões de pais e, dentro das possibilidades, com panfletagem nas portas das escolas.
Enquanto não conseguirmos despertar a população, não teremos o apoio para a greve. Assim, precisamos, cada um conversando com o outro na sua escola, esclarecer à população as reais causas do fracasso escolar e depois, com o seus apoio, poderemos fazer uma coisa mais ampla.
Concordo plenamente com o senhor professor. Parabéns.
Só não concordo com greves, pois, os alunos são extremamente prejudicados e além, disso, nóis professores perdemos o apoio dos pais ora mencionado pelo autor. Aulas bem planejadas, uso sistemático dos livros distribuídos e nas reuniões mostrar as falhas do sistema é a forma de quebra esse processor.
Digo processo.
Ednildo
A greve sempre é o último recurso. Concordamos que ela prejudica os estudante, mas o sistema do jeito que está prejudica muito mais.
acho que a situação chegou a esse ponto por sermos de uma classe desunida, infelizmente quando se diz em fazer greve cada um ja vem com uma desculpa na ponta da lingua, e ai para uma minoria, que tambem tem os seus compromissos com o misero salario que o governo nos paga e o restante fica de boa na sala de aula. o ano passado optei por fazer greve, a escola toda parou menos 2 professoras que ja eram efetivas,contamos muito com o apoio dos outros efetivos, que naquele momento não precisariam fazer greve, mas resolveram apoiar os acts. parabens pra esses professores.se todos pensassem mais com o coração nossa situação não teria chego a onde chegou.Um forte abraço.isso é o que eu penso, cada um tem sua opiniaõ propria.
outra coisa, os professores que estavam na F acham que conseguiram a estabilidade para sempre ou seja ate se aposentarem, mas pelo que entendi não é bem assim.Se forem mal nas provas dois anos seguidos me parece que perde, me corrijam se eu estiver errada.sei também de muitos professores que estão entrando com mandado de segurança, inclusive eu.não aceito de jeito nenhum esta situação absurda.mas entrei em contato com a apeoesp, me disseram que não era pra eu me desesperar pois muita coisa ainda ia acontecer, e temos que esperar.mas enquanto espero vou fazendo o que posso, por que tudo que se refere da APEOESP demora muito tempo e eu preciso trabalhar, assim como muitos outros professores.um abraço a todos.
Olá, adorei o site, mt bom..
Agora é o seguinte, dou aula no estado desde de 2004. naquela epoca qdo fui admitida como ACT, aparecia no meu holerit ADN LEI 500/74 FCAO NAT PERM. Entretando, começou a aparecer holerits ADM. Lei 500/74 RGPS. que categoria eu sou. Sendo q antes de julho de 2007 eu estava como act?
Renata
Pelo seu holerite, você está na categoria L
Alvina
Boa noite,
Gostaria de saber como fica a minha situação , estou na ativa desde 1998, mas justo em 2007 tive uma atribuição errada , me atribuiram aulas de geografia , no inicio do ano. Então so peguei aula novamente no mês de setembro do mesmo ano.
Então estou classificada na categoria L o que faço?
Mas tive aulas como eventual neste periodo.
Bom dia!
O que acontecerá com os professores da categoria L que não passarem no processo seletivo? Ficaram sem aula em 2010? E os eventuais, não existirão mais? Quer dizer, mais professores desempregados …….. Haverá professores suficientes para substituição nas escolas?
Grata,
Daniela concordo com vc….. E nós, eventuais (categoria L), ficaremos desempregados????????? E como as escolas irão fazer com as substituições???? Serão os professores F que irão substituir, já que muitos ficarão dentro da escola somente cumprindo horário???? Ou os alunos serão prejudicados em não terem mais aulas qdo os professores efetivos faltarem???? Ou as faltas dos efetivos não serão mais aceitas do mesmo modo que ainda ocorre esse ano???? Dá para ver q no ano que vem o problema de falta de professores vai virar uma bola de neve. E quem irá arrumar toda essa bagunça qdo chegar ao ponto de não haver mais professores???? Talvez qdo chegarmos nesse ponto, o governo e a população comece a enxergar e a agir com os professores como eles realmente merece. Talvez aí a Educação comece a funcionar!!!!!!!!!
Bom dia professor,
Gostaria de saber se a categoria L será extinta depois de 2011. Sou dessa categoria,, se eu conseguir manter o vínculo até lá o que acontecerá com minha categoria?
Obrigada.
Olá professor…
A nova Lei das categorias deixa bem claro que antes de 2007, quem teve aula atribuidas se enquandra na categoria F.
Pois bem, eu tive aulas nos anos de 2004-2005-2006, depois fiquei como eventual, e peguei aula novamente em junho de 2007. No meu holerit consta categoria L.
Mas nao seria a F,uma vez que eu tive vinculo antes de 2007…antes de 2007 entendo que não seje só no 1 º semestre de 2007, mas sim antes tb….
Entendi certo?
devo fazer algum requerimento…
Alvina
Você pode entrar com o requerimento disponível neste blog sob o título “PROFESSOR CATEGORIA “F” OU “L”: O QUE FAZER SE O CASTRO ESTIVER ERRADO” junto a sua Diretoria de Ensino. Leia também as perguntas e respostas abaixo para poder se orientar melhor, ok!
Priscila
Infelizmente temos que reconhecer: Não é aceitável que uma rede de ensino funcione com 43% de seu quadro de pessoal formado por temporários, que discussões sobre qualificação á parte, não permanecem numa mesma escola por dois anos consecutivos.
O pacote formado pelas leis 1010/07, 1093/09, 1094/09 e Resolução SE 73 tem como objetivo teórico (sinceramente, não é possível saber se será cumprido), de preencher pelo menos 95% das vagas com professores efetivos aprovados em concurso público.
Pela 1094, o Estado é obrigado a realizar concursos a cada quatro anos e tudo indica que esses concursos serão regionalizados.
O concurso de março prevê 10 mil vagas, mas isso não quer dizer que serão chamados apenas 10 mil. Com a reorganização que o Estado está fazendo, às custas do sacrifício (literalmente, matando) os professores OFA das categorias F e L, e pela acomodação dos efetivos que pediram remoção e redução de jornada para 12 horas a tendência é que os professores que hoje são temporários sejam extintos, até antes de 2011, por falta de aulas.
Os novos professores efetivados pelo concurso que virá terão uma jornada de 12 horas, mais poderão assumir até 40 como carga suplementar. Isso, mais o processo de municipalização, deve em pouco tempo deixar como espaço para os temporários apenas ás aulas de substituição eventual, ainda sim em rodízio de ano sim, ano não.
Professores, procurem o mais rápido possível estar preparados para o pior e também para o concurso público de março de 2010.
Quanto a esta ” tal ” avaliaçao deveria ser justa, pois trabalho no CEL (projetos) com aulas de espanhol a 10 anos e terei que fazer prova de Portugues pois nao terao provas de espanhol, frances, italiano….
Entao para que a prova ou o CEL ???
Tenho DELE superior no idioma, livros editados, pos, etc… e terei que correr o risco de nao ser bem classificada na prova pelo fato de ser portugues e nunca trabalhei com portugues em nenhuma escola.
Deveriam fazer direito e nao qualquer coisa
Cris
Oi professor td bem? Tenho uma dúvida pertinente, sabe?
Fico pensando comigo quando leio suas respostas, seus artigos….Quem será essa pessoa que fala com tanto conhecimento, é crítico, interpreta… Te confesso que é pura curiosidade mesmo. Aí penso… tem jeito de advogado ou será um professor. Mas minhas conjecturas não batem, pois penso como poderia ser um professor, já que vc se mostra bastante indignado ( e com razão diga-se de passagem), com toda essa situação e por isso se se permitiria estar nela, sei lá…Me diz aí qual sua formação…
Mas vc tem jeito de advogado… Admiro sua articulação com as palavras,as interpretações,o que desperta a curiosidade acho o site excelente e muito esclarecedor, parabéns!
Corrigindo: po isso não se permitiria estar nela.
Escuta os professores categoria L que passarem na prova, se não pegarem aula poderão dar aula como eventual? Não entendi muito bem.
Obrigada.
Estou mandando esta mensagem para avisar a todos que a bibliografia para a prova dos ofas esta no diario oficial de hoje, executivo seção 1 pag 30 a 39 , gente é muita coisa deem uma olhada.
Saiu hoje no diario oficial executivo seção 1 a bibliografia para a prova é muita coisa ,esse edital vale para a prova ofa, a prova para aumento de salario e para o concurso de 2010
Olá
Gostaria de entender a situação dos professores estáveis c as 12 horas aulas.
Por exemplo : faltando um professor entro na sala para substitui-lo,porem como já tenho as 12 horas aula ganho por essa aula dada ou es´ta dentro das 12 auulas e ganho somente o que ultrapassar as 12 aulas.
E o valor das 12 aulas alguem saberia dizer qual é?
Pelo que saiu no diário de ontem não vai cair a proposta, a bibliografia é outra.Você tem alguma informação? Obrigada
Boa Tarde!!!
No site da Vunesp tem uma resolução. SE 79, você sabe se é a bibliografia do processo seletivo?
Obrigada.
Priscila
Somos um grupo, que é pequeno mas barulhento, formado apenas por professores. Essa interpretação que temos sobre alei é fruto de nossa indignação e leitura crítica da realidade. Procuramos não usar linguagem de advogado e orientamos no sentido mais didático possível.
Sobre os professores da categoria L, a situação é: se não passar na prova não entra em sala, nem como eventual (contrato de substituição eventual, já que a categoria eventual foi extinta)
Uma duvida prof.!
A bibliografia é para estudar todas? de matemática são 19 livros!!!! dei uma procurada e não encontrei boa parte deles.
obrigada
Silvana
Trabalho como professor PBI desde 93 no ano de 2003 entrei como PBII e desde en~tao nunca deixei de lecionar, no ano de 2008 entrei no Programa Escola da Familia e por isso tive que passar para acategoria L, tanto de PBI como de PBII.
Comtodas essas mudanças procurei um advogado para voltar a categoria F, mas fiquei desanimada pois ele me disse que para o ano de 2010 ele não garante ganho de causa. Por isso o meu questionamento “Sera que não ha nada que eu pssa fazer?
oi, porofessor gostaria de saber sobre a minha situação, estou no estado desde 2001, só que trabalhava como eventual,em 2007 no meio do ano peguei minhas aulas e entrei para a categoria L, pago inss, mas agora estou gestante, gostaria de saber se mesmo sem aula vou ter o direito de tirar minha licença maternidade pelo INSS, como um trabalhador normal.Eu também já entendi o que o governo quer fazer conosco professores,ou passa no concurso ou cai fora,nunca vi um absurdo deste trabalhar um ano e o outro não, então pessoal vams procurar a nossa melhora, pois o governo só quer a nossa derrota infelizmente temos que admitir isto que perdemos.
Andréia
Cada vez que escutamos histórias como a sua sentimos grande tristeza. Pois, realmente, tudo está nas mãos do advogado.
Fabiana
Como um trabalhador normal, pelas novas regras, se você ficar sem aulas estará desempregada. Teoricamente, sria possível entrar com o seguro desemprego, mas ao que sabemos essa possibilidade não é admitida pelo Estado
QUERIDO PROFESSOR TEMPORARIO
Gostaria de saber se os professores F não passarem na prova 2009 e 2010 o que acontece com eles?
muito obrigada professor
Ola!!Pessoal a metade do professorado do estado de São Paulo,não são efetivos,o que acontece com esfera de profissionais,que não se manisfestam,esse país,conseguiu derrubar um regime de ditadura e hoje não conseguimos garantir nossos empregos.Todos sabemos a dificuldade de obter nível superior em nosso país,vamos continuar de cabeças baixas,sendo humilhados?A mídia paulista,sabemos,é manipulada,mas ainda existem alguns de jornais que procuram contar a verdade sobre os fatos.Contate-os,peçam para eles consultarem os sindicatos,se não obtivermos o apoio da sociedade,continuaremos sendo humilhados.A população precisa saber o que esse governo tem feito na educação.Todos precisam saber, não só os advogados.Deveriamos ser formadores de opiniâo,afinal,estimular cidadão crítico é função,não do governo.Vamos la!!!!!!
Toleda
Pelas regras atuais o professor F que não passar na prova será encaminhado para cumprir uma jornada de 12 horas em atividades de apoio em alguma escola da D.E. Será também obrigado a fazer a prova de novo, até passar. Provavelmente, será compulsoriamente matriculado em cursos de formação continuada da tal escola de formação de professores.
Oficialmente não existe nada que afirme que esse professor seja dispensado só por não ter passado na prova, mas como estará fora da sala de aula acreditamos que:
1) o vencimento não seja o mesmo dos professores que passaram, pois perderá gratificações específicas da atividade do magistério;
2) Terá que cumprir um horário distribuído nos dias da semana, à semelhança dos convocados de outubro;
3) Será obrigado a fazer novamente a prova, até que passe.
Colegas, e o nosso tempo de serviço que foi ignorado pela SE
Professores com menos pontos passou na minha frente pelo simples fato de que estavam com vinculo em 06/07.
E os colegas que perderem o direito de lecionar? Vamos todos nos calar?Vamos nos unir contra esse massacre do governo paulista.
BOA NOITE PROFESSOR…
Que angustia estamos vivendo neste momento com tantas mudanças na educação. Mais uma vez, somos massacrados pelo governo que nos usa para suas articulações policas. Estou indignada com tudo isso, principalmente por esta prova que temos que fazer, e a bibliografia? como vamos dar conta de estudar em tão pouco tempo tudo aquilo? é impossivel, depois o governo nos chama de incompetentes e despreparados. Q ue triste!
Por favor, onde posso encontrar esse material ?
Gostaria de saber como fica minha situação, sou readaptada desde2004, tenho 20 anos de Estado
devo fazer a prova? se não passar como fico?Grata
Pessoal vamos nos unir, a luta ainda não terminou.Cadê a consciencia e o espirito de luta da categoria ……….Se o povo conseguiu se unir e derrubar a autoridade maior do nosso país , porque não tentamos derrubar essa avaliação a nivel de concurso e não de provinha como foi anunciado. Vamos , acordar pessoal, é a vida profissional e anos de muita luta e dedicação ao magistério ! Não podemos , deixar que nos prejudiquem por questões de interesses políticos e de campanha , para se promoverem as nossas custas . Acorda Professores , ainda da tempo para mudar essa cena . Um não consegue nada , mas uma multidão faz toda diferença…………
alguem sabe qual bibliografia para a prova dos temporarios??????????help
Antônia
Você deve fazer a prova sim, de acordo com a instrução publicada pelo Estado, disponível no artigo de primeira página do site, sobre o conteúdo da prova
Por favor, professor temporário voce poderia me ajudar tecendo comentarios sobre professor readaptado? Sou readaptada desde 1999, sou ACT ou era, não sei mais pois estou no magisterio paulista há 27 anos e não sei se sou estavel ou não. Gostaria de saber se já posso pedir aposentadoria especial, e se isso garante minha permanencia. Vou fazer essa provinha. Se eu não passar, como fica minha carga horária? Estou na mesma situação de todos…. desesperada!!!!
Muito obrigada!
Maira
IA prestar um concurso para peb I e agora depois de ter feito a inscrição que não posso .Sou formada em letras-port. e magisterio.O edital mudou agora depois de 2 dias .Se prestar o concurso e passar vou poder assumir a sala de 1à 4 série?
Gostaria de saber tambem se no ano de 2010não poderei mais lecionar?estou muito preocupada e procurando fazer o curso de pedagogia.
Maira
Pelo se tempo de serviço, acreditamos que seja possível pedir a aposentadoria proporcional, mas isso dependeria de se analisar o caso. Faça uma consulta á diretoria de ensino sobre como seria a sua aposentadoria.
Como readaptada, você deve fazer a prova e se não passar terá sua carga horária reduzida para 12 horas, com a consequente redução de salário
Paula
Se entendemos o que nos perguntou, você se inscreveu para um concurso PEB I com diploma de Magistério e de Letras (PEB II). Nesse caso, como já dissemos, pelo fim da década da educação prevista na LDB, os novos concursos públicos para professor devem obrigatoriamente exigir a habilitação de licenciatura na disciplina específica, que no seu caso seria Pedagogia. Uma coisa é um professor que já leciona como PEB I efetivo. Outra, é um professor que ainda vai prestar o concurso. Na primeira situação, o professor tem a garantia de que na época em que se efetivou não se exigia essa habilitação e por isso não pode ser descartado, mas pode ser obrigado a fazer um curso de complementação pedagógica e apresentar o diploma em um prazo de três ou quatro anos.
Na segunda situação, se o professor for aprovado e não apresentar o diploma exigido, será simplesmente eliminado do concurso
professora readaptada1998,sou act, estável, estou no magistério há 30 anos.
gostaria de saber se já posso pedir aposentadoria especial,e se isso garante minha permanencia.
vou fazer essa prova.se eu naõ passar,como fica minha carga horária?
Marlina
Como para a aposentadoria especial o tempo de readaptação não conta, assim como também não contam os tempos de serviço em outras atividades diferentes da regência direta de classe, você entraria no tal fator previdenciário.
No seu caso, se não passar, terá sua carga reduzida para 12 horas, que deverão ser obrigatoriamente cumpridas em todos os dias da semana, onde o Estado determinar (da mesma forma que os OFA convocados em 30 de outubro). Se nõa passar, nem poderá participar da atribuição
Bom dia!
Trabalho no estado desde 2001 como eventual e ofa, só que em maio de 2008 pedi dispensa de 2 aulas. Agora me tornei categoria L. Só que de abril a julho de 2007 eu tinha vinculo. Gostaria de saber se tenho possibilidade de ganhar a causa na justiça.
Bom dia!
Trabalho no estado desde 2001 como eventual e ofa, só que em maio de 2008 pedi dispensa de 2 aulas. Agora me tornei categoria L. Só que de abril a julho de 2007 eu tinha vinculo. Gostaria de saber se tenho possibilidade de ganhar a causa na justiça.
Obrigada,
Aguardo resposta brevemente.
Andreza
A questão da possibilidade de se ganhar na justiça deve ser analisada com calma pelo advogado. Como você pediu dispensa das aulas, o Estado argumenta que você abriu mão de seu direito
Olá, professores?
Gostaria de saber se além das 12 aulas a que terão direito os professores da categoria “F” caso não consigam passar na prova dos temporários, terão direito a outras aulas atribuídas na condição de professores eventuais? E a portaria recentemente publicada que convoca professores sem aula para completarem a jornada com até 20 aulas… Alguém poderia me esclarecer o que é essa atribuição compulsória de 20 aulas?
Olá, professores!
TODOS À ASSEMBLÉIA NA QUINTA-FEIRA NA PRAÇA DA REPÚBLICA!VAMOS DERRUBAR MAIS UMA VEZ A PROVA.O QUE FAREMOS COM MÍSERAS 12 AULAS. SEREMOS TODOS EVENTUAIS? CEM MIL PROFESSORES NA REPÚBLICA ÁS 13 HORAS,JÁ!
Ericles
1) os professores F reprovados na prova NÃO TERÃO DIREITO A 12 AULAS.
Terão direito a uma jornada de 12 HORAS a serem cumpridas em local e horário determinados pelo Estado, em atividades pedagógicas de apoio, SEM PODER ENTRAR EM SALA DE AULA. Nesse caso, o professor não poderá participar das atribuições e não poderá atuar como eventual;
2) De acordo com a resolução 73, os professores F que estiverem com menos de 20 aulas atribuídas deverão assumir compulsoriamente qualquer saldo de aulas que lhes possa ser atribuído na sua habilitação, sob pena de serem dispensados e perderem o direito.
ASSEMBLÉIA ESTADUAL DOS PROFESSORES
COM PARALISAÇÃO
Na Conferência Estadual Educacional, ocorrida na cidade de Serra Negra na semana passada, foi deliberado pelo conjunto dos delegados e delegadas: ASSEMBLÉIA ESTADUAL DOS PROFESSORES com paralisação.
A urgência da assembléia e de seu caráter de paralisação se dá em torno dos ataques do governo Serra e seu Secretário Paulo Renato que exige da categoria discutir e tomar algumas decisões coletivamente.
Por isso a assembléia terá com temas:
· Prova do OFA e sua bibliografia (O sindicato entrou com uma ação contra a bibliografia da prova do OFA, o que está aguardando decisão judicial);
· Abaixo a Lei 1097/09 (PLC 29) que pretende dar reajuste apenas para 20% da categoria (A assembléia deve votar pelo boicote a prova de fevereiro sobre a evolução salarial);
· Garantia de direitos, reajuste para todos;
· Por concurso classificatório.
A assembléia será no próximo dia 26 de novembro, na Praça da República às 14h00.
Olá, professores:
Seu alguém tiver alum material bibliográfico dA área específica de Língua Portuguesa eascaneado, por favor mandar por e-mail.Ficarei imensamnte agradecido, mas pode ser também da Parte Geral conforme segue relação ab4. COLOMER, Teresa; CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Porto Alegre: Artmed, 2002.
5. EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Editora, 2006.
6. FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e mudança social. Brasília: UNB, 2008.
7. KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor – Aspectos cognitivos da leitura. Campinas, São Paulo: Pontes, 2005.
8. KOCH, Ingedore G. Villaça. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 2008.
9. MARCUSCHI, Luiz Antônio: Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2007.
10. MARTINS, Nilce Sant’anna. Introdução à estilística. São Paulo: EDUSP, 2008.
11. NOLL, Volker. O português brasileiro: formação e contrastes. São Paulo: Globo, 2008
aixo:
12. SARAIVA, José Antonio. Iniciação à Literatura Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras.
13. SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas / São Paulo: Mercado de Letras, 2004.
14. SOUZA, Mauro Wilton de (org.). Sujeito, o lado oculto do receptor. São Paulo: Brasiliense, 1995.
15. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,1998
Bibliografia para Parte Geral
Bibliografia para Parte Geral
Éricles resposta-emai: ericlesleal@hotmail.com
Éricles. Correção.Leia-se:Se alguém tiver algum…
PARTE GERAL:
Bibliografia para Parte Geral
1. 10.OLIVEIRA, Marta K. de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento; um processo sócio-histórico. 4. ed. São Paulo: Scipione,1997.
2. ASSMANN, Hugo. Metáforas novas para reencantar a educação – epistemologia e didática. Piracicaba: Unimep, 2001.
C.
13. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2006.
14. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
15. PIAGET, Jean. Para onde vai a educação?. Rio de Janeiro: José Olimpio, 2007.
E-MAIL: ERICLESLEAL@HOTMAIL.COM