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	<title>professor temporário</title>
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		<title>CONTEÚDO DA PROVA DOS PROFESSORES TEMPORÁRIOS (OFA) DE SÃO PAULO *** EDIÇÃO COMPLETA E ATUALIZADA***</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 00:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professortemporario</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEUS DIREITOS]]></category>

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		<description><![CDATA[http://www.vunesp.com.br/concursos/seed0902/edital_5_11.pdf
Saiba também as regras dessa prova, que será realizada nos dias 13 e 20 de dezembro de 2009Resolução SE &#8211; 68, de 1-10-2009
Dispõe sobre a contratação de docentes por tempo determinado, de que trata a Lei Complementar nº 1.093, de 16 de julho de 2009, e dá providências correlatas
O Secretário da Educação, tendo em vista [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=professortemporario.wordpress.com&blog=2075322&post=327&subd=professortemporario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://www.vunesp.com.br/concursos/seed0902/edital_5_11.pdf">http://www.vunesp.com.br/concursos/seed0902/edital_5_11.pdf</a></p>
<p>Saiba também as regras dessa prova, que será realizada nos dias 13 e 20 de dezembro de 2009<span id="more-327"></span>Resolução SE &#8211; 68, de 1-10-2009<br />
Dispõe sobre a contratação de docentes por tempo determinado, de que trata a Lei Complementar nº 1.093, de 16 de julho de 2009, e dá providências correlatas<br />
O Secretário da Educação, tendo em vista as disposições da Lei Complementar nº 1.093, de 16 de julho de 2009, bem como do Decreto nº 54.682, de 13 de agosto de 2009, que a regulamenta, e considerando a necessidade de estabelecer normas e critérios relativos à contratação temporária de docentes, para reger classes e ministrar aulas nas escolas da rede pública estadual, Resolve:<br />
Art. 1º &#8211; A contratação de docentes, nas escolas estaduais, dar-se-á para atender necessidade temporária de regência de classes ou de magistério de aulas, quando se verificarem situações de:<br />
I &#8211; saldo de classes ou de aulas disponíveis, em decorrência de dispensa, demissão, exoneração, readaptação, falecimento e aposentadoria de docente, ou de aumento da demanda escolar, com a criação de novas unidades ou ampliação das já existentes;<br />
II &#8211; o número reduzido de aulas não justificar a criação de cargo;<br />
III &#8211; impedimentos legais de docentes responsáveis pela regência de classe ou magistério de aulas, em decorrência de licenças ou afastamentos a qualquer título.<br />
Art. 2º &#8211; A contratação, nos termos desta resolução, será precedida de processo seletivo que compreenderá, obrigatoriamente, prova eliminatória, cuja nota obtida pelo candidato será acrescentada às respectivas pontuações por tempo de serviço e por títulos, para fins de classificação no processo anual de atribuição de classes e aulas, de que trata o artigo 45 da Lei Complementar nº 444/85.<br />
§ 1º &#8211; A nota da prova terá valor máximo de 80,0 (oitenta) pontos, sendo que o candidato que obtiver nota inferior a 40,0 (quarenta) pontos estará eliminado do processo seletivo, ficando impedido de participar do processo de atribuição de classes e aulas do ano de referência.<br />
§ 2º &#8211; Observado o disposto no artigo 6º do Decreto nº 54.682/2009, especificamente para a contratação de docentes, aplicar-se-ão ao processo de seleção as mesmas normas e critérios estabelecidos na resolução que regulamenta o processo anual de atribuição de classes e aulas na rede estadual de ensino.<br />
§ 3º &#8211; Ao ser contemplado com a atribuição de classe ou de aulas, de acordo com a classificação que obtiver no processo a que se refere o parágrafo anterior, o docente terá sua contratação celebrada de imediato e assumirá o exercício correspondente na mesma data da assinatura do contrato, caracterizando sua anuência à atribuição.<br />
Art. 3º &#8211; O prazo de vigência da contratação de docentes limita-se ao ano letivo fixado no calendário escolar.<br />
Art. 4º &#8211; na vigência de uma contratação, os direitos e deveres ficarão suspensos durante o(s) período(s) em que o docente contratado tenha interrupção de exercício, em decorrência de perda, por qualquer motivo, da classe ou das aulas anteriormente atribuídas.<br />
§ 1º &#8211; A interrupção de exercício, a que se refere o caput deste artigo, será iniciada na ocorrência de:<br />
1 &#8211; retorno do docente responsável pela regência da classe ou magistério das aulas, que vinha sendo substituído;<br />
2 &#8211; remoção ou provimento do cargo correspondente à função-atividade, objeto da contratação;<br />
3 &#8211; retirada da classe ou da totalidade das aulas na necessidade de atendimento à constituição da jornada de trabalho de docente titular de cargo ou para composição da carga horária de docente estável, nos termos da legislação pertinente.<br />
§ 2º &#8211; no período de interrupção de exercício não haverá remuneração ao docente nem concessão de benefício, vantagem, licença ou afastamento de qualquer espécie.<br />
§ 3º &#8211; Será cessada a interrupção de exercício no momento em que o docente contratado venha a assumir classe ou aulas que lhe sejam atribuídas, sendo-lhe facultada a possibilidade de aceitar ou não esta atribuição.<br />
Art. 5º &#8211; O contrato do docente será extinto automaticamente ao final do ano letivo, não se excluindo a possibilidade de extinção antecipada, em razão de:<br />
I &#8211; pedido expresso do contratado;<br />
II &#8211; descumprimento de obrigação legal ou contratual.<br />
§ 1º &#8211; A extinção antecipada do contrato, nos termos deste artigo, será processada sem direito à indenização.<br />
§ 2º &#8211; O docente contratado, que venha a iniciar período de interrupção de exercício, poderá, substitutivamente à permanência nesta situação, solicitar a qualquer tempo, desde que sem efeito retroativo, a extinção de seu contrato, na forma que prevê o disposto no inciso I deste artigo.<br />
§ 3º &#8211; Previamente ao ato de extinção do contrato, que se fundamente nos termos do inciso II deste artigo, será assegurada ao contratado a oportunidade de defesa, a ser apresentada no prazo de 3 (três) dias úteis, contados a partir da data de sua notificação, devendo o procedimento de extinção, se for o caso, ser concluído no prazo de 10 (dez) dias, contados da data de apresentação da defesa ou do término do referido prazo.<br />
Art. 6º &#8211; Extinto o contrato, ao final do ano letivo ou antecipadamente, fica vedada nova contratação do docente, mesmo que para o exercício de função diversa, antes de decorrido o prazo de 200 (duzentos) dias, contados a partir da data da extinção.<br />
§ 1º &#8211; Durante a vigência de um contrato, não poderá haver outra contratação do mesmo docente, mesmo que seja para função diversa em outro campo de atuação.<br />
§ 2º &#8211; O disposto neste artigo aplica-se igualmente às contratações a título eventual.<br />
Art. 7º &#8211; na vigência do contrato, o docente não poderá se afastar do exercício da função, objeto da contratação, para exercer outras atribuições e/ou atividades diversas, a título de designação, afastamento ou nomeação em comissão.<br />
§ 1º &#8211; o docente contratado poderá ter exercício em mais de uma unidade escolar e, conforme o caso, em mais de uma Diretoria de Ensino, de acordo com as aulas que lhe sejam atribuídas, sendo que sua carga horária poderá sofrer alterações, para maior ou menor, no decorrer do ano letivo.<br />
§ 2º &#8211; As alterações, a que se refere o parágrafo anterior, inclusive as que ocasionalmente venham a zerar a carga horária do docente, abrindo período de interrupção de exercício, deverão ser registradas, por competência do Diretor de Escola, em documento próprio, conforme modelo a ser expedido pelo órgão setorial de recursos humanos.<br />
§ 3º &#8211; O docente contratado por uma Diretoria de Ensino, com posterior atribuição de aulas em unidade escolar de outra Diretoria, nos termos da regulamentação vigente, caso venha a ter sua carga horária zerada na Diretoria da contratação, deverá ter o contrato de trabalho e o respectivo documento de alterações de carga horária, a que se refere o parágrafo anterior, remetidos, juntamente com seu prontuário, para a Diretoria de Ensino em que permanecer com aulas atribuídas.<br />
Art. 8º &#8211; Durante o período da contratação, o docente estará sujeito aos mesmos deveres, proibições e responsabilidades previstos na Lei nº 10.261/68, bem como, subsidiariamente, às disposições da Lei Complementar nº 444/85.<br />
Art. 9º &#8211; Serão considerados como efetivamente trabalhados os dias em que o docente contratado se ausentar em virtude de:<br />
I &#8211; casamento, até 2 (dois) dias consecutivos;<br />
II &#8211; falecimento de pais, irmãos, cônjuge, companheiro(a) ou filhos, até 2 (dois) dias consecutivos;<br />
III &#8211; serviço obrigatório por lei.<br />
§ 1º &#8211; O docente contratado poderá requerer ao Diretor de Escola, na vigência da contratação, abono ou justificação de faltas ao trabalho, observadas as seguintes condições:<br />
1 &#8211; as abonadas, até o limite de 2 (duas), sendo 1 (uma) por mês, sem desconto de pagamento;<br />
2 &#8211; as justificadas, até o limite de 3 (três), sendo 1 (uma) por mês, com perda da remuneração referente ao dia.<br />
§ 2º &#8211; O requerimento do docente, para abono ou justificação de falta, deverá ser apresentado por escrito, no primeiro dia de aula subsequente ao da ausência, de acordo com seu horário de trabalho, para deliberação do Diretor de Escola.<br />
§ 3º &#8211; no caso de inobservância ao disposto no parágrafo anterior, a falta do docente será considerada injustificada.<br />
§ 4º &#8211; Somente poderá ocorrer 1 (uma) falta injustificada durante a vigência da contratação, sendo que a segunda ocorrência será considerada como de descumprimento de obrigação contratual por parte do docente, implicando a possibilidade de extinção do contrato, nos termos do artigo 8º da Lei Complementar nº 1.093/2009.<br />
§ 5º &#8211; As faltas abonadas e as justificadas não serão consideradas para caracterizar situação de descumprimento de obrigação contratual.<br />
Art. 10 &#8211; Na(s) ausência(s) e/ou no não cumprimento de hora(s) de trabalho, o docente contratado terá consignada(s) falta(s)-aula e/ou falta(s)-dia, de acordo com a proporcionalidade relativa à sua carga horária semanal, observadas as disposições do Decreto nº 39.931, de 30 de janeiro de 1995. Parágrafo único &#8211; ao docente contratado, aplicam-se as disposições da Lei Complementar nº 1.041, de 14 de abril de 2008.<br />
Art. 11 &#8211; As normas e os critérios para inscrição e classificação dos candidatos à contratação, bem como as formas de contrato e os procedimentos referentes às situações de habilitação ou de qualificação para a docência, são os mesmos que se encontram estabelecidos na resolução que regulamenta os processos anuais de atribuição de classes e aulas, observadas as disposições dos artigos 28, 29 e 30 da Lei Complementar nº 836, de 30 de dezembro de 1997.<br />
§ 1º &#8211; O docente contratado será remunerado de acordo com a quantidade de horas da carga horária que lhe seja atribuída.<br />
§ 2º &#8211; o valor do salário a ser pago ao docente contratado, desde que devidamente habilitado, será calculado com base no valor do vencimento inicial da classe de cargos correspondente à função que for ocupar, não podendo este valor ser ultrapassado sob hipótese alguma.<br />
§ 3º &#8211; ao docente contratado fica assegurado o pagamento do décimo terceiro salário, calculado à base de 1/12 (um doze avos) por mês trabalhado ou fração superior a 15 (quinze) dias, no ano letivo de referência.<br />
Art. 12 &#8211; na classificação dos docentes contratados e dos candidatos à contratação, para o processo anual de atribuição de classes e aulas, ocorrendo empate em quaisquer das faixas de habilitação/qualificação, antes da aplicação dos critérios de desempate, estabelecidos em regulamento específico, será dada prioridade de atribuição ao participante que tenha idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, de acordo com o disposto na Lei Federal nº 10.741/2003 &#8211; Estatuto do Idoso.<br />
Art. 13 &#8211; na inexistência de docente em condições de assumir substituições nas ausências ou impedimentos legais de outro professor, por período não superior a 15 (quinze) dias, poderá haver contratação de docente, devidamente habilitado ou qualificado, para atuar e ser remunerado a título eventual.<br />
Parágrafo único &#8211; Também poderá ministrar aulas de sua habilitação/qualificação ou assumir a regência de classe, a título eventual, nas situações previstas no caput deste artigo, o docente contratado, no correspondente campo de atuação, que se encontre com limite de carga horária inferior ao máximo permitido.<br />
Art. 14 &#8211; o docente contratado ficará vinculado ao Regime Geral de Previdência Social &#8211; RG PS, nos termos da legislação federal, devendo incidir sobre sua remuneração mensal o desconto relativo ao recolhimento previdenciário.<br />
Parágrafo único &#8211; Sobre a remuneração mensal do docente contratado não incidirá o desconto relativo à assistência médica e hospitalar, de que trata o artigo 164 da Lei Complementar nº 180, de 12 de maio de 1978.<br />
Art. 15 &#8211; As contratações temporárias de docentes, nos termos da Lei Complementar nº 1.093/2009, serão celebradas pelos Dirigentes Regionais de Ensino, nas respectivas áreas de jurisdição.<br />
Art. 16 &#8211; o órgão setorial de recursos humanos da Secretaria da Educação poderá expedir normas complementares, necessárias à execução das disposições da presente resolução, em especial na realização do processo de seleção, precedente às contratações de docentes, a cada ano letivo.<br />
Art. 17 &#8211; Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário.</p>
<p>GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO<br />
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO<br />
DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS<br />
CENTRO DE SELEÇÃO E MOVIMENTAÇÃO DE PESSOAL<br />
São Paulo, 4 de novembro de 2009<br />
Senhores Dirigentes,<br />
Em razão de questionamentos encaminhados a este Departamento, informamos que a inscrição para Prova do Processo Seletivo Simplificado para Docentes, está sendo realizada no período de 03 a 20/11/2009, no site da Fundação Vunesp: www.vunesp.com.br .<br />
De acordo com o Edital publicado no DOE de 24/10/2009, o docente/candidato poderá se inscrever:<br />
1.<br />
Para o campo de atuação Classe e/ou<br />
2.<br />
Para o campo de atuação Educação Especial e/ou,<br />
3.<br />
Para o campo de atuação Aulas, em até 2 (duas) áreas, sendo 1 (uma) disciplina por área:<br />
•<br />
Linguagens e Códigos ( Língua Portuguesa, Inglês, Arte, Educação Física, Espanhol, Alemão, Japonês, Francês, Italiano e Língua e Cultura Étnica )<br />
•<br />
Ciências da Natureza e Matemática (Matemática, Ciências Físicas e Biológicas, Biologia, Física e Química )<br />
•<br />
Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia )<br />
Na Ficha de Inscrição, o interessado, no campo OPÇÃO DE CLASSE/ AULA poderá se inscrever em todas as opções que for de direito, selecionando-as individualmente, antes de voltar à Ficha de Inscrição e concluir sua inscrição.<br />
Em razão da ocorrência de que candidatos – Processo Seletivo Simplificado PEB I e PEB II, não oficializaram corretamente o preenchimento do campo de opção para prova, alertamos que é permitido ao candidato refazê-la, realizando uma única inscrição, contendo todas as disciplinas/classe de opção para prova.<br />
As provas serão realizadas em 2 (dois) domingos sequenciais, sendo distribuídos das seguintes formas:<br />
1º Domingo (13/12/09)<br />
Manhã: Campo de Atuação Classe (PEB I)<br />
Tarde: Área de Linguagens e Códigos<br />
2º Domingo (20/12/09)<br />
Manhã: Área de Ciências da Natureza e Matemática<br />
Tarde: Área de Ciências Humanas e Educação Especial<br />
Esclarecemos que a nota obtida na disciplina objeto da prova será utilizada para classificação nas demais disciplinas da mesma área em que o candidato for habilitado. Exemplificando, o docente inscrito para a prova de Matemática será classificado nas disciplinas de Ciências Físicas e Biológicas, Física, e/ou Química, de acordo com sua habilitação e assim, sucessivamente.<br />
Na possibilidade, solicitamos informar aos interessados, o acima exposto.</p>
<p>DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS<br />
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA DOCENTES<br />
EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÃO PARA PROVA<br />
O Diretor do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação, nos termos do Inciso II do artigo 2º da Lei Complementar 1.093, de 16 de julho de 2009 , Resolução SE &#8211; 68, de 01 de outubro de 2009 e Inciso V da Instrução Normativa – UCRH 2/2009, de 21 de setembro de 2009, torna pública a abertura de inscrições para a prova do Processo Seletivo Simplificado para Docentes admitidos nos termos da Lei Estadual nº 500/74 e Candidatos à contratação.<br />
As provas do Processo Seletivo serão realizadas pela Fundação VUNESP, localizada a Rua Dona Germaine Burchard, nº 515 – Bairro Água Branca/Perdizes, São Paulo – SP – CEP 05062-002 – telefone (0xx11) 3874-6300.<br />
I &#8211; DISPOSIÇÕES GERAIS<br />
1.<br />
A participação no Processo Anual de Atribuição de Classes /Aulas &#8211; 2010 compreenderá, obrigatoriamente, duas etapas :<br />
1ª Etapa:- Inscrição para atribuição de classes / aulas de acordo com as disposições contidas na Portaria DRHU nº 72, de 13, publicada no DOE de 14/10/2009:<br />
.<br />
2ª Etapa:- Inscrição para realização de prova(s) relativas ao processo Seletivo Simplificado,<br />
via Internet, no endereço eletrônico da Fundação VUNESP &#8211; www.vunesp.com.br , no período de 03 a 20/11/2009, iniciando-se no dia 3 de novembro de 2009 às 10h00 e encerrando-se impreterivelmente no dia 20 de novembro de 2009, às 16h00.<br />
2.<br />
Serão utilizados para fins de inscrição, os dados constantes no Cadastro Funcional da Secretaria da Educação, cujas informações permanecerão inalteradas no Formulário de Inscrição.<br />
3.<br />
Para inscrever-se, o candidato deverá acessar o endereço eletrônico da Fundação VUNESP &#8211; www.vunesp.com.br , através do “link” correlato ao Processo Seletivo Simplificado da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, preencher a Ficha de Inscrição, on-line, e transmitir os dados pela Internet, conforme os procedimentos estabelecidos abaixo:<br />
3.1<br />
-o docente, ao realizar a sua inscrição, digitará o CPF e obterá o Formulário Personalizado contendo dados pessoais, devendo preencher os dados relativos a opção pelo campo de atuação/disciplina em que deseja realizar a(s) prova(s);<br />
3.2- o candidato que não obtiver o Formulário de Inscrição personalizado, deverá preencher os dados solicitados, sendo de sua inteira responsabilidade as informações prestadas.<br />
4. O docente/ candidato poderá se inscrever:<br />
4.1 para o campo de atuação Classe e/ou,<br />
4.2 para o campo de atuação Aulas, em até 2 (duas) áreas , sendo 1 (uma) disciplina por área:<br />
4.2.1<br />
Linguagens e Códigos (Língua Portuguesa, Inglês, Arte e Educação Física);<br />
4.2.2<br />
Ciências da Natureza e Matemática (Matemática, Ciências Físicas e Biológicas, Biologia, Física e Química);<br />
4.2.3<br />
Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia) e/ou;<br />
4.3 para o campo de atuação Educação Especial.<br />
5. O docente/candidato licenciado em Pedagogia, inscrever-se-á para a prova, no campo de atuação Classe.<br />
6. O docente que estiver na condição de readaptado ou afastado a qualquer título, deverá efetuar a sua inscrição, ficando obrigatoriamente classificado, na Diretoria de Ensino à qual estiver jurisdicionada a unidade sede de controle de freqüência.<br />
7. A Fundação VUNESP e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo não se responsabilizam por solicitação de inscrição não recebida por motivos de inconsistência de dados, de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a transferência de dados.<br />
8. O descumprimento das instruções para inscrição implicará a não efetivação da mesma.<br />
9. As informações prestadas no Formulário de Inscrição serão de inteira responsabilidade do docente/candidato, reservando-se à Secretaria da Educação, sem prejuízo das penas da lei, o direito de excluir do Processo Seletivo aquele que fornecer dados comprovadamente inverídicos ou falsos.<br />
10. O candidato que deixar de realizar a prova, não constará da classificação e, conseqüentemente, não poderá participar do Processo de Atribuição de Aulas/2010.<br />
II &#8211; INSCRIÇÃO DO CANDIDATO COM DEFICIÊNCIA<br />
1.<br />
Ao candidato com deficiência, que pretenda fazer uso das prerrogativas facultadas no Inciso VIII do artigo 37 da Constituição Federal/88 e no disposto pela Lei Complementar nº 683/92, é assegurado o direito de inscrição no presente Processo Seletivo, desde que se observe:<br />
1.1<br />
no ato da inscrição para atribuição de classe/aulas, na Unidade Escolar ou Diretoria de Ensino, o docente/candidato deverá declarar-se com deficiência.<br />
1.2<br />
no Formulário de Inscrição para prova – via Internet, o candidato deverá declarar-se nesta condição, especificando o tipo e o grau da deficiência.<br />
2. O candidato com deficiência deverá solicitar, na Ficha de Inscrição para a prova, se necessário, condições especiais para realizar a prova, conforme segue:<br />
2.1<br />
o candidato portador de deficiência visual, deverá indicar no Formulário de Inscrição, o tipo de provas especial de que necessitará: Ampliada ou Ledor;<br />
2.1.1 ao candidato inscrito como Portador de Necessidade Especial “visual” (amblíope) que solicitar prova especial Ampliada será oferecida prova neste sistema, com tamanho de letra correspondente a corpo 24;<br />
2.2<br />
o atendimento às condições solicitadas ficará sujeito à análise de viabilidade e razoabilidade do pedido;<br />
2.3<br />
o candidato portador de deficiência ou o candidato que por motivo de saúde necessitar de atendimento especial, deverá encaminhar solicitação, via SEDEX ou AR (Aviso de Recebimento), por escrito, até o término das inscrições, com justificativa acompanhada de parecer emitido por especialista da área de sua deficiência ou problema de saúde, à Fundação VUNESP, Rua Dona Germaine Burchard, 515 – Bairro Água Branca / Perdizes – São Paulo – CEP 05002-062.<br />
3. O candidato que não atender dentro do prazo previsto para a inscrição, aos dispositivos mencionados no item 1 e seus subitens não terá a condição especial atendida e não terá a prova preparada, estando impossibilitado de realizá-la em condições especiais e/ou será considerado não portador de necessidade especial, seja qual for o motivo alegado.<br />
4. O candidato com deficiência que não realizar a inscrição conforme instruções contidas neste Edital, não poderá impetrar recurso em favor de sua condição.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>COMPETÊNCIAS E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA AS PROVAS DOS PROFESSORES TEMPORÁRIOS EDIÇÃO COMPLETA E ATUALIZADA)</strong></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0cm } 		P.western { font-family: "Arial", sans-serif; font-style: italic; font-weight: bold } 		P.cjk { font-style: italic; font-weight: bold } 		P.ctl { font-family: "Arial", sans-serif; font-size: 7pt; font-style: italic; font-weight: bold } 		H3 { text-indent: 1.25cm; margin-top: 0cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: justify } 		H3.western { font-family: "Arial", sans-serif; font-size: 12pt } 		H3.cjk { font-family: "Arial Unicode MS"; font-size: 12pt } 		H3.ctl { font-family: "Arial", sans-serif; font-size: 7pt } 		H1 { margin-top: 0cm; margin-bottom: 0cm } 		H1.western { font-family: "Arial", sans-serif; font-size: 12pt } 		H1.cjk { font-family: "Arial Unicode MS"; font-size: 12pt } 		H1.ctl { font-family: "Arial", sans-serif; font-size: 7pt } 		H2 { margin-top: 0cm; margin-bottom: 0cm; text-decoration: underline } 		H2.western { font-family: "Arial", sans-serif; font-size: 12pt; font-weight: normal } 		H2.cjk { font-family: "Arial Unicode MS"; font-size: 12pt; font-weight: normal } 		H2.ctl { font-family: "Arial", sans-serif; font-size: 7pt; font-weight: normal } 		A:link { color: #0000ff } --><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>Diário Oficial </strong></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Poder Executivo &#8211; Seção I quarta-feira, 4 de novembro de 2009</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>Resolução SE &#8211; 80, de 3-11-2009</strong></span></p>
<p>Dispõe sobre a definição de perfis de competências e habilidades requeridos para professores da rede pública estadual e bibliografia para exames e concursos, e dá providências correlatas</p>
<p>O Secretário da Educação, à vista do que lhe representou o Comitê Gestor de elaboração de provas, de que trata a Resolução SE 69/2000, e considerando a necessidade:  de explicitação dos perfis de competências e habilidades desejáveis aos professores da rede pública estadual; de orientação dos processos de concursos públicos e de ações de formação continuada segundo tais perfis, resolve:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Artigo 1º &#8211; Aprova-se o Anexo que integra esta resolução com a indicação dos perfis de habilidades e competências requeridos de Professores PEB-I, PEB-II e de Educação Especial, bem como da bibliografia básica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Artigo 2º &#8211; Os perfis de habilidades e competências, bem como a bibliografia básica indicada, serão requeridos na primeira etapa do concurso público para provimento de cargos de Professor Educação Básica II, para seleção de docentes temporários e para progressão na carreira.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Parágrafo único &#8211; Para as ações de formação continuada desenvolvidas no âmbito da Secretaria da Educação serão observados os mesmos perfis e bibliografia constantes do Anexo que integra esta resolução.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Artigo 3º &#8211; Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Exames e Concursos de Professores PEB I / PEB II / Educação Especial &#8211; Perfis Profissionais – Outubro 2009</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">SUMÁRIO</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1 PERFIL DOS PROFESSORES PEB-I</span></p>
<ol>
<li>
<ol>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Competências Técnicas Gerais</span></li>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1.2 Fundamentação Pedagógica </span></li>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1.3 Língua Portuguesa </span></li>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Matemática </span></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1.5 Conhecimentos Gerais (História, Geografia e Ciências) </span></p>
<ol>
<li>
<ol>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Bibliografia para PEB I</span></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1.7. Documentos para PEB I </span></p>
<ol>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">PERFIL DOS PROFESSORES PEB-II</span>
<ol>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Parte Geral comum à todas as áreas </span>
<ol>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Cultura geral e profissional </span></li>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Conhecimentos sobre crianças, 			jovens e adultos</span></li>
</ol>
</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.1.3 Conhecimentos sobre a dimensão cultural, social, política e econômica da educação 2.1.4 Conteúdos das áreas de conhecimento que são objeto de ensino </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.1.5 Conhecimento pedagógico </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.1.6 Conhecimento advindo da experiência</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.1.7 Conhecimentos para o desenvolvimento profissional </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.1.8 Competências do Professor &#8211; Parte Geral</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.1.9 Bibliografia para Parte Geral .</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.1.10 Documentos para Parte Geral </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.2 Perfil desejado para o professor de Língua Portuguesa </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.2.1 O professor de Língua Portuguesa deve apresentar o seguinte perfil: </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.2.2 Habilidades do professor de Língua Portuguesa </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.2.3 Bibliografia para Língua Portuguesa </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.2.4 Documentos para Língua Portuguesa </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.3 Perfil desejado para o professor de Arte</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.3.1 O professor de Arte deve apresentar o seguinte perfil: </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.3.2 Habilidades do professor de Arte </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.3.3 Bibliografia para Arte </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.3.4 Documentos para Arte</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.4 Perfil desejado para o professor de Educação Física </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.4.1 O professor de Educação Física deve apresentar o seguinte perfil: </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.4.2 Habilidades do professor de Educação Física </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.4.3 Bibliografia para Educação Física </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.4.4 Documentos para Educação Física </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.5 Perfil desejado para o professor de Língua Estrangeira Moderna &#8211; Inglês </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.5.1 O professor de Língua Estrangeira Moderna &#8211; Inglês deve apresentar o seguinte perfil:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.5.2 Habilidades do professor de Língua Estrangeira Moderna &#8211; Inglês </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.5.3 Bibliografia para Língua Estrangeira Moderna &#8211; Inglês </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.5.4 Documentos para Língua Estrangeira Moderna &#8211; Inglês </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.6 Perfil desejado para o professor de Matemática </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.6.1 O professor de Matemática deve apresentar o seguinte perfil: </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.6.2 Habilidades do professor de Matemática </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.6.3 Bibliografia para Matemática </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.6.4 Documentos para Matemática </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.7 Perfil desejado para o professor de Ciências </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.7.1 O professor de Ciências deve apresentar o seguinte perfil:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.7.2 Habilidades do professor de Ciências </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.7.3 Bibliografia para Ciências </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.7.4 Documentos para Ciências</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.8 Perfil desejado para o professor de Física </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.8.1 O professor de Física deve apresentar o seguinte perfil:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.8.2 Competências específicas do professor de Física </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.8.3 Habilidades do professor de Física</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.8.4 Bibliografia para Física</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.8.5 Documentos para Física </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.9 Perfil desejado para o professor de Química </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.9.1 O professor de Química deve apresentar o seguinte perfil: </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.9.2 Habilidades do professor de Química </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.9.3 Bibliografia para Química </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.9.4 Documentos para Química</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.10 Perfil desejado para o professor de Biologia</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.10.1 O professor de Biologia deve apresentar o seguinte perfil:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.10.2 Habilidades do professor de Biologia .</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.10.3 Bibliografia para Biologia</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.10.4 Documentos para Biologia </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.11 Perfil desejado para o professor de História </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.11.1 O professor de História deve apresentar o seguinte perfil: </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.11.2 Habilidades do professor de História </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.11.3 Bibliografia para História </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.11.4 Documentos para História </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.12 Perfil desejado para o professor de Geografia</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.12.1 O professor de Geografia deve apresentar o seguinte perfil: </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.12.2 Habilidades do professor de Geografia </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.12.3 Bibliografia para Geografia</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.12.4 Documentos para Geografia </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.13 Perfil desejado para o professor de Filosofia </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.13.1 O professor de Filosofia deve apresentar o seguinte perfil:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.13.2 Habilidades do professor de Filosofia </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.13.3 Bibliografia para Filosofia </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.13.4 Documentos .</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.14 Perfil desejado para o professor de Sociologia </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.14.1 O professor de Sociologia deve apresentar o seguinte perfil:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.14.2 Habilidades do professor de Sociologia .</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.14.3 Bibliografia para Sociologia </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2.14.4 Documentos para Sociologia </span></p>
<ol>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">PERFIL DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO 	ESPECIAL </span>
<ol>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">O professor de Educação Especial 		deve apresentar o seguinte perfil: </span></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.2 Habilidades do professor de Educação Especial </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.2.1 Deficiência Física</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.2.2 Deficiência Auditiva</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.2.4 Deficiência Intelectual </span></p>
<ol>
<li>
<ol>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Bibliografia para Educação 		Especial .</span></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.3.1 Deficiências / Inclusão &#8211; Geral</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.3.2 Deficiência Auditiva </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.3.3 Deficiência Física</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.3.4 Deficiência Mental </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.3.5 Deficiência Visual </span></p>
<ol>
<li>
<ol>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Documentos para Educação Especial </span></li>
<li><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.4.1 Deficiências / Inclusão 		Geral</span></li>
</ol>
</li>
</ol>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.4.2 Deficiência Física.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.4.3 Deficiência Mental .</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3.4.4 Deficiência Visual</span></p>
<h3>PERFIL DOS PROFESSORES PEB-I</h3>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Competências Técnicas Gerais</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Compreender os processos de desenvolvimento e aprendizagem dos alunos considerando as dimensões cognitivas, afetivas e sociais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Ser proficiente no uso da língua portuguesa em todas as situações sociais, atividades e tarefas relevantes para o exercício profissional.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Dominar os conteúdos relacionados às áreas de conhecimento (Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia e Ciências Naturais) objetos da atividade docente.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Gerenciar a classe, organizando o tempo, o espaço e o agrupamento dos estudantes, de modo a potencializar as aprendizagens.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Selecionar e utilizar diferentes recursos didáticos, ajustando- os às necessidades de aprendizagem dos estudantes.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Avaliar a eficiência de situações didáticas para a aprendizagem dos estudantes, envolvendo diferentes conhecimentos presentes no currículo escolar.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Avaliar a aprendizagem dos estudantes através de estratégias diversificadas e utilizar a análise dos resultados para reorganizar as propostas de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Analisar e utilizar o resultado de avaliações externas e de estudos acadêmicos para reflexão sobre suas ações reconhecendo pontos que necessitam mudanças.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Dominar os conteúdos relacionados aos temas sociais urgentes (saúde, sustentabilidade ambiental etc.) objetos da atividade docente e informar-se sobre os principais acontecimentos da atualidade que provocam impactos sociais, políticos e ambientais reconhecendo a si mesmo como agente social e formador de opinião no âmbito de sua atuação profissional.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Pautar decisões e escolhas pedagógicas por princípios éticos democráticos de modo a não reproduzir discriminações e injustiças.</span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>Bibliografia para PEB I</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. CURTO, Lluís Maruny; MORILLO, Maribel M. &amp; TEIXIDÓ, Manuel M. Escrever e ler &#8211; Volume I e II. Porto Alegre. Artmed, 2000.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. DOLZ , J. e SCHNEUWLY, B. Gêneros e progressão em expressão oral e escrita. Elementos para reflexões sobre uma experiência suíça (francófona). In “Gêneros Orais e escritos na escola”. Campinas(SP): Mercado de Letras; 2004.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. ECHEVERRÍA, M. P. P.; POZO, J. I. Aprender a resolver problemas e resolver problemas para aprender. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">In: POZO, J. I. (Org.). </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">A solução de problemas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. FERREIRO, Emília. Com todas as letras. São Paulo: Editora Cortez,1996.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. __________. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo:Editora Cortez,1996.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. _________. Cultura escrita e educação: conversas de Emilia Ferreiro com José Antonio Castorina, Daniel Goldin e Rosa MariaTorres. Porto Alegre: Artmed, 2001.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. FIORIN, J. L. In: Introdução ao pensamento de Bakhtin. São Paulo: Ática; 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. GERALDI, J. W. Linguagem e Ensino. Exercícios de militância e divulgação. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Campinas (SP): ALB &#8211; Mercado de Letras, 1996.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. LATAILLE, Yves et alii. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Piaget, Vygotsky, Wallon: Teorias psicogenéticas em discussão. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">SP, Summus, 1992</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. LERNER, Delia. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Ler e escrever na escola. O real, o possível e o necessário. Porto Alegre. Artmed. 2002</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. LERNER, D. e SADOVSKY, P. O sistema de numeração: um problema didático. In: PARRA, Cecília; SAIZ Irmã; [et al] (Org.). Didática da Matemática: Reflexões Psicopedagógicas. Tradução por Juan Acuña Llorens. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. p. 73-155.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. NEMIROVSKY, Myriam. O Ensino da Linguagem escrita. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Artmed, 2002.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. SCHNEUWLY, Bernard. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Palavra e ficcionalização: Um caminho para o ensino da linguagem oral. In “Gêneros Orais e escritos na escola”. Campinas(SP): Mercado de Letras; 2004.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. SMOLKA, Ana Luíza Bustamante. A criança na fase inicial da escrita. Alfabetização como processo discursivo. São Paulo (SP): Cortez;Campinas (SP): Editora da Universidade Estadual de Campinas, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. Porto Alegre: Editora Artmed, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. TEBEROSKY, Ana, COLOMER, Teresa. Aprender a Ler e a Escrever &#8211; uma proposta construtivista. Porto Alegre Artmed. 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. ZABALA, Antoni. A Prática Educativa &#8211; Como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. VYGOTSKY. L.S. Formação social da mente. Martins Fontes. São Paulo. 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. WEISZ, Telma. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>Documentos para PEB I</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">PROGRAMA LER E ESCREVER &#8211; Documentos disponibilizados no site do Ler e Escrever: http://lereescrever.fde.sp.gov.br</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">ORIENTAÇÕES CURRICULARES DO ESTADO DE SÃO PAULO:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">LÍNGUA PORTUGUESA E  MATEMÁTICA &#8211; CICLO I </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">DOCUMENTOS OFICIAIS</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Resolução SE Nº 86/2007 &#8211; Institui, para o ano de 2008, o Programa “Ler e Escrever”, no Ciclo I das Escolas Estaduais de Ensino Fundamental das Diretorias de Ensino da Coordenadoria de Ensino da Região Metropolitana da Grande São Paulo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Resolução SEE &#8211; 96, de 23/12/2008 &#8211; Estende o Programa “Ler e Escrever”para as Escolas Estaduais de Ensino Fundamental do Interior.</span></p>
<h3>LISTA DOS MATERIAIS DO LER E ESCREVER</h3>
<p>• <span style="font-family:Arial,sans-serif;">Guia de Planejamento e Orientações Didáticas do Professor Alfabetizador &#8211; 1ª série &#8211; volume 1 e 2.</span></p>
<p>• <span style="font-family:Arial,sans-serif;">Caderno de Planejamento e Avaliação do Professor Alfabetizador &#8211; 1ª série</span></p>
<p>• <span style="font-family:Arial,sans-serif;">Guia de Planejamento e Orientações Didáticas &#8211; 2ª série &#8211; volume 1 e 2</span></p>
<p>• <span style="font-family:Arial,sans-serif;">Guia de Planejamento e Orientações Didáticas &#8211; 3ª série &#8211; volume 1 e 2</span></p>
<p>• <span style="font-family:Arial,sans-serif;">Material do Professor &#8211; Programa Intensivo no Ciclo(PIC) 3ª série &#8211; volume 1 e 2</span></p>
<p>• <span style="font-family:Arial,sans-serif;">Guia de Planejamento e Orientações Didáticas &#8211; 4ª série &#8211; volume único</span></p>
<p>• <span style="font-family:Arial,sans-serif;">Material do Professor &#8212; Programa Intensivo no Ciclo(PIC)4ª série &#8211; volume 1, 2 e 3</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">BOLSA ALFABETIZAÇÃO &#8211; http://escolapublica.fde.sp.gov.br/</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">DECRETO Nº 51.627, DE 1º DE MARÇO DE 2007</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Institui o Programa “Bolsa Formação &#8211; Escola Pública e Universidade”</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Resolução SE-90, de 8-12-2008</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Dispõe sobre a expansão e aperfeiçoamento do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Resolução SE-91, de 8-12-2008</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Dispõe sobre constituição de equipe de gestão institucional para ampliação e aperfeiçoamento do  Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização,</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">no âmbito do Programa Bolsa Formação &#8211; Escola Pública e Universidade.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>PERFIL DOS PROFESSORES PEB-II</strong></span></p>
<h1>Parte Geral comum a todas as áreas  Cultura geral e profissional</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Uma cultura geral ampla favorece o desenvolvimento da sensibilidade, da imaginação, a possibilidade de produzir significados  e interpretações do que se vive e de fazer conexões &#8211; o que, por sua vez, potencializa a qualidade da intervenção educativa. Do modo como é entendida aqui, cultura geral inclui um amplo espectro de temáticas: familiaridade com as diferentes produções da cultura popular e erudita e da cultura de massas e atualização em relação às tendências de transformação do mundo contemporâneo. A cultura profissional, por sua vez, refere-se àquilo que é próprio da atuação do professor no exercício da docência. Fazem parte desse âmbito temas relativos às tendências da educação e do papel do professor no mundo atual. É necessário, também, que os cursos de formação ofereçam condições para que os futuros professores aprendam a usar tecnologias de informação e comunicação, cujo domínio é importante para a docência e para as demais dimensões da vida moderna. </span></p>
<h1>Conhecimentos sobre crianças, jovens e adultos</h1>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">A formação de professores deve assegurar o conhecimento dos aspectos físicos, cognitivos, afetivos e emocionais do desenvolvimento individual tanto de uma perspectiva científica quanto à relativa às representações culturais e às práticas sociais de diferentes grupos e classes sociais. Igualmente relevante é a compreensão das formas diversas pelas quais as diferentes culturas atribuem papéis sociais e características psíquicas a faixas etárias diversas. A formação de professores deve assegurar a aquisição de conhecimentos sobre o desenvolvimento humano e sobre a forma como diferentes culturas caracterizam as diferentes faixas etárias e sobre as representações sociais e culturais dos diferentes períodos: infância, adolescência, juventude e vida adulta. Igualmente importante é o conhecimento sobre as peculiaridades dos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais. Para que possa compreender quem são seus alunos e identificar as necessidades de atenção, sejam relativas aos afetos e emoções, aos cuidados corporais, de nutrição e saúde, sejam relativas às aprendizagens escolares e de socialização, o professor precisa conhecer aspectos psicológicos que lhe</span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">permitam atuar nos processos de aprendizagem e socialização; ter conhecimento do desenvolvimento físico e dos processos de crescimento, assim como dos processos de aprendizagem dos diferentes conteúdos escolares em diferentes momentos do desenvolvimento cognitivo, das experiências institucionais e do universo cultural e social em que seus alunos se inserem. São esses conhecimentos que o ajudarão a lidar com a diversidade dos alunos e a trabalhar na perspectiva da escola inclusiva. É importante que, independentemente da etapa da escolaridade em que o futuro professor vai atuar, ele tenha uma visão global sobre esta temática, aprofundando seus conhecimentos sobre as especificidades da faixa etária e das práticas dos diferentes grupos sociais com a qual vai trabalhar. Conhecimentos sobre a dimensão cultural, social, política e econômica da educação Este âmbito, bastante amplo, refere-se a conhecimentos relativos à realidade social e política brasileira e a sua repercussão na educação, ao papel social do professor, à discussão das leis relacionadas à infância, adolescência, educação e profissão, às questões da ética e da cidadania, às múltiplas expressões culturais e às questões de poder associadas a todos esses temas. Diz respeito, portanto, à necessária contextualização dos conteúdos, assim como o tratamento dos Temas Transversais &#8211; questões sociais atuais que permeiam a prática educativa como ética, meio ambiente, saúde, pluralidade cultural, trabalho, consumo e outras &#8211; seguem o mesmo princípio: o compromisso da educação básica com a formação para a cidadania e buscam a mesma finalidade: possibilitar aos alunos a construção de significados e a necessária aprendizagem de participação social. Igualmente, políticas públicas da educação, dados estatísticos, quadro geral da situação da educação no país, relações da educação com o trabalho, relações entre escola e sociedade são informações essenciais para o conhecimento do sistema educativo e, ainda, a análise da escola como instituição – sua organização, relações internas e externas &#8211; concepção de comunidade escolar, gestão escolar democrática, Conselho Escolar e projeto pedagógico da escola, entre outros.</span></span></p>
<h1>Conteúdos das áreas de conhecimento que são objeto de ensino</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Incluem-se aqui os conhecimentos das áreas que são objeto de ensino em cada uma das diferentes etapas da educação básica. O domínio desses conhecimentos é condição essencial para a construção das competências profissionais apresentadas nestas diretrizes. Nos cursos de formação para a educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental é preciso incluir uma visão inovadora em relação ao tratamento dos conteúdos das áreas de conhecimento, dando a eles o destaque que merecem e superando  abordagens infantilizadas de sua apropriação pelo professor. Nos cursos de formação para as séries finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio, a inovação exigida para as licenciaturas é a identificação de procedimentos de seleção, organização e tratamento dos conteúdos, de forma diferenciada daquelas utilizadas em cursos de bacharelado; nas licenciaturas, os conteúdos disciplinares específicos da área são eixos articuladores do currículo, que devem relacionar grande parte do saber pedagógico necessário ao exercício profissional e estar constantemente referidos ao ensino da disciplina para as faixas etárias e as etapas correspondentes da Educação Básica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Em ambas situações é importante ultrapassar os estritos limites disciplinares, oferecendo uma formação mais ampla na área de conhecimento, favorecendo o desenvolvimento de propostas de trabalho interdisciplinar, na Educação Básica. São critérios de seleção de conteúdos, na formação de professores para a Educação Básica, as potencialidades que eles têm no sentido de ampliar:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">a) a visão da própria área de conhecimento que o professor em formação deve construir;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">b) o domínio de conceitos e de procedimentos que o professor em formação trabalhará com seus alunos da educação básica;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">c) as conexões que ele deverá ser capaz de estabelecer entre conteúdos de sua área com as de outras áreas, possibilitando  uma abordagem de contextos significativos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">São critérios de organização de conteúdos, as formas que possibilitam:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">a) ver cada objeto de estudo em articulação com outros objetos da mesma área ou da área afim;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">b) romper com a concepção linear de organização dos temas, que impede o estabelecimento de relações, de analogias etc.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Dado que a formação de base, no contexto atual da educação brasileira, é muitas vezes insuficiente, será muitas vezes necessária a oferta de unidades curriculares de complementação e consolidação desses conhecimentos básicos. Isso não deve ser feito por meio de simples “aulas de revisão”, de modo simplificado e sem o devido aprofundamento. Essa intervenção poderá ser concretizada por programas ou ações especiais, em módulos ou etapas a serem oferecidos aos professores em formação. As Diretrizes e os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio devem ser usados como balizadores de um diagnóstico a ser, necessariamente, realizado logo no início da formação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Convém destacar a necessidade de contemplar na formação de professores conteúdos que permitam analisar valores e atitudes. Ou seja, não basta tratar conteúdos de natureza conceitual e/ou procedimental. É imprescindível que o futuro professor desenvolva a compreensão da natureza de questões sociais, dos debates atuais sobre elas, alcance clareza sobre seu posicionamento pessoal e conhecimento de como trabalhar com os alunos.</span></p>
<h1>Conhecimento pedagógico</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Este âmbito refere-se ao conhecimento de diferentes concepções sobre temas próprios da docência, tais como, currículo e desenvolvimento curricular, transposição didática, contrato didático, planejamento, organização de tempo e espaço, gestão de classe, interação grupal, criação, realização e avaliação das situações didáticas, avaliação de aprendizagens dos alunos, consideração de suas especificidades, trabalho diversificado, relação professor-aluno, análises de situações educativas e de ensino complexas, entre outros. São deste âmbito, também, as pesquisas dos processos de aprendizagem dos alunos e os procedimentos para produção de conhecimento pedagógico pelo professor.</span></p>
<h1>Conhecimento advindo da experiência</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">O que está designado aqui como conhecimento advindo da experiência é, como o nome já diz, o conhecimento construído “na” e “pela” experiência. Na verdade, o que se pretende com este âmbito é dar destaque à natureza e à forma com que esse conhecimento é constituído pelo sujeito. É um tipo de conhecimento que não pode ser construído de outra forma senão na prática profissional e de modo algum pode ser substituído pelo conhecimento “sobre” esta prática. Saber &#8211; e aprender – um conceito ou uma teoria é muito diferente de saber &#8211; e aprender &#8211; a exercer um trabalho. Trata-se, portanto, de aprender a “ser” professor.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Perceber as diferentes dimensões do contexto, analisar como as situações se constituem e compreender como a atuação pode interferir nelas é um aprendizado permanente, na medida em que as questões são sempre singulares e novas respostas precisam ser construídas. A competência profissional do professor é, justamente, sua capacidade de criar soluções apropriadas a cada uma das diferentes situações complexas e singulares que enfrenta. Assim, este âmbito de conhecimento está relacionado às práticas próprias da atividade de professor e às múltiplas competências que as compõem e deve ser valorizado em si mesmo. Entretanto, é preciso deixar claro que o conhecimento experiencial pode ser enriquecido quando articulado a uma</span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">reflexão sistemática. Constrói-se, assim, em conexão com o conhecimento teórico, na medida em que é preciso usá-lo para refletir sobre a experiência, interpretá-la, atribuir-lhe significado.</span></span></p>
<h1>Conhecimentos para o desenvolvimento profissional</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">A definição dos conhecimentos exigidos para o desenvolvimento profissional origina-se na identificação dos requisitos impostos para a constituição das competências. Desse modo, além da formação específica relacionada às diferentes etapas da Educação Básica, requer a sua inserção no debate contemporâneo mais amplo, que envolve tanto questões culturais, sociais, econômicas, como conhecimentos sobre o desenvolvimento humano e sobre a própria docência.</span></p>
<h1>Competências do Professor &#8211; Parte Geral</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Competências relativas aos fundamentos do processo educativo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">C.I &#8211; Compreender o processo de sociabilidade e de ensino e aprendizagem na escola e nas suas relações com o contexto no qual se inserem as instituições de ensino e atuar sobre ele.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H1 &#8211; Identificar as novas demandas que a sociedade do conhecimento está colocando para a educação escolar.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H2 &#8211; Identificar formas de atuação docente, possíveis de serem implementadas, considerando o contexto das políticas de currículo da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, nas dimensões sala de aula, escola e diretoria.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">C.II &#8211; Situar a escola pública no seu ambiente institucional e explicar as relações (hierarquias, articulações, obrigatoriedade, autonomia) que ela mantém com as diferentes instâncias da gestão pública, utilizando conceitos tais como:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* sistema de ensino; sistema de ensino estadual e municipal;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* âmbitos da gestão das políticas educacionais &#8211; nacional, estadual e municipal, MEC, Secretarias Estaduais e Municipais, Conselho Nacional de Educação;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* legislação básica da educação: LDB, diretrizes curriculares nacionais, atos normativos da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo e papel do Conselho Estadual de Educação de SP;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* carreira do magistério &#8211; legislação e mudanças recentes.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H3 &#8211; Identificar a composição, os papéis e funções da equipe de uma escola e as normas que devem reger as relações entre os profissionais que nela trabalham.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H4 &#8211; Reconhecer principais leis e normas que regulamentam a profissão de professor, sendo capaz de identificar as incumbências do professor, tal como prescritas pelo Art. 13 da LDB, em situações concretas que lhe são apresentadas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Art. 13. Os docentes incumbir-se-ão de:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">I &#8211; participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">II &#8211; elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">III &#8211; zelar pela aprendizagem dos alunos;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">IV &#8211; estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">V -ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente os períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">VI &#8211; colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">C.III &#8211; Reconhecer a importância de participação coletiva e cooperativa na elaboração, gestão, desenvolvimento e avaliação do projeto educativo e curricular da escola, identificando formas positivas de atuação em diferentes contextos da prática profissional, além da sala de aula.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H5 &#8211; Diante de um problema de uma escola caracterizada, indicar os aspectos que merecem ser discutidos e trabalhados coletivamente pela equipe escolar.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H6 &#8211; Identificar os diferentes componentes do Projeto Pedagógico.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H7 &#8211; Escolher entre as justificativas apresentadas as que mais se adequam ao papel do professor na elaboração e/ou execução desse Projeto.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">C.IV &#8211; Promover uma prática educativa que leve em conta as características dos alunos e de seu meio social, seus temas e necessidades do mundo contemporâneo e os princípios, prioridades e objetivos do projeto educativo e curricular.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H8 &#8211; Analisar os fatores socioeconômicos que afetam o desempenho do aluno na escola e identificar ações para trabalhar com esses impactos externos, seja no sentido de aproveita-los como enriquecimento dos conteúdos curriculares seja no sentido de atenuar eventuais efeitos negativos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">C.V &#8211; Compreender o significado e a importância do currículo para garantir que todos os alunos façam um percurso básico comum e aprendam as competências e habilidades que têm o direito de aprender, sabendo identificar as diferenças entre o Currículo que é praticado (colocado em ação) na escola e as Diretrizes e Parâmetros Curriculares Nacionais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H9 &#8211; Compreender as fases de desenvolvimento da criança e do jovem e associar e explicar como a escola e o professor devem agir para adequar o ensino e promover a aprendizagem em cada uma dessas etapas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H10 &#8211; Caracterizar, explicar e exemplificar o que pode ser uma parceria colaborativa dos pais com a escola, tendo em vista melhorar a qualidade das aprendizagens dos alunos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Competências referentes ao domínio do conhecimento pedagógico</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">C.VI &#8211; Diante de informações gerais sobre a escola, a idade da turma, a etapa (Fundamental ou Médio) e o ano (série), bem como sobre os recursos pedagógicos existentes e outras condições pertinentes da escola, propor situações de aprendizagem de sua disciplina, nas quais sejam explicitadas e explicadas:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* o que o aluno deverá aprender com a situação proposta;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* o conteúdo a ser ensinado;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* o tempo de duração e sua distribuição;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* as formas de agrupamento dos alunos nas atividades previstas;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* a forma de apresentar e comunicar aos alunos os objetivos da situação;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* as atividades de professor e aluno distribuídas no tempo, de modo a ficar claro o percurso a ser realizado para que a aprendizagem aconteça;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* o tipo de acompanhamento que o professor deve fazer ao longo do percurso;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* as estratégias de avaliação e as possíveis estratégias de recuperação na hipótese de problemas de aprendizagem.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H11 &#8211; Identificar e justificar a importância dos organizadores de situações de aprendizagem (competências e habilidades que os alunos deverão constituir; conteúdos curriculares selecionados; atividades do aluno e do professor; avaliação e  recuperação).</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H12 &#8211; Reconhecer estratégias para gerenciar o tempo em sala de aula, nas seguintes situações, considerando a diversidade dos alunos, os objetivos das atividades propostas e as características dos próprios conteúdos:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* Existência de alunos que aprendem mais depressa e alunos mais lentos;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* Tempo insuficiente para dar conta do conteúdo previsto no plano de trabalho (anual, bimestral, semanal);</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* Sugerir e explicar formas de agrupamento dos alunos, indicando as situações para as quais são adequadas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H13 &#8211; Utilizar estratégias diversificadas de avaliação da aprendizagem e, a partir de seus resultados, reconhecer propostas de intervenção pedagógica, considerando o desenvolvimento  de diferentes capacidades dos alunos;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H14 &#8211; Compreender o significado das avaliações externas &#8211; nacionais e internacionais &#8211; que vêm sendo aplicadas no Brasil e reconhecer alcances e limites do uso dos resultados que o país vem apresentando nessas avaliações na última década.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H15 &#8211; Identificar as principais características do SARESP após suas modificações de 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H16 &#8211; Interpretar adequadamente o IDEB &#8211; como se constrói, para que serve, o que significa para a educação escolar brasileira.</span></p>
<p>Competências referentes ao conhecimento de processos de investigação que possibilitem o aperfeiçoamento da prática pedagógica</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">C.VII &#8211; Demonstrar domínio de processos de ação e investigação que possibilitem o aperfeiçoamento da prática pedagógica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H17 &#8211; Diante de situações-problema relativas às relações interpessoais que ocorrem na escola, identificar a origem do problema e as possíveis soluções.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H18 &#8211; Dada uma situação de sala de aula, identificar os aspectos relevantes a serem observados e o registro mais adequado dessas observações.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H19 &#8211; Identificar e/ou selecionar dados de investigações ou estudos relevantes para a prática em sala de aula.</span></p>
<p>Competências referentes ao gerenciamento do próprio desenvolvimento profissional</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">H20 &#8211; Identificar dados e informações sobre a organização, gestão e financiamento dos sistemas de ensino, sobre a legislação e as políticas públicas referentes à educação para uma inserção profissional crítica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Bibliografia para Parte Geral</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. 10.OLIVEIRA, Marta K. de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento; um processo sócio-histórico. 4. ed. São Paulo: Scipione,1997.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. ASSMANN, Hugo. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Metáforas novas para reencantar a educação &#8211; epistemologia e didática. Piracicaba: Unimep, 2001.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. COLL, César e outros. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. COLL, César; MARTÍN, Elena e colaboradores. Aprender conteúdos &amp; desenvolver capacidades. Porto Alegre: Artmed, 2004.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. CONTRERAS, José. A autonomia dos professores. São Paulo: Cortez, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. DELORS, Jacques e EUFRAZIO, José Carlos. Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Cortez, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. São Paulo: Paz e Terra, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. GARDNER, Howard; PERKINS, David; PERRONE, Vito e </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">colaboradores. Ensino para a compreensão. A pesquisa na prática. Porto Alegre: Artmed, 2007.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível, o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos. Porto Alegre: Artmed, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. PIAGET, Jean. Para onde vai a educação?. Rio de Janeiro: José Olimpio, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. PIAGET, Jean. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. TEDESCO, Juan Carlos. O novo pacto educativo. São Paulo: Ática, 2001.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem &#8211; Práticas de Mudança: por uma praxis transformadora. São Paulo: Libertad, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Documentos para Parte Geral</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BRASIL. MEC. DCNs do Ensino Fundamental. Disponível em: </span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1998/"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1998/</span></a></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> pceb004_98.pdf</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BRASIL. MEC. DCNs do Ensino Médio &#8211; Parecer 15/98. Disponível em: </span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1998/"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/1998/</span></a></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> pceb015_98.pdf</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. BRASIL. MEC/INEP. Fundamentos teórico-metodológicos do ENEM. Disponível em: </span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.publicacoes.inep.gov.br/"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://www.publicacoes.inep.gov.br/</span></a></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> detalhes.asp?pub=4005</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. BRASIL. MEC/INEP. IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Disponível em: </span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://portalideb.inep.gov.br/"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://portalideb.inep.gov.br/</span></a></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. BRASIL. MEC/INEP. Prova Brasil e o SAEB. Disponível em: </span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://provabrasil.inep.gov.br/"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://provabrasil.inep.gov.br/</span></a></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. BRASIL. MEC/SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais. Introdução. Terceiro e Quarto Ciclos do Ensino Fundamental. Brasília: MEC/SEF,1997. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/ seb/arquivos/pdf/introducao.pdf </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. BRASIL. MEC/SEMTEC. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Brasília: MEGSEMTEC, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio: Documento de Apresentação. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: </span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.rededosaber.sp.gov/"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://www.rededosaber.sp.gov</span></a></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">. br/portais/Portals/18/arquivos/PropostaCurricularGeral_Internet_md.pdf</span></span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de Língua Portuguesa</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Ensinar português é respeitar, antes de tudo, a língua que o aluno traz. É saber não emudecê-lo em sua enunciação. É interagir com seus enunciados, fazendo aí ampliar a palavra que garante a expressão genuína da relação eu &#8211; outro. Esse professor e esse aluno devem construir juntos saberes e fazeres que os levem a compartilhar conhecimentos da língua e da literatura, vivenciar experiências tanto na grandeza da dimensão social, quanto no mergulho das singularidades do eu. Só assim se constroem sentidos e significados. Só assim se tece a ética da convivência, firmada no compromisso da liberdade. Saber lidar com o movimento pendular entre teoria e prática, tendo como norte o ato didático, é buscar intencionalidades para que os conteúdos sejam problematizados e as formas ajustadas em processos de criação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">O professor de Língua Portuguesa deve apresentar o seguinte perfil:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Conhecer, compreender e problematizar o fenômeno linguístico e o literário nas dimensões discursiva, semântica, gramatical e pragmática.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Construir um olhar dialético, no espaço didático, entre o que é intrinsecamente linguístico e as instâncias subjetivas e sociais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Reconhecer as múltiplas possibilidades de construção de sentidos, em situações de produção e recepção textuais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Construir intertextualidades, analisando tema, estrutura composicional e estilo de objetos culturais em diferentes linguagens, tais como literatura, pintura, escultura, fotografia e textos do universo digital.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Reconhecer os pressupostos teóricos que embasam os conceitos fundantes da disciplina na práxis didática dos processos de ensino-aprendizagem.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Ampliar sua história de leitor, desenvolvendo maior autonomia e fruição estética.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Refletir sobre a prática docente, articulando dialogicamente os sujeitos envolvidos, os materiais pedagógicos, as metodologias adequadas e os procedimentos de avaliação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Reconhecer o ato didático como processo dinâmico de investigação, intencionalidade e criação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Saber criar situações didáticas que favoreçam a autonomia, a liberdade e a sensibilidade do aluno.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Desenvolver uma atuação profissional pautada pela ética e pela responsabilidade das interações sociais.</span></p>
<h1>Habilidades do professor de Língua Portuguesa</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Estabelecer relações entre diferentes teorias sobre a linguagem, reconhecendo a pluralidade da natureza, da gênese e da função de formas de expressão verbais e não verbais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Reconhecer a língua como fonte de legitimação de acordos e condutas sociais e de experiências humanas manifestas nas formas de sentir, pensar e agir na vida social, com base na análise de sua constituição e representação simbólica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Identificar e justificar marcas de variação linguística, relativas aos fatores geográficos, históricos, sociológicos e técnicos; às diferenças entre a linguagem oral e a escrita; à seleção de registro em situação interlocutiva (formal, informal); aos diversos componentes do sistema linguístico em que a variação se manifesta: na fonética, no léxico, na morfologia e na sintaxe.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Justificar a presença de variedades linguísticas em registros de fala e de escrita, nos seguintes domínios: sistema pronominal; sistema de tempos verbais e emprego dos tempos verbais; casos de concordância e regência nominal e verbal para recuperação de referência e manutenção da coesão do texto.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Analisar as implicações discursivas decorrentes de possíveis relações estabelecidas entre forma e sentido, por meio de recursos expressivos: utilização de recursos sintáticos e morfológicos que permitam alterar o sentido da sentença para expressar diferentes pontos de vista.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Identificar e justificar o uso de recursos lingüísticos expressivos em textos, relacionando-os às intenções do enunciador, articulando conhecimentos prévios e informações textuais, inclusive as que dependem de pressuposições e inferências (semânticas e pragmáticas) autorizadas pelo texto, para explicar ambiguidades, ironias e expressões figuradas, opiniões e valores implícitos, bem como as intenções do enunciador / autor.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Analisar, comparar e justificar os diferentes discursos, em língua falada e em língua escrita, observando sua estrutura, sua organização e seu significado relacionado às condições de produção e recepção.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Articular informações linguísticas, literárias e culturais, estabelecendo relações entre linguagem e cultura, comparando situações de uso da língua em diferentes contextos históricos, sociais e espaciais e reconhecendo as variedades lingüísticas existentes e os vários níveis e registros de linguagem.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Relacionar o texto literário com os problemas e concepções dominantes na cultura do período em que foi escrito e com os problemas e concepções do momento presente.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Analisar criticamente as obras literárias, não somente por meio de uma interpretação derivada do contato direto com elas, mas também pela aplicação das categorias de diferentes obras de crítica e de teoria literárias.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Analisar criticamente textos literários e identificar a intertextualidade (gêneros, temas e representações) nas obras da literatura em língua portuguesa.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. Estabelecer e discutir as relações dos textos literários com outros tipos de discurso e com os contextos em que se inserem.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Reconhecer e valorizar a expressão literária popular, estabelecendo diálogos intertextuais com a produção literária erudita, identificando e justificando pela análise de texto, formas e modos de representação linguística do imaginário coletivo e da cultura.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Identificar as características de textos em linguagens verbais e não verbais, analisando e comparando suas especificidades na transposição de uma para outra.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Analisar criticamente propostas curriculares de Língua e Literatura para a Educação Básica, identificando os pressupostos teóricos no processo de ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa, com base na metodologia indicada no Currículo do Estado de São Paulo para Língua Portuguesa.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. Identificar a aplicação adequada de diferentes experiências didáticas para solucionar problemas de ensino-aprendizagem de produção de texto escrito na escola, justificando os elementos relevantes e as estratégias utilizadas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. Identificar e justificar o uso adequado de diferentes teorias e métodos de leitura, em análise de casos, para resolver problemas relacionados ao ensino-aprendizagem de leitura na escola.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Identificar e justificar o uso de materiais didáticos em diferentes experiências de ensino-aprendizagem de língua e literatura, reconhecendo os elementos relevantes e as estratégias adequadas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Identificar e justificar estratégias de ensino, em análise de casos, que favoreçam o processo criativo e a autonomia do aluno.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Justificar estratégias de ensino, em análises de casos, que possibilitem a fruição estética de objetos culturais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Bibliografia para Língua Portuguesa</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1997.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. CANDIDO, Antonio. Literatura e Sociedade. 10ª. Ed. São Paulo: Ouro sobre Azul, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. COLOMER, Teresa; CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Porto Alegre: Artmed, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. São Paulo: Martins Editora, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. FAIRCLOUGH, Norman. Discurso e mudança social. Brasília: UNB, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor &#8211; Aspectos cognitivos da leitura. Campinas, São Paulo: Pontes, 2005.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. KOCH, Ingedore G. Villaça. O texto e a construção dos sentidos. São Paulo: Contexto, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. MARCUSCHI, Luiz Antônio: Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. MARTINS, Nilce Sant’anna. Introdução à estilística. São Paulo: EDUSP, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. NOLL, Volker. O português brasileiro: formação e contrastes. São Paulo: Globo, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. SARAIVA, José Antonio. Iniciação à Literatura Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas / São Paulo: Mercado de Letras, 2004.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. SOUZA, Mauro Wilton de (org.). Sujeito, o lado oculto do receptor. São Paulo: Brasiliense, 1995.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed,1998.</span></p>
<h1>Documentos para Língua Portuguesa</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_LP_COMP_red_md_20_03. pdf</span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de Arte</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">A Arte é área de trânsito entre fronteiras do conhecimento. As diversas linguagens artísticas são manifestações da dimensão simbólica do ser humano. A articulação das diversas linguagens (gestual, visual, sonora, corporal, verbal) e seus usos cotidianos se reflete na especificidade da experiência estética através das formas de Arte, que geram um tipo particular de conhecimento, diferente dos conhecimentos científicos, filosóficos, religiosos, um conhecimento humano, articulado no âmbito da sensibilidade, da percepção, da imaginação e da cognição. O processo de ensino-aprendizagem da arte pressupõe um professor capaz de refletir acerca de sua prática e de agir intencionalmente, guiando-se por princípios éticos e humanísticos, um professor que se revê no processo, aperfeiçoa-se na práxis educadora e constrói-se com seus alunos. Sua prática é inovadora, feita de materiais objetivos e subjetivos, do sonho e da realidade, do possível e do utópico, e está fundamentada em conhecimentos construídos durante sua trajetória. Como agente do processo de produção e recepção, o professor concebe a aula de Arte como proposições de experiências estéticas e artísticas, organizadas em torno do princípio dialógico, atento às histórias de vida de seus educandos e ao seu direito de conhecer e desfrutar do patrimônio cultural da humanidade. Lapidando suas potencialidades, oferece oportunidades e desafios para que eles criem, se expressem, leiam o mundo ao seu redor e ajam sobre ele. Assim, esse professor estabelece relações entre arte, conhecimento e cultura; cultiva o diálogo, a curiosidade, a cooperação, a pesquisa, a experimentação, a inventividade e a elaboração e instaura processos de concepção e de realização de projetos significativos para os alunos e a comunidade em que vive. Para isto, o professor deve respeitar o eixo epistemológico da linguagem de sua formação: teatro, música, dança, artes visuais e promover a articulação com as demais linguagens artísticas, possibilitando um entendimento mais acurado das relações transversais e interdisciplinares que a Arte é capaz de estabelecer com outros campos de conhecimento.</span></p>
<p>O professor de Arte deve apresentar o seguinte perfil:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Promover o processo simbólico inerente ao ser humano através das linguagens gestual, visual, sonora, corporal, verbal em situações de produção e apreciação, construindo com os alunos a relação dialética entre o eu e o outro, entre diferentes contextos culturais e diante de múltiplas manifestações artísticas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Respeitar o eixo epistemológico da linguagem de sua formação específica em teatro, música, dança, artes visuais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Ler e operar as relações entre forma-conteúdo em diálogo com a materialidade (matérias, suportes, ferramentas e procedimentos) nas linguagens das artes visuais, da dança, da música e do teatro, de acordo com sua formação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Compreender, ampliar e construir conceitos sobre as linguagens da arte a partir de saberes estéticos, artísticos e culturais, tais como: história da arte, filosofia da arte, práticas culturais, relações entre arte e sociedade e o fazer artístico.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Valorizar os patrimônios culturais materiais e imateriais, promover a educação patrimonial e instigar a frequentação às salas de espetáculos e concertos, museus, instituições culturais e acontecimentos de cada região.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Trabalhar a intertextualidade e a interdisciplinaridade relacionando as diferentes formas de arte (teatro, dança, música e artes visuais) às demais áreas do conhecimento.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Compreender e pesquisar processos de criação em arte na construção de poéticas pessoais, coletivas ou colaborativas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Compreender a aula de arte como um processo dinâmico, um ato comunicativo dialógico, ético e estético e como espaço de constituição de seres humanos dotados de autonomia, sensibilidade, criticidade e inventividade.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Refletir a respeito da prática docente, considerando dialogicamente os sujeitos envolvidos, os materiais pedagógicos, os procedimentos de avaliação e as metodologias adequadas, superando a dicotomia entre teoria e prática e colocando-se como agente do processo de produção e recepção que amplia seus conhecimentos e vivências nos campos da arte e da educação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Empenhar-se na construção de uma práxis docente social e humana que reconhece o valor da experiência, do diálogo, da sensibilidade, da pesquisa, da imaginação, da experimentação e da criação, no exercício docente e nos processos formativos em arte.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Habilidades do professor de Arte</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Demonstrar atualização em relação à produção artística contemporânea brasileira e estrangeira em sua multiplicidade de manifestações.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Demonstrar competência estética, reconhecendo processos que envolvem criação, pesquisa, experimentação, produção e apreciação, superando a dicotomia entre teoria e prática.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Demonstrar capacidade de ler, interpretar, criticar e relacionar e analisar comparativamente formas de arte produzidas em diferentes linguagens.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Demonstrar capacidade de ler e analisar criticamente as formas de arte, identificar e reconhecer situações de intertextualidades entre as diversas linguagens artísticas e entre elas e outras áreas de conhecimento, mantendo sempre o principio do eixo epistemológico de sua formação ao propor projetos de criação com os alunos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Demonstrar capacidade de leitura, interpretação e compreensão de elementos visuais, sonoros, gestuais e sígnicos, nos mais variados textos verbais e não-verbais, interagindo, analisando, questionando, avaliando, reagindo à cultura visual, às sonoridades, aos gestos de pessoas e grupos, às diferentes mídias, à cultura de massa e à sociedade de consumo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Reconhecer processos e experiências que valorizem a singularidade dos saberes populares e eruditos como fruto da intensa interação do ser humano consigo mesmo, com o outro, com seu meio, sua cultura e com seu tempo e espaço.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Demonstrar conhecimento de instrumentos que permitam identificar as características de seus alunos e a comunidade onde vivem, buscando aproximações e modos de acesso aos seus universos, instigando o contato significativo com a arte.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Reconhecer experiências que despertem a curiosidade do aluno em conhecer, fruir e fazer arte e contribuam para a ampliação de seu universo artístico e cultural.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Analisar e avaliar os processos criativos do/com o aluno a partir do eixo epistemológico da linguagem de sua formação em música, teatro, dança ou artes visuais, ao desenvolver projetos na linguagem específica e também projetos interdisciplinares entre as linguagens artísticas e com as outras áreas de conhecimento do currículo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Ser capaz de operar com a linguagem artística de sua formação, com a especificidade de seus saberes e fazeres, contribuindo para o seu aprofundamento e as potenciais relações com as demais linguagens, especialmente por meio de conceitos abordados na proposta curricular.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Identificar experiências artísticas e estéticas que propiciem a ampliação do olhar, a escuta, a sensibilidade e as possibilidades de ação dos alunos e que indiquem a importância da escuta e da observação dos professores em relação às respostas dos alunos às ações propostas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. Identificar referenciais teóricos e recursos didáticos disponíveis, de acordo com as características dos contextos educativos, às necessidades dos alunos e às propostas educativas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Demonstrar capacidade em operar com conceitos, conteúdos, técnicas, procedimentos, materiais, ferramentas e instrumentos envolvidos nos processos de trabalho propostos nas linguagens das artes visuais, da dança, da música e do teatro, de acordo com sua formação, compreendendo e articulando diferentes teorias e métodos de ensino que permitam a transposição didática dos conhecimentos sobre arte para situações de sala de aula.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Reconhecer e justificar a utilização de propostas que apresentem problemas relacionados à arte e estimulem o espírito investigativo, o desenvolvimento cognitivo e a práxis criadora dos alunos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Ser capaz de operar com a práxis educativa em arte envolvendo o trabalho colaborativo com seus pares e a comunidade escolar de modo a buscar ultrapassar os limites e desafios apresentados pelas realidades escolares.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. Demonstrar conhecimento sobre a mediação cultural no modo de organizar, acompanhar e orientar visitas a museus e mostras de arte, apresentações de espetáculos de teatro, música e dança, exibições de filmes, visitas a ateliês de artistas, entre outros, para aproximação entre as manifestações artísticas e a</span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">experiência estética dos alunos vivenciadas em sala de aula e na vida cotidiana.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. Identificar e justificar a realização de projetos que propiciem a conquista da autonomia da expressão artística dos alunos e alimentem o desenvolvimento de ações que se estendam para além da sala de aula e do espaço escolar.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Demonstrar conhecimento no campo da história do ensino da arte no Brasil, bem como as diversas teorias e propostas metodológicas que fundamentam as práticas educativas em arte.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Identificar e selecionar processos de formação contínua, buscando modos de atualizar-se, participando da vida cultural de sua região.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Analisar criticamente propostas curriculares de Arte e participar dos debates e processos de formação contínua oferecidos pelas instituições culturais e educacionais.</span></p>
<h1>Bibliografia para Arte</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. ALMEIDA, Berenice e PUCCI, Magda. Outras terras, outros sons. São Paulo: Callis, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BARBOSA, Ana Mae. Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. BERTHOLT, Margot. História Mundial do Teatro. São Paulo: Perspectiva, 2004.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. BOURCIER, Paul. História da Dança no Ocidente. São Paulo: Martins Fontes, 2001.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. DESGRANGES, Flávio. A Pedagogia do Espectador. São Paulo: Hucitec, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. HERNANDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre: ArtMed, 2000.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. O que é cultura. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">In: SANTAELLA, Lúcia. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003, p. 29-49.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. OLIVEIRA, Marilda Oliveira de (org). Arte, Educação e Cultura. Santa Maria: Ed. da UFSM, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. OSTROWER, Fayga Universos da Arte. Rio de Janeiro:</span></p>
<p lang="en-US"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Elsevier, 2004.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. PAVIS, Patrice. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">A Análise dos Espetáculos. São Paulo: Perspectiva, 2008.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. SALLES, Cecília Almeida. Gesto inacabado processo de criação artística. São Paulo: Annablume, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. SANTOS, Inaicyra Falcão dos. Corpo e Ancestralidade: uma proposta pluricultural de dança, arte, educação. São Paulo: Terceira Margem, 2006</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. SCHAFER, R. Murray. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">O ouvido pensante. São Paulo: Editora da UNESP, 2000.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. SPOLIN, Viola. Jogos Teatrais na Sala de Aula. São Paulo: Perspectiva, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. VERTAMATTI, Leila Rosa Gonçalves. Ampliando o Repertório do Coro Infanto-Juvenil &#8211; um estudo de repertório inserido em uma nova estética. São Paulo: UNESP, 2007; Rio de Janeiro: FUNARTE, 2008.</span></p>
<h1>Documentos para Arte</h1>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Programa Cultura é Currículo. Disponível em: </span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://culturaecurriculo.fde.sp.gov.br/"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://culturaecurriculo.fde.sp.gov.br</span></a></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Arte para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: </span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/</span></a></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> Portals/18/arquivos/Prop_ART_COMP_red_md_20_03.pdf</span></span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de Educação Física</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Ensinar Educação Física é tratar pedagogicamente dos conteúdos culturais relacionados às práticas corporais. É reconhecer o patrimônio disponível na comunidade para aprofundá-lo, ampliá-lo e qualificá-lo criticamente. O ensino da Educação física proporciona aos alunos melhores condições para usufruto, participação, intervenção e transformação das manifestações da cultura de movimentos. Recorre a situações didáticas que promovem a análise e a interpretação dos jogos, danças, ginásticas, lutas e esportes, concebidos como textos historicamente produzidos e reproduzidos pelos diversos grupos que coabitam a sociedade. Portanto, significa conhecer o contexto no qual são produzidas estas práticas corporais, tratar pedagogicamente este conteúdo específico, conhecer os alunos e o currículo (programa de ensino), promover praticas de avaliação que levem o aluno ao conhecimento de si, da vida em grupo, da aprendizagem de conteúdos e da ética. Nas aulas, os artefatos culturais receberão, quando necessário, novos sentidos e significados, a fim de que se estabeleçam as condições necessárias para um diálogo respeitoso entre os alunos e destes com a pluralidade de formas expressivas presente na paisagem social.</span></p>
<p>O professor de Educação Física deve apresentar o seguinte perfil:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Reconhecer as manifestações da cultura corporal como formas legítimas de expressão de um determinado grupo social, bem como artefatos históricos, sociais e políticos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Conhecer e compreender a realidade social para nela intervir, por meio da produção e ressignificação das manifestações e expressões do movimento humano com atenção à</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">variedade presente na paisagem social.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Demonstrar atitude crítico-reflexiva perante a produção de conhecimento da área, visando obter subsídios para o aprimoramento constante de seu trabalho no âmbito da Educação Física escolar.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Ser conhecedor das influências sócio-históricas que conferem à cultura de movimentos sua característica plástica e mutável.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Dominar os conhecimentos específicos da Educação Física e suas interfaces com as demais disciplinas do currículo escolar.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Relacionar os diferentes atributos das práticas corporais sistematizadas às demandas da sociedade contemporânea.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Dominar métodos e procedimentos que permitam adequar as atividades de ensino às características dos alunos, a fim de desenvolver situações didáticas que potencializem o enriquecimento da linguagem corporal por meio da participação democrática.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Demonstrar capacidade de resolver problemas concretos da prática docente e da dinâmica da instituição escolar, zelando pela aprendizagem e pelo desenvolvimento do educando.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Considerar criticamente as características, interesses, necessidades, expectativas e a diversidade presente na comunidade escolar nos momentos de planejamento, desenvolvimento e avaliação das atividades de ensino.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Ser capaz de articular no âmbito da prática pedagógica os objetivos e a prática pedagógica da Educação Física com o projeto da escola.</span></p>
<h1>Habilidades do professor de Educação Física</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Analisar criticamente as orientações da Proposta Curricular de Educação Física e sua adequação para a Educação Básica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Identificar em diferentes relatos de experiências didáticas, os elementos relevantes às estratégias de ensino adequadas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Identificar dificuldades e facilidades apresentadas pelos alunos por ocasião do desenvolvimento de atividades de ensino.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Reconhecer nas diferentes teorias e métodos de ensino as que melhor permitem a transposição didática de conhecimentos sobre os jogos, esportes, danças, lutas e ginásticas para a educação básica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Reconhecer aspectos biológicos, neurocomportamentais e sociais aplicáveis em situações didáticas, que permitam trabalhar a educação física na perspectiva do currículo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Conhecer os fundamentos teórico-metodológicos da Proposta Curricular de Educação Física, a fim de subsidiar a reflexão constante sobre a própria prática pedagógica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Identificar estratégias de ensino que favoreçam a criatividade e a autonomia do aluno.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Analisar criticamente os conhecimentos da cultura de movimento disponíveis aos alunos, discriminando os procedimentos que utilizaram para acessá-los.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Identificar instrumentos que possibilitem a coleta de informações sobre o patrimônio cultural da comunidade, visando um diagnóstico da realidade com vistas ao planejamento de ensino.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Interpretar contextos históricos e sociais de produção das práticas corporais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Reconhecer e valorizar a expressão corporal dos alunos, bem como do seu desenvolvimento em contextos sociais diferenciados, estabelecendo relações com as demais práticas corporais presentes na sociedade.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. Analisar criticamente a presença contemporânea massiva das práticas corporais, fazendo interagir conceitos e valores ideológicos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Identificar as diferentes classificações dos jogos, esportes, danças, lutas e ginásticas e os elementos que as caracterizam.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Reconhecer os fundamentos das diversas funções atribuídas às práticas corporais (lazer, educação, melhoria da aptidão física e trabalho).</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Relacionar as modificações técnicas e táticas das modalidades esportivas às transformações sociais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. Analisar os recursos gestuais utilizados pelos alunos durante as atividades e compará-los com os gestos específicos da cada tema.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. Identificar as formas de desenvolvimento, manutenção e avaliação das capacidades físicas condicionantes.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Identificar as variáveis envolvidas na realização de atividades físicas voltadas para a melhoria do desempenho.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Identificar a organização das diferentes manifestações rítmico-expressivas presentes na sociedade.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Analisar os reflexos do discurso midiático na construção de padrões e estereótipos de beleza corporal e na espetacularização do esporte.</span></p>
<h1>Bibliografia para Educação Física</h1>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BETTI, M. Imagem e ação: a televisão e a Educação Física escolar. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">In: BETTI, M. (Org.) </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Educação Física e mídia: novos olhares, outras práticas. São Paulo: Hucitec, 2003.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BORGES, C. L. A formação de docentes de Educação Física  e seus saberes profissionais. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">In: BORGES, C. L.; DESBIENS, J. F. (Orgs.). </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Saber, formar e intervir para uma Educação Física em mudança. Campinas: Autores Associados, 2005.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. GOELLNER, S. V. A produção cultural do corpo. In: LOURO, G. L.; NECKEL, J. F. e GOELLNER, S. V. Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na educação. Petrópolis: Vozes, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. GUEDES, D. P. Educação para a saúde mediante programas de Educação Física escolar. Revista Motriz. Rio Claro, v. 5, n. 1, junho, 1999.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. KISHIMOTO, T. M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 1997.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. LOMAKINE, L. Fazer, conhecer, interpretar e apreciar: a dança no contexto da escola. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">In: SCARPATO, M (Org.). </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Educação Física: como planejar as aulas na escola. São Paulo: Avercamp, 2007, p.39-57.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. MARCELLINO, N. C. Lazer e Educação Física. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">In: DE MARCO, A. (Org.) </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Educação Física: cultura e sociedade. Campinas: Papirus, 2006.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. NASCIMENTO, P. R. B.; ALMEIDA, L. A tematização das lutas na Educação Física escolar: restrições e possibilidades. Revista Movimento, Porto Alegre, v.13, n.3, p. 91-110, set-dez. 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. PAES, R. R. A pedagogia do esporte e os jogos coletivos. In: ROSE JÚNIOR, D. Esporte e atividade física na infância e na adolescência: uma abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. PALMA, A. Atividade física, processo saúde-doença e condições sócio-econômicas. Revista Paulista de Educação Física, v. 14, n. 1, p. 97-106, 2000.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. RAMOS, V.; GRAÇA, A. B. S; NASCIMENTO, J. V. O conhecimento pedagógico do conteúdo: estrutura e implicações à formação em educação física. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, São Paulo, v.22, n. 2, p. 161-171, abr./jun., 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. SCHIAVON, L. M.; NISTA-PICOLLO, Vilma L. Desafios da ginástica na escola. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">In: MOREIRA, E. C. (Org.). </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Educação Física escolar: desafios e propostas 2. Jundiaí: Fontoura, 2006, p.35-60.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. SOARES, C. L. (Org.) Corpo e história. Campinas: Autores Associados, 2001.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. SOUSA, E. S. e ALTMAN, H. Meninos e meninas: expectativas corporais e implicações na Educação Física escolar. Cadernos Cedes, ano XIX, n. 48, p. 52-68, 1999.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. STIGGER, M. P. Educação Física, esporte e diversidade. Campinas: Autores Associados, 2005.</span></p>
<h1>Documentos para Educação Física</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Escola de tempo integral: oficinas curriculares de atividades esportivas e motoras; esporte, ginástica, jogo &#8211; ciclos I e II. São Paulo: SEE/CENP, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Educação Física para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_EDF_COMP_red_</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">md_20_03.pdf </span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de Língua Estrangeira Moderna &#8211; Inglês</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Aprender uma língua estrangeira se mostra relevante pela utilidade desse conhecimento e dessa habilidade para a vida das pessoas e, principalmente, pela experiência marcante e enriquecedora de vivenciar o outro, sejam eles os vários outros das línguas estrangeiras, ou os vários outros de uma mesma língua estrangeira. Desse modo, aprender uma língua estrangeira amplia a percepção sobre como os sentidos se constroem contextualmente e sobre a heterogeneidade que marca a linguagem, a língua e a comunicação; amplia, também, a percepção da diversidade cultural e social presente nas relações estabelecidas no universo da linguagem. Ressalte-se que essas aprendizagens assumem sua verdadeira  razão de ser quando possibilitam que o aluno-cidadão dialogue criticamente com outras culturas e com a sua própria; essa possibilidade oferece ao aprendiz a percepção crítica de que embora a heterogeneidade e a variação sejam características da linguagem, tais variações não são livres e aleatórias e sim determinadas e restritas por contextos sociais específicos. Dessa maneira, as formas linguísticas e culturais do eu e do outro originam e pertencem cada qual a contextos diferentes, não podendo ser considerados melhores ou priores, mais desejáveis ou menos desejáveis independente de seus contextos. Sendo assim, ensinar uma língua estrangeira significa ensinar a lidar com a heterogeneidade, a diversidade e a diferença, compreendendo a relação dialógica eu-outro inerente à comunicação, à linguagem e às relações que se estabelecem cultural e socialmente. Significa também conhecer a relação entre a teoria e a prática e estar atento para a dinâmica entre ambas. Isso permite que o professor permanentemente seja protagonista de sua ação e tome, com autonomia e responsabilidade, as decisões pedagógicas que concorrem para a realização de seu trabalho e a consecução de seus objetivos. Ensinar uma língua estrangeira no mundo de hoje significa, ainda, promover uma formação de pessoas &#8211; alunos e cidadãos &#8211; com mente aberta para conhecimentos novos, para maneiras diferentes de pensar e ver o mundo, por meio da aprendizagem e conhecimento de uma língua estrangeira.</span></p>
<p>O professor de Língua Estrangeira Moderna &#8211; Inglês deve apresentar o seguinte perfil:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Conhecer e avaliar criticamente a presença das LEMs, em especial da língua inglesa, na cultura e na vida em sociedade, e articular essa presença ao despertar do interesse e à instauração do desejo de aprender.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Compreender um texto (oral ou escrito) em língua inglesa que aborde tanto temas concretos quanto abstratos, incluindo discussões educacionais pertinentes a seu campo de especialização, bem como compreender as relações entre o texto e seu contexto de produção.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Produzir textos (orais ou escritos), em língua inglesa, claros sobre uma gama de assuntos e explicar um ponto de vista mostrando vantagens e desvantagens sobre vários aspectos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Compreender a linguagem como uma prática social, o que a torna heterogênea considerando-se que ela se constrói dentro de contextos variados, em que há diversidade cultural e social e reconhecer as múltiplas possibilidades de construção de sentidos, considerando-se que a linguagem se constrói de forma situada e contextual.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Compreender e analisar as intertextualidades e multimodalidades inerentes à linguagem e à comunicação na sociedade atual, tanto na língua materna quanto nas línguas estrangeiras.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Compreender que o ensino de língua inglesa na escola deve, além do focalizar os objetivos linguísticos e instrumentais, considerar objetivos educacionais e culturais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Refletir sobre o papel educacional da língua inglesa no currículo escolar, reconhecendo que seu espaço didáticopedagógico lhe oferece possibilidades de investigação sobre a sua prática em um exercício de autonomia, criação e crítica, e estando sempre apto e pronto a aprender.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Compreender o valor da construção de conhecimento realizada conjuntamente entre professor e alunos e promover procedimentos didáticos, metodológicos e de avaliação adequados para criar na sala de aula um ambiente e processos propícios para a aprendizagem.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Perceber que a leitura e a escrita são atividades culturais e sociais &#8211; em que relações, visões de mundo e convenções são partilhadas &#8211; e, ao mesmo tempo, atividades individuais &#8211; em que estão envolvidas imaginação, criatividade e emoções.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Compreender a importância do diálogo e da interação com professores de outros componentes curriculares de forma a garantir conteúdos e atividades que contribuam para a educação global dos aprendizes.</span></p>
<h1>Habilidades do professor de Língua Estrangeira Moderna &#8211; Inglês</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Identificar situações coletivas de diálogo, bem como situações de interação em pequenos grupos, que promovem a autonomia dos alunos, ajudando-os a planejar, realizar e avaliar atividades articuladas em torno de textos (orais ou escritos) em língua inglesa.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Reconhecer entre situações propostas aquelas em que promovem o diálogo e a aproximação entre as temáticas e conteúdos curriculares, e o contexto da escola e a realidade do aluno.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Identificar as contribuições de diferentes ferramentas de apoio didático (Cadernos do Aluno e do Professor, dicionários bilíngues e monolíngues, livros didáticos e paradidáticos, equipamentos audiovisuais, laboratório de informática) para a promoção da aprendizagem.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Indicar, dentre dispositivos didáticos de diferenciação, aqueles que acolhem a diversidade no âmbito do grupo-classe, sem reduzir as situações de aprendizagem à tradução literal de textos ou à confecção de listas bilíngues de vocabulário.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Compreender as tecnologias da informação e da comunicação como elos que aproximam as vivências com a língua inglesa que os alunos têm fora da escola daquelas que são promovidas no interior da sala de aula.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Reconhecer, em situações de sala de aula, as concepções de língua, de ensino e de aprendizagem que subsidiam as práticas, distinguindo aquelas associadas a objetivos estritamente linguísticos daquelas que combinam objetivos linguísticos, culturais e educacionais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Reconhecer e interpretar as limitações de práticas pedagógicas bastante difundidas tais como a tradução como atividade principal e a reprodução de textos (da lousa ou de outro portador para o caderno).</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Indicar alternativas de práticas pedagógicas que apresentem maior sintonia entre os objetivos do currículo e as condições do contexto de ensino de Língua Estrangeira Moderna.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Relacionar os temas e conteúdos previstos no currículo de língua inglesa às possibilidades de construção, análise e problematização de visões de mundo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Interpretar criticamente a diversidade de perspectivas da língua inglesa no mundo e na história (inglês nativo e não nativo, inglês como língua franca, inglês como língua internacional, inglês como língua global) e relacionar essas perspectivas aos objetivos de ensino da língua.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Indicar situações didáticas que promovam e estimulem formas adequadas e novas de aprender a aprender.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. Identificar o dinamismo das relações entre oralidade e escrita, tanto em sua dimensão fonológico-grafológica (relação grafema-fonema), quanto em sua dimensão sociodiscursiva.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Analisar estrutura, organização e significação de textos (descritivos, narrativos e argumentativos), em língua inglesa.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Indicar estratégias de leitura que destaquem as relações entre um texto e seu contexto de produção, e justificar essa indicação com base na análise de elementos do próprio texto.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Identificar estratégias de leitura que destaquem a diferenças entre o contexto de leitura e o contexto de produção do texto.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. Inferir o objetivo de um texto e a quem ele se dirige com base em pistas verbais e não verbais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. Identificar, dentre os vários sentidos de uma palavra ou expressão, aquele que é pertinente ao contexto em que está inserida.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Reconhecer a ideia central de um texto, tanto em situações em que é possível recuperar informações explícitas quanto naquelas em que as informações não estão proeminentes e é necessário fazer inferências.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Aplicar o conhecimento de regras e de convenções da língua inglesa (relativas à formação e classificação de palavras, tempos e modos verbais, conjunções, discurso direto e indireto, entre outras), relacionando-as a seus contextos de uso e às intenções que permeiam a comunicação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Confrontar temas e visões de mundo expressos em textos diferentes, sejam eles ficccionais ou não-ficcionais.</span></p>
<h1>Bibliografia para Língua Estrangeira Moderna &#8211; Inglês</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BARCELOS, A.M.F. Reflexões acerca da mudança de crenças sobre ensino e aprendizagem de línguas. Revista Brasileira de Lingüística Aplicada. v. 7. n. 2. 2007. p. 109-38. (Opção de acesso: http://www.letras.ufmg.br/rbla/2007_2/05-Ana-Maria-</span></p>
<p lang="en-US"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Barcelos.pdf.)</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BRAIT, Beth (org). </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Bakhtin: conceitos-chave. São Paulo: Contexto, 2005.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. CELANI, M. A. A. (org.). Professores e formadores em mudança: relato de um processo de reflexão e transformação da prática. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Campinas, Mercado de Letras, 2003.</span></span></p>
<p lang="en-US"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. COPE, B.; KALANTZIS, M.. Multiliteracies: literacy learning and the design of social futures. London: Routledge, 2000.</span></p>
<p lang="en-US"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. GEE, J. P. Situated Language and Learning: a critique of traditional schooling. London, Routdlege, 2004.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. GRADDOL, D. English Next. UK: British Council, 2006. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Acesso online: </span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.britishcouncil.org/learning-researchenglishnext.htm"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://www.britishcouncil.org/learning-researchenglishnext.htm</span></a></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span></span></p>
<p lang="en-US"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. KERN, R. Literacy and language teaching. Oxford: Oxford University Press, 2000.</span></p>
<p lang="en-US"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. LUKE, A.; Freebody, P.. Shaping the Social Practices of Reading. In S. MUSPRATT, A. LUKE ; P. FREEBODY (eds) Constructing Critical Literacies. Cresshill, NJ: Hampton Press, 1997.</span></p>
<p lang="en-US"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. McCRUM, R. et all. The Story of English. 3. Ed. UK, Penguin, 2003.</span></p>
<p lang="en-US"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. NUNAN, D. Task based language teaching. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.</span></p>
<p lang="en-US"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. PENNYCOOK, A. Global Englishes and Transcultural Flows, Routlege, 2007.</span></p>
<p lang="en-US"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. RICHARDS, J. C. &amp; RENANDYA, W. A. Methodology in language teaching: an anthology of current practice. Cambridge: Cambridge University Press, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. SMITH, Frank. Compreendendo a leitura. Porto Alegre: Artmed, 2003.</span></p>
<p lang="en-US"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. SWAN, M.. Practical English Usage. Oxford: Oxford University Press, 2005.</span></p>
<p lang="en-US"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. UR, Penny. A course in language teaching. Cambridge: Cambridge University Press, 1999.</span></p>
<p lang="en-US">
<h1>Documentos para Língua Estrangeira Moderna &#8211; Inglês</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Língua Estrangeira Moderna para o Ensino Fundamental Ciclo II e</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: </span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www/"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://www</span></a></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">. rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_LEM_COMP_red_md_20_03.pdf</span></span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de Matemática</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Duas são as dimensões fundamentais na formação profissional do professor de Matemática:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* a competência técnica, no sentido do conhecimento dos conteúdos matemáticos a serem ensinados, bem como dos recursos metodológicos para apresentá-los aos alunos, com a compreensão do significado dos mesmos em contextos adequados, referentes aos universos da cultura, do trabalho, da arte, da ciência ou da tecnologia;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* o compromisso público com a Educação, decorrente de uma compreensão dos aspectos históricos, filosóficos, sociológicos, psicológicos, antropológicos, políticos e econômicos da educação e do ensino, o que viabilizará uma participação efetiva do professor como agente formador, tanto na conservação quanto na transformação da realidade. As duas dimensões citadas &#8211; a competência técnica e o compromisso público – são complementares e interdependentes, devendo ser avaliadas em provas gerais e de conteúdos específicos. Para a caracterização da competência específica do professor de Matemática, explicitaremos a seguir um elenco de dez formas mais usuais de manifestação das mesmas:</span></p>
<p>O professor de Matemática deve apresentar o seguinte perfil:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Gostar de Matemática, compreendendo o papel de sua disciplina como uma linguagem que complementa a língua materna, enriquecendo as formas de expressão para todos os</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">cidadãos, e munindo a ciência de instrumentos fundamentais para seu desenvolvimento;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Conhecer os conteúdos matemáticos com uma profundidade e um discernimento que lhe possibilite apresentá-los como meios para a realização dos projetos dos alunos, não tratando os conteúdos como um fim em si mesmo, nem vendo os alunos como futuros matemáticos, ou professores de matemática, mas sim como cidadãos que aspiram a uma boa formação pessoal;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Saber criar centros de interesse para os alunos, explorando situações de aprendizagem em torno das quais organizará os conteúdos a serem ensinados, a partir dos universos da arte, da cultura, da ciência, da tecnologia ou do trabalho, levando em consideração o contexto social da escola;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Saber mediar conflitos de interesse, dando a palavra aos alunos e buscando aproximar seus interesses, às vezes difusos, daqueles que estão presentes no planejamento escolar;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Ser capaz de identificar as ideias fundamentais presentes em cada conteúdo que ensina, uma vez que tais ideias ajudam a articular internamente os diversos temas da matemática, e a aproximar a matemática das outras disciplinas;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Ser capaz de mapear os diversos conteúdos relevantes, sabendo articulá-los de modo a oferecer aos alunos uma visão panorâmica dos mesmos, plena de significações tanto para a vida cotidiana quanto para uma formação cultural mais rica;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Saber escolher uma escala adequada em cada turma, em cada situação concreta, para apresentar os conteúdos que considera relevantes, não subestimando a capacidade de os alunos aprenderem, nem tratando os temas com excesso de pormenores, de interesse apenas de especialistas;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Ser capaz de construir relações significativas entre os conteúdos apresentados aos alunos e os temas presentes em múltiplos contextos, incluindo-se os conteúdos de outras disciplinas, favorecendo, assim, a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Saber construir narrativas que articulem os diversos elementos presentes nos conteúdos ensinados, inspirando-se na História da Matemática para articular ideias e enredos por meio dos quais ascendemos da efemeridade das informações isoladas à estabilidade do conhecimento organizado;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Ser capaz de alimentar permanentemente os interesses dos alunos, estimulando a investigação e a capacidade de pesquisar, de fazer perguntas, bem como de orientar e depurar interesses menos relevantes, assumindo, com tolerância, a responsabilidade inerente à função que exerce.</span></p>
<h1>Habilidades do professor de Matemática</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Um professor de Matemática deve ser capaz de mobilizar os conteúdos específicos de sua disciplina, tendo em vista o desenvolvimento das competências pessoais dos alunos. De acordo com a Proposta Curricular, as competências gerais a serem visadas são a capacidade de expressão em diferentes linguagens, de compreensão de fenômenos nas diversas áreas da vida social, de construção de argumentações consistentes, de enfrentamento de situações-problema em múltiplos contextos, incluindo-se situações imaginadas, não diretamente relacionadas com o prático-utilitário, e de formulação de propostas de intervenção solidária na realidade. Para construir uma ponte entre os conteúdos específicos e tais competências gerais, é necessário identificar, em cada conteúdo, as ideias fundamentais a serem estudadas: proporcionalidade, equivalência, ordem, medida, aproximação, problematização, otimização são alguns exemplos de tais ideias. Para isso, o professor deve apresentar certas habilidades específicas, associadas aos conteúdos da área, tendo sempre o discernimento suficiente para reconhecer que tais conteúdos constituem meios para a formação pessoal dos alunos. São apresentadas, a seguir, vinte de tais habilidades específicas a serem demonstradas pelo professor de Matemática:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Tendo por base as ideias de equivalência, ordem, construir o significado dos números (naturais, inteiros, racionais, irracionais, reais, complexos), bem como das operações realizadas com eles em diferentes contextos;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Enfrentar situações-problema em diferentes contextos, sabendo traduzir as perguntas por meio de equações, inequações ou sistemas de equações, e mobilizar os instrumentos matemáticos para resolver tais equações, inequações ou sistemas;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Tendo por base a dimensão simbólica do conceito de número, desenvolver de modo significativo a notação e as técnicas para representar algebricamente números e operações com eles, incluindo-se a ideia de matriz para representar tabelas de números (contagem de pixels em uma tela, coeficientes de um sistema de equações lineares, etc.) </span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Reconhecer equações e inequações como perguntas, saber resolver sistematicamente equações e inequações polinomiais de grau 1, 2, e conhecer propriedades das equações polinomiais de grau superior a 2, que possibilitem a solução das mesmas, em alguns casos (relações entre coeficientes e raízes, redução de grau, fatoração, etc.);</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Tendo como referência as situações de contagem direta, construir estratégias e recursos de contagem indireta em situações contextualizadas (cálculo combinatório, binômio de Newton, arranjos, combinações, permutações);</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Conhecer a ideia de medida de grandezas de variados tipos (comprimento, área, volume, massa, tempo, temperatura,</span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">ângulo etc.), sabendo expressar ou estimar tais medidas por meio da comparação direta da grandeza com o padrão escolhido, utilizando tanto unidades padronizadas quanto unidades não-padronizadas, e valorizando as ideias de estimativa e de aproximações;</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Explorar de modo significativo a ideia de proporcionalidade (razões, proporções, grandezas direta e inversamente proporcionais) em diferentes situações, equacionando e resolvendo problemas contextualizados de regra de três simples e composta, direta e inversa;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Explorar regularidades e relações de interdependência de diversos tipos, inclusive as sucessões aritméticas e geométricas, representando relações de interdependência por meio de gráficos de variadas formas, e construindo significativamente o conceito de função;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Conhecer as principais características das funções polinomiais de grau 1, grau 2, &#8230; grau n, sabendo esboçar seu gráfico e relacioná-lo com as raízes das equações polinomiais correspondentes, e explorar intuitivamente as taxas de crescimento e decrescimento das funções correspondentes;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Conhecer as propriedades fundamentais de potências e logaritmos, sabendo utilizá-las em diferentes contextos, bem como sistematizá-las no estudo das funções exponenciais e logarítmicas;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Compreender e aplicar as relações de proporcionalidade que caracterizam as razões trigonométricas (seno, cosseno, tangente, entre outras) em situações práticas, bem como ampliar o significado de tais razões por meio do estudo das funções trigonométricas, associando as mesmas aos fenômenos periódicos em diferentes contextos;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. A partir da percepção do espaço e das formas, construir uma linguagem adequada para a representação de tais percepções, reconhecendo e classificando formas planas (ângulos, triângulos, quadriláteros, polígonos, circunferências, entre outras) e espaciais (cubos, paralelepípedos, prismas, pirâmides, cilindros, cones, esferas, entre outras);</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Com base nas propriedades características de objetos planos ou espaciais, desenvolver estratégias para construções geométricas dos mesmos, especialmente com instrumentos como régua e compasso, tendo em vista uma compreensão mais ampla do espaço em que vivemos, de suas representações e de suas propriedades;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Explorar a linguagem e as ideias geométricas para desenvolver a capacidade de observação, de percepção de relações como as de simetria e de semelhança, de conceituação, de demonstração, ou seja, de extração de consequências lógicas a partir de fatos fundamentais diretamente intuídos ou já demonstrados anteriormente;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Explorar algumas relações geométricas especialmente significativas, como as relativas às somas de ângulos de polígonos, aos Teoremas de Tales e de Pitágoras, e muito especialmente as relações métricas relativas ao cálculo de comprimentos, áreas e volumes de objetos planos e espaciais;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. Explorar uma abordagem algébrica da geometria – ou seja, a geometria analítica, representando retas e curvas, como as circunferências e as cônicas, por meio de expressões analíticas e sabendo resolver problemas geométricos simples por meio do recurso a tais recursos algébricos;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. Explorar de modo significativo as relações métricas e geométricas na esfera terrestre, especialmente no que tange a latitudes, longitudes, fusos horários;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Resolver problemas de escolhas que envolvem a idéia de otimização (máximos ou mínimos) em diferentes contextos, recorrendo aos instrumentos matemáticos já conhecidos, que incluem, entre outros temas, a função polinomial do 2º grau e algumas noções de geometria analítica;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Compreender a ideia de aleatoriedade, reconhecendo-a em diferentes contextos, incluindo-se jogos e outras classes de fenômenos, e sabendo quantificar a incerteza por meio do cálculo de probabilidades em situações que envolvem as noções de independência de eventos e de probabilidade condicional;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Saber organizar e/ou interpretar conjuntos de dados expressos em diferentes linguagens, recorrendo a noções básicas de estatística descritiva e de inferência estatística (média, mediana, desvios, população, amostra, distribuição binomial, distribuição normal, entre outras noções) para tomar decisões em situações que envolvem incerteza.</span></p>
<h1>Bibliografia para Matemática</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. LOJKINE, Jean &#8211; A Revolução Informacional. São Paulo: Cortez Editora, 1995.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BESSON, Jean-Louis (Org.). </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">A ilusão das estatísticas. São Paulo: Editora da UNESP, 1995.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. BOYER, Carl B. História da Matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 1996.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. CARAÇA, Bento de Jesus. Conceitos Fundamentais da Matemática. Lisboa: Gradiva, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. DAVIS, Philip J., HERSH, Reuben &#8211; O Sonho de Descartes. O mundo de acordo com a Matemática. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. COURANT, Richard, ROBBINS, Herbert. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">O que é Matemática? Uma abordagem elementar de métodos e conceitos. Rio de Janeiro: Editora Ciência Moderna, 2000.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. DERTOUZOS, Michael. O que será? Como o novo mundo da informação transformará nossas vidas. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. DEVLIN, Keith. O Gene da Matemática. O talento para lidar com números e a evolução do pensamento matemático. Rio de Janeiro/São Paulo: Editora Record, 2004.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. EGAN, Kieran. A mente educada. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Os males da Educação e a ineficiência educacional das escolas. Rio de Janeiro: Editora Bertand Brasil, 2002.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. GARBI, Gilberto G. A Rainha das Ciências &#8211; Um passeio histórico pelo maravilhoso mundo da Matemática. São Paulo: Editora Livraria da Física, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. LIMA, Elon Lajes et alii. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">A Matemática do Ensino Médio (3 volumes). Coleção do Professor de Matemática/Sociedade Brasileira de Matemática. Rio de Janeiro: SBM, 1999.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. MLODINOW, Leonard. A janela de Euclides. A História da Geometria, das linhas paralelas ao hiperespaço. São Paulo: Geração Editorial, 2004.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. MOLES, Abraham. A criação científica. São Paulo: Editora Perspectiva, 1998</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. SATOY, Marcus Du. A música dos números primos. A história de um problema não resolvido na matemática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. SBM &#8211; Sociedade Brasileira de Matemática. Revista do Professor de Matemática (RPM). São Paulo: IMEUSP (Publicação quadrimestral, números de 56 a 70).</span></p>
<h1>Documentos para Matemática</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Matemática para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Portals/18/arquivos/Prop_MAT_COMP_red_md_20_03.pdf</span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de Ciências</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Embora esta não seja a única competência que se espera do professor de Ciências do Ensino Fundamental, é essencial que este profissional revele o domínio de conhecimentos específicos de Ciências Naturais &#8211; seus fenômenos, princípios, leis, modelos, suas linguagens, seus métodos de experimentação e investigação, sua contextualização histórica e social, suas tecnologias e relações com outras áreas do conhecimento, como também dos fundamentos que estruturam o trabalho curricular na disciplina e que dizem respeito à aplicação didática e metodológica desses conhecimentos na prática de sala de aula. Essa competência técnica pode se expressar, entre outras, pelas seguintes características desejáveis dos professores da disciplina:</span></p>
<p>O professor de Ciências deve apresentar o seguinte perfil:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Reconhecer a presença das Ciências na cultura e na vida em sociedade, na investigação de materiais e substâncias, da vida, da Terra e do cosmo e, em associação com as tecnologias, na produção de conhecimentos, manifestações artísticas, bens e serviços, assim como enfatizar esta presença para aproximar o conhecimento científico do interesse de crianças e jovens.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Identificar as ciências como dimensão da cultura humana, de caráter histórico, portanto, como produção de conhecimento dinamicamente relacionada a tecnologias e a outros âmbitos da cultura humana das quais também depende e com critérios de verificação fundados em permanente exercício da dúvida.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Promover e valorizar a alfabetização científico-tecnológica, ou seja, a capacidade de expressar e se comunicar com as linguagens da ciência, bem como de expressar o saber científico em diferentes linguagens.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Ser capaz de construir relações significativas entre os diferentes campos de conhecimento das ciências naturais (Física, Química e Biologia) em múltiplos contextos, incluindo-se também temas de outras áreas, favorecendo, assim, a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Compreender que o ensino de Ciências deve compor o desenvolvimento da cultura científica, juntamente com a promoção de competências, habilidades e valores humanos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Conduzir a aprendizagem de forma a promover a emancipação e a capacidade de trabalho coletivo dos alunos, planejando e realizando atividades com sua participação ativa, e também demandando consulta e cooperação entre eles, em questões de caráter prático, crítico e propositivo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Tratar temáticas que dialoguem com o contexto da escola e com a realidade dos alunos, antecedendo aquelas que transcendem seu espaço vivencial, respeitando as culturas regionais, mas orientando a construção conceitual com vistas a uma cultura científica de sentido universal.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Respeitar as etapas de desenvolvimento cognitivo dos alunos, utilizando linguagens e níveis de complexidade dos conteúdos disciplinares de forma compatível com a maturidade esperada da faixa etária típica de cada série.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Realizar e sugerir observações e medidas práticas que não se limitem a experiências demonstrativas ou laboratoriais, mas que também envolvam percepções e verificações do mundo real, em que sejam relevantes a participação e o registro feitos pelos alunos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Ser capaz de motivar e fomentar os interesses dos alunos, estimulando a investigação e a capacidade de pesquisar e de fazer perguntas, assumindo, com tolerância e respeito, a responsabilidade inerente à função que exerce, o que também inclui cuidados com a sua própria formação contínua.</span></p>
<h1>Habilidades do professor de Ciências</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Reconhecer argumentos favoráveis e desfavoráveis à adoção de diferentes estratégias de ensino de Ciências, a partir  da descrição de situações de ensino e de aprendizagem.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Estabelecer relações efetivas entre ambiente natural e ambiente construído pela intervenção humana, caracterizando o primeiro pela relação entre seres entre si e com os componentes inanimados do seu meio, e compreendendo o que deveria ser um uso sustentável dos recursos naturais, revelando necessidades e buscando discutir limites para a ação humana sobre o meio.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Compreender a participação do ar, da água, do solo e do fluxo de energia nos ecossistemas, com a função essencial da energia luminosa do Sol na produção primária de alimentos, assim como as relações alimentares entre produtores, consumidores e decompositores.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Caracterizar a dependência entre os sistemas vivos e as características ambientais geográficas de cada região, situando a diversidade de ecossistemas nas várias regiões brasileiras e a importância de sua preservação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Identificar as características básicas dos seres vivos, como organização celular, obtenção de matéria e de energia e transferência de energia entre seres vivos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Comparar diferentes grupos de plantas sob diferentes aspectos e, em particular, a reprodução de plantas com e sem flores.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Classificar e agrupar para compreender a variedade de espécies, apontando os reinos na classificação dos seres vivos e destacando semelhanças e diferenças entre eles.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Identificar características de grupos de vertebrados e invertebrados, identificando semelhanças e diferenças entre eles.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Identificar hipóteses e teorias sobre a origem e a evolução dos seres vivos, que revelam como fósseis e outros registros do passado mostram como se operaram transformações dos seres vivos ao longo do tempo, reconhecendo igualmente as causas e as consequências da extinção de espécies.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Demonstrar compreensão das estratégias e processos de ocupação dos espaços pelos seres humanos e das conseqüências da produção de alimentos, da obtenção de materiais do solo, do subsolo e da atmosfera e, ainda, da domesticação de vegetais e animais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Demonstrar compreensão de como os ciclos naturais do ar e da água e a biomassa viva ou fóssil são aproveitados e processados para uso energético.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. Identificar, em representações variadas, fontes e transformações de energia que ocorrem em processos naturais e tecnológicos, bem como selecionar, dentre as diferentes formas de se obter um mesmo recurso material ou energético, as mais adequadas ou viáveis para suprir as necessidades de determinada região.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Reconhecer transformações químicas do cotidiano e do sistema produtivo através da diferença de propriedades dos materiais e do envolvimento de energia nessas transformações e apontar necessidades e benefícios, assim como riscos e prejuízos ambientais relacionados a alterações de processos naturais e à contaminação por resíduos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Compreender a constituição dos materiais, diferenciando conceitos de elementos, substâncias químicas, misturas, com suas propriedades físicas, revelando também uma visão microscópica que responda por suas propriedades, assim como ter uma compreensão das muitas radiações e de seu espectro, em correlação com as suas diversas aplicações.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Caracterizar a saúde como bem estar físico, mental e social, identificando seus condicionantes (alimentação, moradia, saneamento, meio ambiente, renda, trabalho, educação, transporte  e lazer), e recorrendo a indicadores de saúde, sociais e econômicos para diagnosticar a situação de estados ou regiões brasileiras.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. Reconhecer os agravos mais frequentes à saúde, suas causas, prevenção, tratamento e distribuição, bem como as funções dos diferentes nutrientes na manutenção da saúde.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. Compreender o caráter sistêmico do corpo humano, descrevendo relações entre os sistemas, ósseo-muscular, endócrino, nervoso e os órgãos dos sentidos, mostrando também como se relacionam sexualidade e saúde reprodutiva e como as drogas interferem no organismo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Construir uma representação da Terra, com suas dimensões, estrutura interna e modelos de placas tectônicas, associando essa compreensão com fenômenos naturais como vulcões, terremotos ou tsunamis.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Situar a Terra no universo, associando os movimentos da Terra aos aparentes da Lua, do Sol e das estrelas, às medidas de tempo diário, às estações do ano e eclipses, assim como ter uma compreensão do Sistema Solar, com as dimensões, distâncias e características dos planetas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Reconhecer o aspecto cultural relacionado às constelações, bem como o movimento das estrelas no céu e sua relação com movimentos da Terra. Identificar o Sol como uma estrela e estabelecer o conceito de galáxia, compreendendo o movimento do Sol na Via Láctea.</span></p>
<h1>Bibliografia para Ciências</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. AMBROGI, A.; LISBOA, J. C. F. Química para o magistério. São Paulo: Harbra, 1995.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. ATKINS, P.; LORETTA, J. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 2ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. BOUER, J. Sexo &amp; Cia: as dúvidas mais comuns (e as mais estranhas) que rolam na adolescência. 2 ed. São Paulo: Publifolha, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. CACHAPUZ, A, CARVALHO, A. M. P., GIZ-PÉREZ, D. A Necessária renovação do Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, 2005.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. CARVALHO, A. M. P.; GIL-PÉREZ, D. Formação de professores de Ciências. São Paulo: Cortez, 2003. Col. Questões da Nossa Época. Nº 26.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. CARVALHO, ISABEL C. M., Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. Capítulo 1, p. 111 a 130, Capítulo 3, p. 149 a 160, Capítulo 5 p. 175A a 187 &#8211; 2ª Ed. São Paulo: Cortez, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. CEBRID &#8211; Centro Brasileiro de Informações sobre drogas psicotrópicas. Livreto informativo sobre drogas psicotrópicas. Disponível em: </span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://200.144.91.102/cebridweb/default.aspx"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://200.144.91.102/cebridweb/default.aspx</span></a></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A e PERNAMBUCO, M. M. Ensino de Ciências: Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. FRIAÇA, A. C. S.; DALPINO, E.;SODRÉ JR.; L. JATENCO &#8211; PEREIRA, V. (orgs.) Astronomia: uma visão geral do universo. São Paulo: EDUSP, 2000.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. GIPEC &#8211; Grupo Interdepartamental de Pesquisa sobre Educação em Ciências. Geração e gerenciamento dos resíduos sólidos provenientes das atividades humanas / GIPEC. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2 ed. rev. Ijuí: Ed. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Unijuí, 2003. (Coleção situação de estudo: ciências no ensino fundamental; 1)</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA. Física 1, 2 e 3. GREF. 5.ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001/2005.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. KORMONDY, E. J. e BROWN, D.E. Ecologia humana. Capítulos 1, p. 1 a 22, Capitulo Capítulo 4 p. 61 a 75, Capitulo 5, p. 85 a 115, Capítulo 9. p. 186 a 224, Capítulo 10 p. 227 a 250. São Paulo: Atheneu Editora, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. OKUNO, E. Radiações: Efeitos, Riscos e Benefícios. São Paulo: Harbra, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. SADAVA, D. HELLER, H.C [et al] . 9 ed. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Vida: a ciência da biologia. Porto Alegre: Artmed, 2009. 3v. (Vol. 1. Célula e Hereditariedade; Volume 2. Evolução, diversidade e ecologia; Volume 3. Planetas e animais).</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. TEIXEIRA, W., TAIOLI, F., FAIRCHILD, T., TOLEDO, C. (orgs.). Decifrando a Terra. 2.ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009 .</span></p>
<h1>Documentos para Ciências</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Ciências para o Ensino Fundamental Ciclo II. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/</span></p>
<p lang="es-ES"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Prop_CIEN_COMP_red_md_20_03.pdf</span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de Física</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">O professor de Física para a Educação Básica deve antes de tudo revelar domínio de conhecimentos específicos de Física, ou seja, de seus fenômenos, princípios, leis, modelos, linguagens, métodos de experimentação e investigação, sua contextualização histórica e social, assim como de sua relação com as tecnologias e as demais ciências da natureza, mesmo com outras áreas do conhecimento. Tão essencial quanto isso, para sua atuação docente, deve também conhecer os fundamentos que estruturam o trabalho curricular na disciplina e que dizem respeito à aplicação didática e metodológica desses conhecimentos na prática de sala de aula, ou seja, ser capaz de fazer uso efetivo dessa cultura pedagógica. Esta competência científica e técnica deve se expressar, sobretudo, pelas seguintes características desejáveis nos professores da disciplina:</span></p>
<p>O professor de Física deve apresentar o seguinte perfil:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Reconhecer a presença das ciências, e entre elas especialmente da Física, na cultura e na vida em sociedade, na investigação da Terra, do cosmo, da vida, de materiais e substâncias e, em associação com as tecnologias, na produção de conhecimentos,</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">manifestações artísticas, bens e serviços, assim como enfatizar esta presença para aproximar o conhecimento científico do interesse de crianças e jovens.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Identificar as ciências como dimensão da cultura humana, de caráter histórico, portanto, com produção de conhecimento dinamicamente relacionada às tecnologias que produz e a outros âmbitos da cultura humana, das quais também depende e com critérios de verificação fundados em permanente exercício da dúvida, assim compreendendo a Física como composta de saberes em contínuo aperfeiçoamento e transformação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Promover e valorizar a alfabetização científico-tecnológica, ou seja, a capacidade de expressar e se comunicar com as linguagens da ciência, bem como de expressar o saber científico em diferentes linguagens. Nesse sentido, saber ensinar as variáveis, grandezas e processos físicos para fazerem parte do acervo vocabular e conceitual dos estudantes.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Ser capaz de construir relações significativas entre a Física e os diferentes campos de conhecimento das ciências naturais, como os da Astronomia, Biologia, Geologia e Química, em contextos de caráter cultural, social, histórico e, em geral, interdisciplinar.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Compreender que o ensino da Física além de contribuir para o desenvolvimento da cultura científica, deve ao mesmo tempo promover competências gerais, habilidades técnicas e valores humanos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Conduzir a aprendizagem da Física de forma a promover a capacidade de trabalho coletivo dos alunos, planejando e realizando atividades com sua participação ativa, e também demandando consulta e cooperação entre eles, em questões de caráter prático, crítico e propositivo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Tratar temáticas que, envolvendo a Física de forma significativa, dialoguem com o contexto da escola e com a realidade do aluno, respeitando as culturas regionais, mas orientando a construção conceitual com vistas a uma cultura científica de sentido universal.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Respeitar as etapas de desenvolvimento cognitivo dos alunos, utilizando linguagens e níveis de complexidade dos conteúdos disciplinares da Física de forma compatível com a maturidade esperada dos estudantes da educação básica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Realizar e sugerir observações e medidas físicas práticas que não se limitem a experiências demonstrativas ou laboratoriais, mas que também envolvam percepções e verificações do mundo real, em que sejam relevantes a participação e o registro feitos pelos alunos em situações de sua vivência pessoal, assim como de fenômenos naturais e de procedimentos do sistema produtivo e de serviços.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Ser capaz de motivar e fomentar os interesses dos alunos, estimulando a investigação e a capacidade de pesquisar e de fazer perguntas, assumindo, com tolerância e respeito as responsabilidades da função que exerce, o que também inclui uma contínua atenção à sua própria formação.</span></p>
<h1>Competências específicas do professor de Física</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Complementando as características gerais esperadas, demandam-se competências específicas dos professores de Física do Ensino médio, como ter condições para:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Dar continuidade ao aprendizado científico desenvolvido no Ensino Fundamental, que partiu da realidade próxima do aluno e o conduziu a uma primeira visão formal dos processos físicos, da constituição e propriedades da matéria e do cosmo, para agora garantir um maior aprofundamento conceitual tanto da problemática a ser tratada e seu contexto, quanto da compreensão das práticas científicas na física.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Desenvolver essa nova compreensão, contando com crescente protagonismo dos alunos já intelectualmente mais maduros, tendo como temas de estudo centrais: Movimentos – Variações e Conservações; Universo, Terra e Vida; Calor, Ambiente e Usos de Energia; Equipamentos Elétricos; Matéria e Radiação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Ao organizar o ensino sob tais temas de estudo, compreender que correspondem a um rearranjo, com mais contexto e atualidade, de conteúdos mais tradicionalmente denominados como mecânica, termodinâmica, óptica, eletromagnetismo e física moderna, combinados de outra forma e acrescentados de elementos de cosmologia e de tecnologias contemporâneas.</span></p>
<h1>Habilidades do professor de Física</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Espera-se especialmente que os professores de Física do Ensino Médio estejam preparados para desenvolver esses temas nessa etapa escolar, com metodologias variadas, como as de investigação, leitura, experimentação, debate e projetos de trabalho em grupo, de forma a levarem seus alunos a enfrentar situações-problema em contextos reais de caráter vivencial, prático, tecnológico ou histórico, o que envolve a capacidade de:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Identificar, caracterizar e estimar grandezas do movimento: observar movimentos do cotidiano em termos de variáveis como distância percorrida, tempo, velocidade e massa; sistematizar movimentos, segundo trajetórias, variações de velocidade e outras características; realizar medida de tempo, percurso, velocidade média e demais grandezas mecânicas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Compreender e calcular a quantidade de movimento linear, sua variação e conservação: a modificação nos movimentos decorrentes de interações, como ao se dar partida a um veículo; a variação de movimentos relacionada à força aplicada e ao tempo de aplicação, a exemplo de freios e dispositivos de segurança; a conservação da quantidade de movimento em situações cotidianas; as leis de Newton na análise do movimento de partes de um sistema mecânico e relacionadas com as leis de conservação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Conceituar e fazer uso prático de trabalho e energia mecânica: trabalho de uma força como medida da variação do movimento, como numa frenagem; energia mecânica em situações reais e práticas, como em um bate-estacas; estimativa de riscos em situações de alta velocidade.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Conceituar e quantificar equilíbrio estático e dinâmico: condições para o equilíbrio de objetos e veículos no solo, na água ou no ar; amplificação de forças em ferramentas, instrumentos e máquinas; conservação do trabalho mecânico; evolução do trabalho mecânico nos transportes e máquinas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Conhecer e dimensionar os constituintes do universo: massas, tamanhos, distâncias, velocidades, grupamentos e outras características de planetas, sistema solar, estrelas, galáxias e demais corpos astronômicos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Comparar modelos explicativos do Sistema Solar (da visão geocêntrica à heliocêntrica) e da origem e constituição do Universo (em diferentes culturas).</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Compreender o campo gravitacional em sua relação com massas e distâncias envolvidas, nos movimentos junto à superfície terrestre &#8211; quedas, lançamentos e balística, na conservação do trabalho mecânico e das quantidades de movimento lineares e angulares em interações astronômicas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Discutir teorias e hipóteses históricas e atuais sobre origem, constituição e evolução do universo: etapas de evolução estelar &#8211; de sua formação à transformação em gigantes, anãs ou buracos negros; estimativas do lugar da vida no espaço e no tempo cósmicos; avaliação da possibilidade de existência de vida em outras partes do Universo; evolução dos modelos de Universo &#8211; matéria, radiações e interações fundamentais; o modelo cosmológico atual &#8211; espaço curvo, inflação e Big Bang.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Conceituar calor como energia: histórico da unificação calor-trabalho mecânico e da formulação do princípio de conservação da energia; a conservação de energia em processos físicos, como mudanças de estado e em máquinas mecânicas e térmicas ou em ciclos naturais. Fazer uso de propriedades térmicas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Caracterizar a operação de máquinas térmicas sem ciclos fechados: potência e rendimento em máquinas térmicas reais, como motores de veículos; impacto social e econômico do surgimento das máquinas térmicas na primeira revolução industrial.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Associar entropia e degradação da energia: fontes de energia na Terra; transformações e degradação; o ciclo de energia no universo e as fontes terrestres de energia. Interpretar ou realizar um balanço energético nas transformações envolvidas no uso e na geração de energia.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. Caracterizar o som e suas fontes: ruídos e sons harmônicos; timbres e fontes de produção; amplitude, frequência, comprimento de onda, velocidade e ressonância de ondas mecânicas; questões de som no cotidiano contemporâneo – audição humana, poluição sonora, limites e conforto acústicos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Caracterizar a luz e suas fontes: formação de imagens, propagação, reflexão e refração da luz; sistemas de ampliação da visão, como lupas, óculos, telescópios e microscópios; luz e cor: a diferença entre cor das fontes de luz e a cor de pigmentos, o caráter policromático da luz branca, as cores primárias no sistema humano de percepção e nos aparelhos e equipamentos, adequação e conforto na iluminação de ambientes.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Interpretar o caráter eletromagnético de diferentes radiações e da luz e compreender suas características: emissão e absorção de luz de diferentes cores; evolução histórica da representação da luz como onda eletromagnética; transmissões eletromagnéticas; produção, propagação e detecção de ondas eletromagnéticas; equipamentos e dispositivos de comunicação, como rádio e TV, celulares e fibras óticas; evolução da transmissão de informações e seus impactos sociais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Utilizar, conceituar e dimensionar circuitos elétricos: aparelhos e dispositivos domésticos e suas especificações elétricas, como potência e tensão de operação; modelo clássico de propagação de corrente em sistemas resistivos; avaliação do consumo elétrico residencial e em outras instalações e medidas de economia; perigos da eletricidade e medidas de prevenção e segurança.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. Dominar e utilizar conceitos envolvendo correntes, forças e campos eletromagnéticos: propriedades elétricas e magnéticas de materiais e a interação por meio de campos elétricos e magnéticos; valores de correntes, tensões, cargas e campos em situações de nosso cotidiano; campos e forças eletromagnéticas; interação elétrica e magnética, o conceito de campo e as leis de Oersted e da indução de Faraday; a evolução das leis do eletromagnetismo como unificação de fenômenos antes separados.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. Compreender e dimensionar motores e geradores em seu uso prático: constituição de motores e de geradores, a relação entre seus componentes e as transformações de energia; produção e consumo elétricos; produção de energia elétrica em grande escala em usinas hidrelétricas, termoelétricas e eólicas, e a estimativa de seu custo-benefício e seus impactos ambientais; transmissão de eletricidade em grandes distâncias; evolução da produção e do uso da energia elétrica e sua relação com o desenvolvimento econômico e social.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Conhecer constituição da matéria: modelos de átomos e moléculas para explicar características macroscópicas mensuráveis; a matéria viva e sua distinção com os modelos físicos de materiais inanimados; os modelos atômicos de Rutherford e Bohr; átomos e radiações; a quantização da energia na explicação da emissão e absorção de radiação pela matéria; a dualidade onda-partícula; as radiações do espectro eletromagnético e seu uso tecnológico, da iluminação incandescente e fluorescente aos raios X e ao laser.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Relacionar o núcleo atômico e sua constituição com sua radiatividade: núcleos estáveis e instáveis, radiatividade natural e induzida; a energia nuclear e seu uso médico, industrial, energético e bélico; radiatividade, radiação ionizante, efeitos biológicos e radioproteção; partículas elementares, evolução dos modelos dos átomos da Grécia clássica aos quarks; a diversidade</span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">das partículas sua detecção e identificação; a natureza e a intensidade das forças entre partículas.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Demonstrar domínio conceitual e prático de eletrônica e informática: propriedades e papéis dos semicondutores nos dispositivos microeletrônicos &#8211; elementos básicos da microeletrônica, no armazenamento e processamento de dados &#8211; discos magnéticos, CDs, DVDs, leitoras e processadores; impacto social e econômico contemporâneo da automação e da informatização.</span></p>
<h1>Bibliografia para Física</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. AMALDI, Ugo. Imagens da física: as idéias e as experiências do pêndulo aos quarks. São Paulo: Scipione, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BEN-DOV, Yoav. Convite à física. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1996.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. BERMANN, Célio. Energia no Brasil: para quê? Para quem? Crise e alternativas para um país sustentável. 2. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. CACHAPUZ, Antonio; CARVALHO, Anna Maria Pessoa, GIZ-PÉREZ, Daniel; PRAIA, João; VILCHES, Amaparo. Necessária renovação do Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, 2005.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. CARVALHO, Anna Maria. Pessoa. (Org.). Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Thomson, 2005. p. 19-33.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. CHAVES, Alaor S.; VALADARES, Eduardo C.; ALVES, Esdras G. Aplicações da Física Quântica do transistor à nanotecnologia. Coleção Temas atuais de Física / SBF. São Paulo: Livraria da Física. 2005.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André; PERNAMBUCO, Marta Maria. Ensino de Ciências: Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. EINSTEIN, Albert; INFELD, Leopold. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">A evolução da física. Rio de Janeiro:JZE. 2008.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. FEYNMAN, Richard. Física em 12 lições. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Sinergia/Ediouro, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. FRIAÇA, Amâncio. Astronomia: uma visão geral do universo. São Paulo: EDUSP, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA (GREF). Física. São Paulo: EDUSP, 2001/2005. 3 volumes: (Volume 1 &#8211; Mecânica; Volume 2 &#8211; Física térmica e óptica; Volume 3 &#8211; Eletromagnetismo)</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. HEWITT, Paul G. Física Conceitual. São Paulo: Bookman, 2002. 9ª Edição.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. ROCHA, José Fernando. Origens e Evolução das idéias da Física. Salvador: EDUFBA, 2002</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. OKUNO, E. Radiação: efeitos, riscos e benefícios. São Paulo: Harbra, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; WALKER, Jearl. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Fundamentos de física. 8. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. 4 v.</span></span></p>
<h1>Documentos para Física</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN+ ensino médio: orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais; ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Brasília: MEGSEMTEC, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Física para o Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_FIS_COMP_red_md_20_03.pdf</span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de Química</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Os professores de Química do ensino médio devem ter domínio dos conteúdos a serem ensinados, bem como dos recursos metodológicos para apresentá-los aos alunos, com a compreensão do significado desses conteúdos em contextos adequados, referentes aos universos da cultura, do trabalho, da arte, da ciência ou da tecnologia, dentre outros. Entretanto, estes saberes devem ser articulados de maneira a possibilitar a construção de uma visão de mundo por parte do educando em que ele, tendo ferramentas para tomar suas próprias decisões, se veja como um participante ativo, crítico e capaz de intervir na realidade. Além das características gerais esperadas de todos os professores de Ciências da Natureza, demandam-se competências mais específicas dos professores de Química, apresentadas a seguir.</span></p>
<p>O professor de Química deve apresentar o seguinte perfil:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Reconhecer a Química como parte da cultura humana, portanto de caráter histórico, que influencia outras áreas do saber, e é influenciada por elas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Compreender o conhecimento químico como sendo estruturado sobre o tripé: transformações químicas, materiais e suas propriedades e modelos explicativos, entremeados pela linguagem científica simbólica própria da Química.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Conhecer os conteúdos fundamentais da Química com uma profundidade que permita identificar as ideias principais presentes nesses conteúdos e articulá-las, estabelecendo relações entre eles e abordando-os sob diferentes perspectivas, tendo em vista a formação do aluno como cidadão.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Avaliar as relações entre os conhecimentos científicos e tecnológicos e os aspectos sociais, econômicos, políticos e ambientais ao longo da história e na contemporaneidade, sendo capaz de organizar os conteúdos da Química, ao tratar o tripé transformações &#8211; materiais &#8211; modelos explicativos, em torno de temáticas que permitam compreender o mundo em sua complexidade.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Organizar o estudo da Química a partir de fatos perceptíveis, mensuráveis e próximos à vivência do estudante, caminhando para as possíveis explicações mais abstratas e que exigem modelos explicativos mais elaborados, de modo a respeitar o nível cognitivo do estudante e criar condições para seu desenvolvimento.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Compreender a ciência como construção humana, social e historicamente situada, estando, portanto, sujeita a debates, conflitos de interesses, incertezas e mudanças. Promover o ensino da Química de maneira condizente com esta visão, em contraposição à ideia de ciência como verdades absolutas e imutáveis.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Propor e realizar atividades experimentais de caráter investigativo com objetivo de conhecer fatos químicos e construir explicações científicas fundamentadas em dados empíricos e proposições teóricas. Desenvolver, neste percurso, habilidades e competências científicas tais como observar, registrar, propor hipóteses, inferir, organizar, classificar, ordenar e analisar dados, sintetizar, argumentar, generalizar e comunicar resultados, estando ciente das possibilidades e limitações da experimentação no desenvolvimento e na aprendizagem da ciência.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Valorizar, ao propor temas para o ensino, o tratamento de questões ambientais, de maneira articulada com outras áreas do conhecimento, tendo em vista o desenvolvimento de atitudes pró-ambientais, tanto em âmbito individual quanto coletivo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Evidenciar, nas situações concretas da vida dos alunos, situações em que o conhecimento químico tratado em sala de aula se articula com a experiência cotidiana, seja refutando, corroborando ou aprofundando as concepções prévias dos estudantes.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Reconhecer o papel ativo do aluno na construção de seu próprio conhecimento, sabendo propor atividades que incentivem a pesquisa, a capacidade de fazer perguntas, de analisar problemas complexos, de construir argumentações consistentes, de comunicar ideias e de buscar informações em diferentes fontes.</span></p>
<h1>Habilidades do professor de Química</h1>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Espera-se que os professores de Química do Ensino Médio, ao desenvolver os temas de ensino, considerem que estão preparando seus alunos para que possam avaliar as relações entre o desenvolvimento científico e tecnológico e as transformações na sociedade e ambiente ao longo da história, bem como ter uma postura crítica quanto às informações de cunho científicotecnológico veiculadas na mídia, reconhecendo a importância</span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">da cultura científica em nossa sociedade. Assim, os professores de Química devem estar aptos para realizar e tornar seus alunos capazes de:</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Identificar as transformações químicas que ocorrem no dia-a-dia e no sistema produtivo, analisando as evidências de interações entre materiais e entre materiais e energia, o tempo envolvido nas interações e a reversibilidade desses processos, representando-as por meio de linguagem discursiva e simbólica, utilizando símbolos, fórmulas moleculares e estruturais e equações químicas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Aplicar conhecimentos sobre propriedades específicas das substâncias para: identificar reagentes e produtos em uma transformação química; distinguir substâncias de misturas, avaliar e propor técnicas de separação dos componentes de misturas de substâncias, identificar diferentes materiais, prever o comportamento das substâncias quanto à solubilidade, flutuação e mudanças de estado físico, e relacionar tais propriedades aos usos que a sociedade faz de diferentes materiais</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Analisar reações de combustão e outras transformações químicas de modo a: compreender aspectos qualitativos de uma combustão; estabelecer relações entre massas de reagentes, de produtos e a energia envolvida nas transformações químicas, fazendo previsões sobre tais quantidades; aplicar conhecimentos sobre poder calorífico de combustíveis; avaliar impactos ambientais relativos à obtenção e aos usos de combustíveis e metais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Descrever e historiar as ideias sobre a constituição da matéria propostas por John Dalton utilizando-as para: explicar as transformações químicas como rearranjos de átomos; interpretar as leis de Lavoisier e Proust.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Compreender os modelos sobre a constituição da matéria propostos por Thomson, Rutherford e Bohr utilizando-os para explicar a natureza elétrica da matéria, as ligações químicas entre átomos, as radiações eletromagnéticas, a radiação natural, a existência de isótopos, relacionando o número atômico e o número de massa e algumas das propriedades específicas das substâncias.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. A partir da interpretação da constituição dos materiais ao nível microscópico, fazer previsões sobre: a polaridade de ligações químicas e de moléculas, as interações intermoleculares, as propriedades de substâncias iônicas, moleculares e metálicas e de misturas de substâncias, tais como solubilidade, condutibilidade elétrica, temperaturas de fusão e de ebulição, e o estado físico, em determinadas condições de temperatura e pressão.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Considerando as modificações ocorridas ao longo do tempo, compreender a estrutura da Tabela Periódica e os critérios para sua organização, sabendo localizar os elementos nos grupos (famílias) e períodos e estabelecer relações entre posição, eletronegatividade, tipos de ligações químicas que os átomos tendem a estabelecer e as propriedades das substâncias formadas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Compreender as ligações químicas em termos de forças elétricas de atração e repulsão e as transformações químicas como resultantes de quebra e formação de ligações, fazendo previsões e representando-as por meio de diagramas, da energia envolvida numa transformação química a partir de valores de energia de ligação, de modo a diferenciar processos endotérmicos e exotérmicos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Estabelecer relações quantitativas envolvidas na transformação química em termos de quantidade de matéria, massa e energia, de modo a fazer previsões de quantidades de reagentes e produtos e da energia envolvidas em processos que ocorrem na natureza e no sistema produtivo, sabendo avaliar a importância social, econômica e ambiental destas relações nesses processos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Identificar as matérias primas, os produtos formados, os usos considerando suas propriedades específicas, envolvidos nos processos de produção de metais, em especial do ferro e do cobre, bem como as implicações econômicas e ambientais na produção e no descarte desses metais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Avaliar a qualidade de diferentes águas considerando o critério brasileiro de potabilidade e a demanda bioquímica de oxigênio, utilizando, para tal, o conceito de concentração, e cálculos com dados expressos em diferentes unidades (g.L-1, mol. L-1, ppm, % em massa) e temperaturas</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. Reconhecer fontes causadoras de poluição da água e identificar os procedimentos envolvidos no tratamento de água para consumo humano e de esgotos domésticos, aplicando conhecimentos relativos à separação de misturas, transformações químicas, pH e solubilidade, para a compreensão desses, sabendo propor medidas que tenham em vista a preservação dos recursos hídricos e o uso consciente da água tratada.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Compreender e aplicar os conceitos de oxidação, redução e reatividade para explicar as transformações químicas que ocorrem na corrosão de metais, eletrólises, pilhas e outras transformações químicas, reconhecendo as implicações sociais e ambientais desses processos</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Reconhecer o ar atmosférico como fonte de materiais úteis ao ser humano, identificando os processos industriais envolvidos na separação de seus componentes, as utilizações destes últimos em sistemas naturais e produtivos, em especial, na síntese da amônia a partir dos gases nitrogênio e hidrogênio, considerando como a temperatura e a pressão do sistema e o uso de catalisadores afetam a rapidez e a extensão desta síntese, viabilizando-a ou não.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Reconhecer e controlar as variáveis que podem modificar a rapidez das transformações químicas e utilizar o modelo de colisões para explicá-las, sabendo conceituar energia de ativação, choques efetivos, assim como utilizar diagramas de energia para representar e avaliar as variações de energia envolvidas nas diferentes etapas das transformações químicas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. A partir do conhecimento da distribuição da água no planeta e da composição das águas naturais, reconhecer a hidrosfera como fonte de materiais úteis para o ser humano, os processos químicos envolvidos na obtenção de materiais a partir da água do mar, aplicando conhecimentos sobre equilíbrio químico e identificando as variáveis que podem perturbá-lo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. A partir das ideias de Arrhenius e do conceito de equilíbrio químico, interpretar e representar a ionização de ácidos, a dissociação de bases e reações de neutralização, em meio aquoso, estabelecendo relações quantitativas com o pH das soluções aquosas e considerando a importância desses conhecimentos na avaliação das características da água no ambiente e no sistema produtivo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Reconhecer a biosfera como fonte de materiais úteis ao ser humano, identificando os principais componentes da matéria viva, dos recursos fossilizados e dos alimentos &#8211; carboidratos, lipídeos, proteínas e vitaminas -, utilizando representações das estruturas das substâncias orgânicas para explicar as diferentes funções orgânicas e o fenômeno da isomeria.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Compreender e avaliar os processos de obtenção de combustíveis a partir da biomassa, de derivados do petróleo, de carvão mineral e de gás natural, e as implicações sócioambientais relacionadas aos usos desses materiais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Avaliar de maneira sistêmica &#8211; interrelacionando os ciclos biogeoquímicos da água, do nitrogênio, do oxigênio, e do carbono &#8211; e sob a ótica do desenvolvimento sustentável, as perturbações provocadas pelo ser humano na atmosfera, hidrosfera e biosfera, tais como: emissão de gases como SO2, CO2, hidrocarbonetos voláteis, CFCs, NO2 e outros óxidos de nitrogênio; chuva ácida, aumento do efeito estufa, redução da camada de ozônio, uso de detergentes, praguicidas, metais pesados, combustíveis fósseis e biocombustíveis, para propor ações corretivas e preventivas e busca de alternativas para a preservação da vida no planeta.</span></p>
<h1>Bibliografia para Química</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BAIRD, Colin. Química ambiental. Trad. Recio, M.A.L e Carrera, L.C.M; supervisão técnica: Grassi, M.T. 2ª. edição. Porto Alegre: Bookmann, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. CANTO, E. L. Minerais, Minérios, Metais: De onde vêm? Para onde vão? 2ª ed. São Paulo: Moderna, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. CHALMERS, A. F. O que é ciência afinal?. 2a. reimp., trad Fifer, R. São Paulo: Brasiliense, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. CHASSOT, A. Alfabetização científica: questões e desafios para a educação. 2ª ed. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 2001.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. GRUPO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO QUÍMICA. Interações e Transformações &#8211; Química para o Ensino Médio. Livros I, II. Guia do professor: livro do aluno &#8211; São Paulo, 1995/2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. GRUPO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO QUÍMICA. Interações e Transformações &#8211; Química e a Sobrevivência – Atmosfera &#8211; fonte de materiais. São Paulo, EDUSP, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. GRUPO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO QUÍMICA. Interações e Transformações &#8211; Química para o Ensino Médio. Livros I, II. Guia do Professor: livro do aluno &#8211; São Paulo, 2007, 1995.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. KOTZ, J. C. e TREICHELJ Jr, P. M. Química Geral e Reações Químicas. São Paulo: Thomson Learning (Pioneira), 2005/2009. v. 1 e 2</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. MARZZOCO, A.T., TORRES, B.B. Bioquímica Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 3ª Ed, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. PESSOA de CARVALHO, A. M.; GIL-PEREZ, D. (2001). Formação de professores de ciências. 9ª. ed . São Paulo: Ed Cortez, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. QNESC. Cadernos temáticos da revista Química Nova na Escola. Caderno Temático #1 &#8211; Química Ambiental; Caderno Temático #2 &#8211; Novos Materiais; Caderno Temático #3 – Química de Fármacos; Caderno Temático #4 &#8211; Estrutura da Matéria: uma visão molecular; Caderno Temático #5 &#8211; Química, Vida e Ambiente; Caderno Temático #7 &#8211; Representação Estrutural em Química. Disponível em: http://qnesc.sbq.org.br/online/cadernos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. ROCHA, J. C.; ROSA, A. H.; CARDOSO, A. A. Introdução à Química Ambiental. Porto Alegre: Bookman, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. SOLOMONS, T.W.G. Química Orgânica. Vol. 1 e 2, Rio de Janeiro: J LTC, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. TOLENTINO, M.; ROCHA-FILHO, R. C.; SILVA, R. R. A atmosfera terrestre. Coleção Polêmica. 2ª ed. São Paulo: Ed. Moderna, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. ZANON, L.B. (org.) MALDANER, O A. (org). Fundamentos e Propostas de Ensino de Química para a Educação Básica no Brasil. Ijuí: UNJUÍ, 2007.</span></p>
<h1>Documentos para Química</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BRASIL. Orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias &#8211; PCN+. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/CienciasNatureza.pdf.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. CENP. “Oficinas temáticas no ensino público: formação continuada de professores” SE/CENP. São Paulo: FDE, 2007. Versão impressa e versão digital disponível em: </span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.educacao.sp.gov.br/"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">http://www.educacao.sp.gov.br</span></a></span></span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">. (selecionar “rede do saber”, arquivos, selecionar “listar todos os arquivos, p. 10, “oficinas de química”.)</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Química para o Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em:http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_QUI_COMP_red_md_20_03.pdf</span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de Biologia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Os professores da Área de Ciências da Natureza devem ter domínio dos conteúdos a serem ensinados, bem como dos recursos metodológicos para apresentá-los aos alunos, compreendendo do significado desses conteúdos não só dentro de sua área específica de atuação, mas também em contextos variados, como nos universos da cultura, do trabalho, da arte, da ciência ou da tecnologia. Além das características gerais esperadas de todos os professores de Ciências da Natureza, demandam-se competências mais específicas dos professores de Biologia, listadas a seguir:</span></p>
<p>O professor de Biologia deve apresentar o seguinte perfil:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Reconhecer a Biologia como um ramo do conhecimento científico, passível de análise, teste, experimentação e dúvida. Reconhecer que esse campo do saber humano é gerador de conhecimento e de avanços tecnológicos, além de contribuir para a qualidade de vida das pessoas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Reconhecer a Biologia como parte da cultura humana, portanto de caráter histórico, que influencia outras áreas, como as artes, as ciências humanas, as tecnologias, a produção de bens e serviços, e é influenciada por elas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Conhecer os conteúdos fundamentais da Biologia com uma profundidade e desenvoltura que lhe permita abordá-los sob diferentes pontos de vista, além de visualizar esses conteúdos como caminhos para que os alunos atinjam seus próprios objetivos pessoais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Ser capaz de organizar os conteúdos da Biologia em torno de situações de aprendizagem que sejam significativas e desafiadoras para os alunos, respeitando suas capacidades e limitações e em consonância com os objetivos específicos da escola onde trabalha e da realidade que a envolve. Isto inclui escolher e priorizar, dentro da imensa quantidade de fatos gerados pela Biologia, aqueles que melhor se prestam para atingir os objetivos da escola.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Articular os conteúdos de Biologia com os de outras áreas do saber, promovendo o aprendizado e a integração do conhecimento para além do seu campo específico de atuação, favorecendo a interdisciplinaridade e demonstrando a contribuição da sua área para a resolução de problemas reais da sociedade.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Evidenciar, nas situações concretas da vida dos alunos, situações em que o conhecimento biológico tratado em sala de aula tangencia a experiência cotidiana, seja refutando, corroborando ou aprofundando as concepções prévias dos estudantes.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Ser capaz de conduzir experimentos e observações da natureza viva, explorando não só a sua dimensão exata e didática, mas também eventuais desvios do esperado, articulando as observações com a teoria, utilizando essas situações para estimular o protagonismo dos alunos na construção de seu próprio conhecimento e para evidenciar o modo científico de pensar.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Valorizar aspectos regionais da fauna e da flora em suas aulas utilizando, por exemplo, estudos de meio, sem perder de vista observações e conclusões mais universais, orientando os estudantes para a percepção de padrões biológicos gerais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Sensibilizar os estudantes para questões ambientais e de saúde pública, contribuindo para orientá-los em relação a alternativas de comportamento e consumo menos agressivas ao ambiente, a cuidados com o próprio corpo e riscos à saúde.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Ser capaz de mediar discussões científicas entre os estudantes, estimulando seus interesses e instigando-os à pesquisa, articulando de maneira consistente a experiência imediata com as teorias científicas vigentes, orientando e depurando interesses menos relevantes em vista dos objetivos gerais da escola. Isso deve ser feito de modo a oferecer uma visão panorâmica dos conteúdos, plena de significações tanto para a vida cotidiana quanto para uma formação cultural mais rica.</span></p>
<h1>Habilidades do professor de Biologia</h1>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">O professor de Biologia deve ser capaz de utilizar os conteúdos da área como meios para atingir o objetivo maior da escola, que é desenvolver nos alunos competências que lhes permitam fazer sua própria leitura do mundo, defender suas ideias e compartilhar novas e melhores formas de ser e viver, na complexidade em que isso é requerido. Conforme exposto com detalhe no Currículo do Estado de São Paulo, essas competências incluem, prioritariamente, o domínio da norma culta da língua portuguesa, a capacidade de expressão em diferentes linguagens e a capacidade de construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a compreensão de fenômenos e resolução de problemas. O curso de Biologia deve colaborar para que os alunos desenvolvam essas competências e sejam capazes de utilizar-se dos conhecimentos apreendidos na escola para elaborar</span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">propostas de intervenção solidária na realidade, respeitando os valores humanos e considerando a diversidade sociocultural. Para auxiliar os alunos nesse objetivo, os professores de Biologia deverão possuir certas habilidades específicas:</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Contextualizar os conteúdos dentro de uma visão sistêmica da natureza, enfatizando os fluxos de energia e matéria na manutenção da vida e a existência de ciclos globais que incluem os seres vivos, mas estendem-se além deles.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Identificar, no nível das populações e comunidades, relações de competição e de cooperação que podem levar a oscilações nos tamanhos das populações de seres vivos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Identificar fatores causadores de problemas ambientais, tais como crescimento e adensamento da população humana, mudanças nos padrões de produção e consumo ou interferências artificiais nos ciclos biogeoquímicos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Localizar problemas ambientais contemporâneos e apontar ações individuais e coletivas que possam minimizá-los, demonstrando o conhecimento de alternativas ambientalmente menos nocivas para questões como obtenção de energia, controle de pragas e disposição do lixo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Reconhecer a saúde como bem estar físico, mental e social, seus condicionantes (alimentação, moradia, saneamento, meio ambiente, renda, trabalho, educação, transporte e lazer) e os principais riscos à sua manutenção, tendo em conta a realidade brasileira.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Reconhecer os elementos em jogo durante um experimento, distinguindo a hipótese que está sendo testada, identificando a existência de grupos-controle e grupos-tratamento, além de ser capaz de fazer previsões a partir de hipóteses e confrontá-las com os resultados observados.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Reconhecer a gravidez na adolescência e as doenças sexualmente transmissíveis, especialmente a AIDS, como problemas de saúde pública, apontando tanto as medidas de prevenção quanto as consequências da aquisição dessas situações ou doenças para a vida futura.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Interpretar a teoria celular como central na Biologia, entendendo a organização celular como característica fundamental dos seres vivos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Reconhecer a importância do núcleo celular para a reprodução da célula e caracterizá-lo como o portador das características hereditárias.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Enfrentar situações-problema envolvendo a transmissão de informação hereditária, traduzindo a informação presente em textos para esquemas e vice-versa.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Reconhecer o papel dos fatores genéticos na determinação das características dos seres vivos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. Associar adequadamente o DNA à transmissão de informação hereditária, identificando as correspondências entre a genética clássica (mendeliana) e a biologia molecular.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Compreender as discussões atuais sobre tecnologias de manipulação do DNA, seus eventuais riscos e benefícios de maneira suficiente para utilizá-las para abordar outros tópicos de genética.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Reconhecer o desafio da classificação biológica, ter familiaridade com o sistema de nomenclatura e com as representações de parentesco entre os seres vivos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Compreender a biologia das plantas e os aspectos comparativos de sua evolução.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. Compreender a biologia dos animais e os aspectos comparativos de sua evolução.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. Analisar as diferentes hipóteses e teorias em torno da origem da vida, distinguindo a construção do conhecimento científico de outros tipos de conhecimento.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Reconhecer a teoria da evolução como ideia unificadora da Biologia e como única explicação científica para a diversidade de seres vivos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Ser capaz de analisar criticamente evidências da evolução biológica em grupos específicos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Discutir a origem do ser humano dentro do paradigma evolucionista.</span></p>
<h1>Bibliografia para Biologia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. ALBERTS, B.; Bray, D.; Johnson, A. Lewis, J.; Raff, M. Roberts, K., Walter, P. Fundamentos da Biologia Celular. (Capítulos 1, 4, 6, 7, 8, 10 a 19).2.ed.- Porto Alegre: ARTMED, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BOUER, J. Sexo &amp; Cia: as dúvidas mais comuns (e as mais estranhas) que rolam na adolescência. 2 ed. São Paulo: Publifolha, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. CARVALHO F.H &amp; PIMENTEL S.M.R. A célula (2007) &#8211; Barueri: Manole, 2007</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. CARVALHO, ISABEL C. M., Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. Capítulo 1, p. 111 a 130, Capítulo 3, p. 149 a 160, Capítulo 5 p. 175 a 187 &#8211; 3ª Ed. São Paulo: Cortez, 2008</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. CLEVELAND , P. H. JR., ROBERTS, L. S. &amp; LARSON. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Princípios Integrados de Zoologia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara &#8211; Koogan, 2004</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. DEAN, W. A ferro e fogo: a história e a devastação da Mata Atlântica brasileira, São Paulo: Companhia das Letras, 1996.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. GRIFFITHS, A .J. F.; [et al.]. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Introdução à Genética. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara &#8211; Koogan, 2009. Capítulos 1 a 17, p. 1 a 544, Capítulo 19, p. 587 a 616.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. KORMONDY, E. J. e BROWN, D.E. Ecologia humana. São Paulo: Atheneu Editora, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. KRASILCHIK, M. 2004. Prática de ensino de Biologia. 4ª ed., São Paulo, EDUSP, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. MARGULIS, L. &amp; SCHWARTZ, K. V. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos da vida na Terra. Rio de Janeiro: Guanabara  Koogan, 2001.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. RAVEN, P. H.; EVERT R.F; EICHHORN, S. E. Biologia </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Vegetal. (seções 4, 5 , 6 e 7). 7 Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. RIDLEY, M. Evolução. 3a. ed. Porto Alegre: ArtMed Editora 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia Animal. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Adaptação e meio ambiente. 5.ed. São Paulo: Ed. Livraria Santos, 2002.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. SENE, F. M. Cada caso, um caso&#8230; puro acaso – Os Processos de evolução biológica dos seres vivos. Ribeirão Preto: SBG, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. TORTORA, G. J. Corpo humano: Fundamentos de anatomia e fisiologia. 6.ed. Porto Alegre: ARTMED, 2006.</span></p>
<h1>Documentos para Biologia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Biologia para o Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/</span></p>
<p lang="es-ES"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Prop_BIO_COMP_red_md_20_03.pdf</span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de História</h1>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">As indicações a seguir apresentam o perfil do profissional da Educação que se vislumbra para ensinar História nas escolas da rede pública de São Paulo. Quais os aspectos de sua formação a serem valorizados para identificar sua capacidade de ensinar História nos níveis Fundamental e Médio? Quais os conteúdos, inclusive teóricos, sobre os quais os professores devem mostrar conhecimento e familiaridade e que deverão ser aplicados – a partir de sua adequação &#8211; nas aulas da Educação Básica? A partir dessas preocupações e reconhecendo &#8211; sem quaisquer compromissos com formas preconceituosas de hierarquização &#8211; as especificidades de cada nível de ensino, com suas características e objetivos próprios, sua elaboração foi assentada na estrutura curricular que orienta os cursos de graduação em História, especialmente aqueles oferecidos pelas Universidades públicas, haja vista o fato de que eles servem de modelo à maioria das instituições privadas. Com isto, pretende-se respeitar a formação dos professores, sem ampliar ou reduzir expectativas que possam comprometer os padrões de qualidade que deve ter a escola pública.</span><span style="font-family:Arial,sans-serif;"> </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">É importante registrar, ainda, que se espera do professor a organização do aprendizado da História em harmonia com os eixos temáticos e conceitos centrais da proposta curricular da disciplina, como Tempo e Sociedade; História e Memória; História e Trabalho; Cultura e Sociedade, História e Diversidade, desenvolvendo situações para produção e difusão do conhecimento e estudo da História por meio dos recursos disponíveis em diferentes instituições de ensino como museus, centros de documentação e órgãos de preservação do patrimônio cultural, dentre outros. Mais ainda, que compreenda a importância da memória em seus variados suportes socioculturais, identificando o seu papel na constituição dos sujeitos, na construção do conhecimento histórico e nas experiências sociais, e que seja capaz de utilizar diferentes linguagens (escrita, oral, cartográfica, musical, e imagética), visando desenvolver os estudos da realidade histórico-social, por meio das várias produções culturais disponíveis.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">O professor de História deve apresentar o seguinte perfil: A dimensão formativa do saber histórico demanda um conjunto de competências que se relacionam aos valores e atitudes  integrantes do conhecimento histórico e sua função social. Nesta perspectiva, como competências gerais, os professores de História devem apresentar condições didático-pedagógicas que permitam:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Reconhecer diferenças entre as temporalidades: tempo do indivíduo e o tempo social; tempo cronológico e tempo histórico, identificando características dos sistemas sociais e culturais de notação e registro de tempo ao longo da história.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Compreender e problematizar conceitos historiográficos, política e ideologicamente determinados, enfatizando a importância do uso de fontes e documentos de natureza variada para o estudo da História.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Reconhecer e valorizar as diferenças socioculturais que caracterizam os espaços sociais (escola, a localidade, a cidade, o país e o mundo) considerando o respeito aos direitos humanos e a diversidade cultural como fundamentos da vida social.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Identificar os elementos socioculturais que constituem a formação histórica brasileira, promovendo o estudo das questões da alteridade e a análise de situações históricas de reconhecimento e valorização da diversidade, responsáveis pela construção das identidades individual e coletiva.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Estimular o desenvolvimento da capacidade leitora, interpretativa e analítica de situações históricas nos alunos do Ensino Fundamental e Médio, buscando o entendimento das influências da História nas formas de convivência social do tempo presente e do passado.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Demonstrar conhecimento dos conteúdos fundamentais que expressam a diversidade das experiências históricas através de suas múltiplas manifestações, criando situações de ensinoaprendizagem adequadas aos objetivos do ensino básico e à construção do saber histórico escolar, utilizando-se, sempre que possível, da interdisciplinaridade para construção do conhecimento histórico.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Analisar características essenciais das relações sociais de trabalho ao longo da história, reconhecendo os impactos da tecnologia nas transformações dos processos de trabalho, e estabelecer relações entre trabalho e cidadania.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Estimular a reflexão critica na análise das decisões políticas contemporâneas, reconhecendo a importância do voto e da participação coletiva e percebendo-se como agente da história e seu tempo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Propor e justificar um problema de investigação histórica, estabelecendo suas delimitações (cronológica, espacial, temática, etc.), definindo as fontes da pesquisa, as referências analíticas, os procedimentos técnicos e produzindo análises e interpretações utilizando-se dos conceitos, categorias e vocabulário pertinentes ao discurso historiográfico;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Reconhecer o papel dos vários sujeitos históricos, percebendo e interpretando as relações/tensões entre suas ações e as determinações que as orientam no processo histórico.</span></p>
<h1>Habilidades do professor de História</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Em função do perfil apresentado acima, foi elaborado um conjunto de habilidades, visando aferir se o professor está apto a:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Destacar características essenciais das relações de trabalho ao longo da história, reconhecendo a importância do trabalho humano na edificação dos contextos histórico-sociais e as características de suas diferentes formas na divisão temporal formal: pré-história, antiguidade, Idade Média, modernidade e contemporaneidade;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Identificar materiais que permitam observar as principais características das civilizações antigas quanto à organização da vida material e cultural, relevando questões centrais como o surgimento do Estado e as formas de sociedade e de religiosidade.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Demonstrar a importância de estudos sobre a história da África, identificando características essenciais do continente em sua organização econômica, social, religiosa e cultural.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Definir as características dos principais sistemas dos movimentos populacionais ao longo da História.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Reconhecer e analisar as principais características e resultados do encontro entre os europeus e as diferentes civilizações da Ásia, África e América.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Problematizar no processo de formação dos Estados nacionais as permanências e descontinuidades que se relacionam ao Renascimento cultural, urbano e comercial e suas interfaces com a expansão marítimo-comercial dos séculos XV e XVI.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Destacar aspectos das sociedades pré-colombianas da América, caracterizando as diferenças socioculturais e materiais destas civilizações no momento do contato América-Europa.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Compreender e caracterizar os processos dos conflitos religiosos e das rebeldias camponesas que culminaram na Reforma e na Contra-Reforma entendendo-as em sua simultaneidade.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Compreender a influência das instituições e movimentos político-sociais europeus sobre o espaço colonial americano, identificando traços responsáveis pelo desenho das sociedades que se formaram nos séculos XIX, XX e nos tempos atuais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Identificar, comparar e analisar as principais características e diferenças da colonização européia na América e analisar o processo de independência e constituição das nações no continente.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Analisar as relações entre os processos da Revolução Industrial Inglesa e da Revolução Francesa e seu impacto sobre os empreendimentos coloniais europeus na América, África e Ásia.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. Diferenciar singularidades do socialismo, do comunismo, do anarquismo e seus desdobramentos nos Estados nacionais liberais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Conceber o processo histórico como ação coletiva de diferentes sujeitos reconhecendo os movimentos sociais rurais e urbanos como formas de resistência política, econômica e cultural ao ideário capitalista em suas várias fases.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Reconhecer as formas atuais das sociedades como resultado das lutas pelo poder entre as nações, compreendendo que a formação das instituições sociais é resultado de interações e conflitos de caráter econômico, político e cultural.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Reconhecer e analisar os acontecimentos desencadeadores das guerras mundiais, identificando as razões do desenvolvimento da supremacia dos Estados Unidos da América e do declínio da hegemonia européia.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. Comparar as características dos regimes autocráticos europeus e as principais influências nazi-fascistas nos movimentos políticos brasileiros da década de 1930.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. Identificar acontecimentos formadores do processo político na década de 1930 no Brasil em relação ao enfrentamento da crise de 1929 e suas consequências sobre os movimentos de trabalhadores da época.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Demonstrar as principais características do populismo no Brasil, especialmente as propostas que orientaram a política desenvolvimentista e o Golpe Militar de 1964.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Estabelecer comparações no contexto da Guerra Fria entre a situação política latino-americana e o Brasil e caracterizar os governos militares instalados no Brasil e, em países como o Chile e a Argentina, pela supressão das liberdades e pelos mecanismos utilizados pela repressão à oposição.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Identificar os principais movimentos de resistência aos governos militares na América Latina e o papel das Organizações Internacionais de Direitos Humanos.</span></p>
<h1>Bibliografia para História</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BITENCOURT, Circe Maria F. (org.). O saber histórico na sala de aula. 2 ed. São Paulo, Contexto, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BITENCOURT, Circe Maria F.. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Ensino de História – fundamentos e métodos. 1ª Ed., São Paulo, Cortez, 2005.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. BLOCH, Marc. Apologia da História &#8211; ou ofício do historiador. 1ª Ed., Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. BURKE, Peter. O que é História Cultural? 1ª Ed., Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2005.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. FAUSTO, Boris. História do Brasil. 13ª Ed. São Paulo: EDUSP, 2008</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. FERRO, Marc. A manipulação da história no ensino e nos meios de comunicação. A história dos dominados em todo o mundo. São Paulo: Ibasa, 1983.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. FONSECA, Selva G . Didática e Prática de Ensino de História. Campinas, SP, Papirus, 2005.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. FONSECA, Selva G. Caminhos da História Ensinada. Campinas, SP, Papirus, 2009</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. FUNARI, Pedro Paulo e SILVA, Glaydson José da. Teoria da História. São Paulo: Editora Brasiliense, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. HERNANDEZ, Leila Leite. África na sala de aula – visita à história contemporânea. 2ª Ed., São Paulo, Selo Negro, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. HEYWOOD, Linda M. (Org.). Diáspora negra no Brasil. São Paulo, Contexto, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo, Contexto, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. LE GOFF, Jacques. História e Memória. 1ª Ed., Campinas, UNICAMP, 2003. (Capítulos indicados: “Memória”; “Documento/ monumento”; “História”; “Passado/presente”).</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Novos temas nas aulas de história. São Paulo: Contexto, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. SOUZA, Marina de Melo. África e o Brasil Africano. 2ª Ed., São Paulo, Ática, 2007.</span></p>
<h1>Documentos para História</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BRASIL, Ministério da Educação. ENCCEJA. História e geografia, ciências humanas e suas tecnologias: livro do professor &#8211; ensino fundamental e médio/Coordenação Zuleika de Felice Murrie. Brasília: MEC/INEP, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio – Ciências Humanas e suas Tecnologias &#8211; História. Brasília, MEC/SEB, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de História para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Portals/18/arquivos/Prop_HIST_COMP_red_md_20_03.pdf</span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de Geografia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">O espaço geográfico é formado pela articulação entre objetos técnicos e informacionais, fluxos de matéria e informação e objetos naturais. Assim ele não é meramente um substrato sobre o qual as dinâmicas sociais se desenrolam: é uma dimensão viva dessas dinâmicas. O ensino de geografia destina-se a formar cidadãos capacitados a decifrar a sociedade, por meio de sua dimensão espacial. No mundo contemporâneo, marcado pela aceleração dos fluxos e pelo elevado conteúdo de ciência e tecnologia nos processos produtivos, a trama que constitui o espaço se articula numa totalidade mundial. Mas o mundo se expressa desigualmente nos territórios nacionais, nas regiões e nos lugares. Esse jogo escalar é uma ferramenta indispensável para o ensino de geografia, pois as escalas geográficas estão sempre interrelacionadas: é preciso, por exemplo, considerar o mundo, a região e o território nacional na análise dos fenômenos que ocorrem no lugar. O processo de urbanização, por exemplo, quando analisado na escala global, revela-se descompassado: no século XIX, com a emergência do sistema técnico, o mundo conheceu a primeira grande onda de urbanização, praticamente circunscrita aos países em processo de industrialização; a partir de meados do século XX, o ritmo da urbanização se acelera nos países mais pobres, impulsionado sobretudo pela falência das estruturas rurais tradicionais. O mesmo processo pode ser analisado na escala dos territórios nacionais, revelando as disparidades regionais internas e a lógica das redes urbanas. No espaço intra-urbano, por sua vez, a trama de objetos técnicos e naturais revela-se sempre única e particular, ainda que conectada ao espaço global. A preocupação com esse jogo escalar orientou tanto a elaboração do corpo de competências e habilidades quanto a seleção da bibliografia. A prova volta-se para avaliar o domínio sobre o conteúdo curricular, que abrange tanto as competências e habilidades quanto o corpo de conceitos que perpassam os conteúdos programáticos. Por isso mesmo, o arcabouço conceitual da geografia deve estar incorporado na prova, pois ele é o ponto de partida para uma reflexão organizada sobre a dimensão espacial da sociedade. Diversas obras presentes na bibliografia dedicam-se a esse tema. Mas esses conceitos só adquirem relevância se forem mobilizados para desvendar a dimensão espacial dos arranjos econômicos, das estratégias políticas e das identidades culturais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">A prova aferirá se os professores são capazes de operacionalizar os conceitos para decifrar a lógica das políticas públicas territoriais, dos movimentos sociais, da localização espacial das empresas, do agronegócio e do ambientalismo, além de outras tantas que integram o temário da geografia. Mais do que isso, os conceitos devem ser usados pelo professor para ensinar os alunos que essas lógicas muitas vezes se enfrentam: o fazendeiro que quer produzir mais e o ambientalista que luta por uma legislação mais rigorosa são portadores de visões de mundo diferentes. O professor deve ensinar os alunos a se posicionarem de forma autônoma frente a essas diferenças. Como afirmou o mestre Milton Santos, o território pode ser visto como recurso ou como abrigo. Cabe ao professor de geografia reconhecer e saber fazer reconhecer a diferença entre um e outro.</span></p>
<p>O professor de Geografia deve apresentar o seguinte perfil:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Reconhecer e dominar conceitos e diferentes procedimentos metodológicos com vistas a desenvolver a análise e a formulação de hipóteses explicativas acerca da produção do espaço geográfico e da articulação de diferentes escalas geográficas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Reconhecer o caráter provisório das ciências diante da realidade em permanente transformação, considerando a importância das concepções teóricas e metodológicas da Geografia para o desenvolvimento do conhecimento humano.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Demonstrar o domínio do conhecimento de ciências afins da Geografia que contribuam para ampliar a capacidade de interpretação, argumentação e expressão da realidade geográfica, numa perspectiva interdisciplinar.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Compreender os fundamentos e as relações espaçotemporais pretéritas e atuais do planeta com vistas a identificar, reconhecer, caracterizar, interpretar, prognosticar fatos e eventos relativos ao sistema terrestre e suas interações com as sociedades na produção do espaço geográfico em diferentes escalas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Compreender a importância e as diferentes formas de aplicação de inovações teóricas, metodológicas e tecnológicas para o avanço da pesquisa e do ensino em Geografia, considerando a aprendizagem da linguagem cartográfica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Reconhecer o papel das sociedades nas transformações do espaço geográfico, decorrentes das inúmeras relações entre sociedade e natureza, articulando procedimentos empíricos aos referenciais teóricos da análise geográfica com vistas a elaborar propostas de intervenção solidária em processos sócioambientais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Compreender as formas de organização econômica, política , social do espaço mundial e brasileiro, resultantes da revolução tecnocientífica e informacional expressa pela aceleração  e intensificação dos fluxos da produção, do consumo e da circulação de pessoas, informações e ideias.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Aproveitar as situações de aprendizagem disponíveis no material didático ampliando-as por intermédio de novos contextos, recursos didáticos e paradidáticos, considerando a realidade local, de modo a ampliar o repertório de leitura de mundo dos alunos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Aplicar diferentes formas de avaliação do ensino-aprendizagem, considerando-as como parte primordial do processo de aquisição do conhecimento, reconhecendo o seu caráter processual e sua relevância na aprendizagem.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Compreender a importância curricular de aprendizagens relativas aos processos histórico-geográficos relativos à formação cultural, política e sócio-econômica da América e da África, considerando sua relevância e influência na formação da identidade brasileira e latino americana.</span></p>
<h1>Habilidades do professor de Geografia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Com base nas Competências Gerais espera-se que os professores estejam aptos a:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Observar, descrever e analisar o uso e apropriação do território brasileiro, considerando a formação sócio-espacial e as transformações da divisão territorial do trabalho.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Comparar os contextos geográficos e a produção do lugar social, no espaço e no tempo, a partir da análise da formação do Estado Nação em diferentes regiões, das fronteiras internacionais e da ordem mundial.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Ler e interpretar a dinâmica da paisagem, identificando interações entre elementos dos sistemas naturais e padrões e tendências das mudanças locais e globais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Ler, interpretar e representar formas, estruturas e processos espaciais, demonstrando o domínio de linguagens numéricodigitais, gráficas e cartográficas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Reconhecer, aplicar e estabelecer relações entre conhecimentos geográficos na interpretação de textos jornalísticos, documentos históricos, obras literárias e outras manifestações artísticas, como pinturas, esculturas, músicas, danças e projetos arquitetônicos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Utilizar os diversos produtos e técnicas cartográficas, para localizar-se no espaço, visualizar informações, de modo a identificar razões e intenções presentes nos fenômenos sociais e naturais, com vistas a explicar e compreender as diferentes formas de intervenção no território e as lógicas geográficas desses fenômenos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Identificar problemas e propor soluções decorrentes do uso e da ocupação do solo no campo e na cidade, considerando as políticas de gestão e de planejamento urbano, regional e ambiental.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Realizar escolhas mais adequadas de técnicas e procedimentos de análise da dinâmica ambiental, de estudos populacionais e da produção econômica do espaço geográfico.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Situar o Brasil na geopolítica mundial, considerando a globalização e sua inserção na América Latina e nos blocos econômicos internacionais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Reconhecer as distintas abordagens de análise do espaço agrário no Brasil e no mundo, confrontando diferentes pontos de vista.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Comparar padrões espaciais gerados pela produção agropecuária e pelas cadeias produtivas industriais e pelas novas formas de gestão no campo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. Compreender as transformações do mundo do trabalho a partir das inovações tecnológicas e das interações entre diferentes lugares na economia flexível.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Interpretar dados e indicadores de diferentes formas de desigualdade social organizados em tabelas ou expressos em gráficos e cartogramas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Fazer prognósticos a respeito da crise ambiental, estabelecendo relações de causa e efeito da intervenção humana nos ciclos naturais, fluxos de energia e no manejo de recursos naturais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Discriminar as relações assimétricas de poder entre os organismos internacionais (Banco Mundial, FMI, diferentes organismos da ONU), os estados nações, as corporações transnacionais e as organizações não-governamentais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. Comparar propostas de regionalização do espaço mundial a partir de parâmetros econômicos, políticos e étnicoreligiosos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. Avaliar a situação de diferentes países e regiões da África e da América, considerando as transformações econômicas recentes e a inserção desigual e diferenciada no mercado mundial.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Explicar os processos geológicos e geofísicos e suas interações com a evolução da vida e a organização dos domínios morfoclimáticos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Analisar o processo de urbanização mundial, com destaque para a metropolização, explicando a importância das cidades globais nos circuitos da economia-mundo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Discutir a dinâmica demográfica, avaliando as políticas migratórias e a situação dos refugiados internacionais.</span></p>
<h1>Bibliografia para Geografia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. AB’SABER, Aziz. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. CASTELLS, Manuel. A Galáxia da internet: reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. CASTROGIOVANNI, A. Carlos;, Helena C.; KAERCHER, Nestor André. Ensino de Geografia: práticas e textualizações no cotidiano. Porto Alegre: Mediação, 2001.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. DURAND, Marie-Françoise (et. alli), Atlas da Mundialização: compreender o espaço mundial contemporâneo; tradução de Carlos Roberto Sanchez Milani. Saraiva: SP, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. ELIAS, Denise. Globalização e Agricultura. São Paulo: Edusp, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. GUERRA, José Teixeira; COELHO Maria Célia Nunes. Unidades de Conservação: abordagens e características geográficas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. HAESBAERT, Rogério; PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A nova des-ordem mundial. São Paulo: Unesp, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. HUERTAS, Daniel Monteiro. Da fachada atlântica à imensidão amazônica: fronteira agrícola e integração territorial. Fapesp/Annablume/Banco da Amazônia: São Paulo, 2009</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. MAGNOLI, Demétrio. Relações Internacionais: teoria e história. SP:Saraiva, 2004.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. MARTINELLI, Marcelo. Mapas da Geografia e da Cartografia Temática. São Paulo: Contexto, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. SALGADO-LABOURIAU, Maria Léa. História ecológica da Terra. São Paulo: Edgard Blücher, 1996.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. SANTOS, Milton. Por uma outra Globalização. Rio de Janeiro: Record, 2004.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. SOUZA, Marcelo Lopes. O ABC do Desenvolvimento Urbano. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. THÉRY, Hervé; MELLO, Neli Aparecida. Atlas do Brasil. Disparidades e dinâmicas do território. São Paulo: EDUSP, 2008</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. TOLEDO, Maria Cristina Motta de; FAIRCHILD, Thomas Rich; TEIXEIRA, Wilson. Decifrando a Terra. São Paulo: Ibep, 2009.</span></p>
<h1>Documentos para Geografia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BRASIL, Ministério da Educação. ENCCEJA. História e geografia, ciências humanas e suas tecnologias: livro do professor &#8211; ensino fundamental e médio/Coordenação Zuleika de Felice Murrie. Brasília: MEC/INEP, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio – Ciências Humanas e suas Tecnologias &#8211; Geografia. Brasília, MEC/SEB, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Parâmetros Curriculares Nacionais &#8211; Geografia. Brasília, MEC/SEB, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Geografia para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Portals/18/arquivos/Prop_GEO_COMP_red_md_20_03.pdf</span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de Filosofia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Este texto foi elaborado com o objetivo de apresentar, sucintamente, o perfil do profissional da Educação que se vislumbra para ensinar Filosofia nas escolas da rede pública de São Paulo e, ao mesmo tempo, oferecer informações básicas sobre competências e conteúdos que serão avaliados no concurso. Quais os elementos de sua formação a serem valorizados para identificar a capacidade de ensinar a disciplina nas escolas de nível Médio? Quais os conteúdos, principalmente teóricos, sobre os quais os professores devem mostrar conhecimento e que deverão ser aplicados &#8211; a partir de sua necessária adequação &#8211; nas aulas da Ensino Básica? Considerando as especificidades de cada nível de ensino, com suas características e objetivos próprios, este documento está alicerçado na estrutura curricular que orienta o desenvolvimento dos cursos de graduação em Filosofia, tanto aqueles oferecidos pelas Universidades públicas, quanto os ministrados nas instituições privadas, com o que se pretende valorizar a formação dos professores, sem ampliar ou reduzir expectativas que possam comprometer os padrões de qualidade que deve ter a Escola Pública. Os cursos de graduação em Filosofia oferecidos no País, como é sabido, visam à formação de bacharéis e/ou licenciados.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">O Bacharelado caracteriza-se, principalmente, pela ênfase na pesquisa, direcionando os formandos aos programas de pósgraduação em Filosofia e ao magistério superior. A Licenciatura &#8211; que aqui nos interessa mais diretamente &#8211; está voltada, sobretudo, para o ensino de Filosofia no nível médio. Em termos de conteúdo e qualidade, entretanto, as duas habilitações devem oferecer os mesmos conteúdos básicos, ou seja, uma sólida formação em história da Filosofia, que “capacite para a compreensão e a transmissão dos principais temas, problemas, sistemas filosóficos, assim como para a análise e reflexão crítica da realidade social (&#8230;). Bacharelado e Licenciatura diferenciam-se antes pelas suas finalidades, sendo que do licenciado se espera uma vocação pedagógica que o habilite para enfrentar com sucesso os desafios e as dificuldades inerentes à tarefa de despertar os jovens para a reflexão filosófica, bem como transmitir aos alunos do Ensino Médio o legado da tradição e o gosto pelo pensamento inovador, crítico e independente”. (1) A partir desses compromissos, com o objetivo de orientar os candidatos em sua preparação para o concurso, apresentamos um quadro sintético de temas que poderão constituir um referencial básico para o professor, esclarecendo, ainda, que ele foi elaborado em direta sintonia com o currículo implantado, em 2008, pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">I &#8211; Temas e conteúdos:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* O ensino de filosofia e suas indagações na atualidade. A tradução do saber filosófico. Estratégias didáticas e seleção dos conteúdos. Os objetivos da filosofia no Ensino Médio. A contribuição das aulas de filosofia para o desenvolvimento do senso crítico.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* A Filosofia: A atitude filosófica e o seu caráter crítico, reflexivo e sistemático. Temas e áreas tradicionais da filosofia: História da Filosofia, Metafísica, Ética, Filosofia Política, Epistemologia, Teoria do Conhecimento, Lógica e Filosofia da arte ou Estética.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* Técnica e ciência. A ciência e seus métodos. A razão instrumental. O pensamento filosófico e sua relação com as ciências.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* O pensamento filosófico e as concepções de política: A política antiga e medieval. O liberalismo: antecedentes e  desenvolvimento. O socialismo. A democracia: histórico do ideal democrático. A cidadania.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* O racionalismo ético e os princípios da vida moral: Sócrates e Aristóteles. Os epicuristas, hedonistas e estóicos. O formalismo kantiano. Os críticos do racionalismo ético.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* Temas contemporâneos: os direitos humanos &#8211; ideal e histórico.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">* História da Filosofia: Os modos de pensar que antecederam a filosofia na Grécia Antiga: o mito e a tragédia. As condições históricas para o surgimento da filosofia na Grécia Antiga e as características da filosofia nascente. Filosofia Antiga: dos pré-socráticos ao período helenístico. A Patrística e a Escolástica. O período moderno (séculos XV a XVIII) e seus temas: antropocentrismo, humanismo, a revolução científica, a emergência do indivíduo e do sujeito do conhecimento. Os procedimentos da razão. As teorias políticas do período. O período contemporâneo (séculos XIX e XX) e seus temas. Razão e natureza, razão e moral. As críticas a moral racionalista. As indagações sobre a técnica. A noção de ideologia. A inserção das questões econômicas e sociais. Os questionamentos da filosofia da existência. </span></p>
<p>O professor de Filosofia deve apresentar o seguinte perfil:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">As características de um professor de Filosofia para atuar na escola básica devem associar domínio do conhecimento específico da área, expresso no contato com autores, temas e problemas que constituem a história da Filosofia e vocação pedagógica que habilite o docente para enfrentar os desafios e dificuldades inerentes à tarefa de despertar os jovens para a importância da reflexão filosófica. Assim, em síntese, lembrando a sempre oportuna afirmação de Kant de que “não se ensina Filosofia, ensina-se a Filosofar”, espera-se que o candidato esteja apto a:</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Elaborar reflexões sobre o caráter crítico, reflexivo e sistemático da atitude filosófica, aplicadas aos temas e áreas tradicionais da Filosofia: História da Filosofia, Metafísica, Ética, Filosofia Política, Epistemologia, Teoria do Conhecimento, Lógica e Filosofia da arte ou Estética.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Identificar e desenvolver reflexões sobre as principais características da Filosofia Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Desenvolver com os alunos formas de consciência crítica sobre conhecimento, razão e realidade social, histórica e política, formulando e propondo, em linguagem filosófica, soluções para problemas nos diversos campos do conhecimento;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Analisar e interpretar textos teóricos, segundo os procedimentos de técnica hermenêutica;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Compreender a importância das questões acerca do sentido e da significação da própria existência e das produções culturais;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Identificar a integração necessária entre a Filosofia e a produção científica e artística, bem como com o agir pessoal e político;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Aplicar o conhecimento filosófico na análise de temas e problemas contemporâneos, relacionados aos direitos humanos e às questões de alteridade, visando à compreensão e superação das variadas formas de preconceito e humilhação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Relacionar o exercício da crítica filosófica com a promoção integral da cidadania e com o respeito à pessoa, dentro da tradição histórica de defesa dos direitos humanos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Reconhecer e analisar os principais elementos formadores dos conceitos de Mito, Cultura, Alteridade, Etnocentrismo e Relativismo Cultural.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Reconhecer em textos e/ou imagens elementos que identifiquem o papel da Arte na inserção ao universo subjetivo das representações simbólicas.</span></p>
<h1>Habilidades do professor de Filosofia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. A partir de textos, analisar as correntes do pensamento filosófico, para compreender de que forma foram construídos os alicerces do conhecimento científico e da cultura, em diferentes tempos e por diferentes povos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Analisar e interpretar textos teóricos, segundo os procedimentos de técnica hermenêutica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Identificar, a partir de textos, as principais características da Filosofia Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. A partir de textos, analisar os pressupostos do conhecimento científico, reconhecendo e analisando os principais fatores sócio-culturais que interferem na atividade científica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Construir uma visão crítica da ciência, superando o entendimento de conhecimento científico como verdade absoluta.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Desenvolver noções sobre os limites da racionalidade e, ao mesmo tempo, abrir espaço para o diálogo baseado nas questões de alteridade.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Reconhecer e analisar os principais elementos formadores dos conceitos de Mito, Cultura, Alteridade, Etnocentrismo e Relativismo Cultural.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Estabelecer a distinção entre o “filosofar” espontâneo, próprio do senso comum, e o filosofar propriamente dito, típico dos filósofos especialistas;</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Reconhecer em textos e/ou imagens elementos que identifiquem o papel da arte na inserção ao universo subjetivo das representações simbólicas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Compreender de que forma os fundamentos da Filosofia Política permitem identificar as funções do Estado, suas diversas concepções e as formas como as teorias políticas interferem no desenho das sociedades.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Compreender as diferenças entre moral e ética e identificar, a partir da História da Filosofia, os fundamentos básicos da Ética e dos valores que a definem, por meio de textos que  expressem o pensamento filosófico de Sócrates, Aristóteles e Epicuro.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. Analisar, por meio de textos e/ou iconografias, situações que expressem individualidades falsas ou pseudo-individualidades, a partir da industrialização e produção em série de mercadorias culturais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Desenvolver reflexões sobre os conceitos de indústria cultural e alienação moral e suas relações com os meios de comunicação.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Desenvolver reflexões sobre a condição estética e existencial dos seres humanos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Analisar as relações entre cultura e natureza.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. Compreender os fundamentos e conceitos centrais das principais correntes do pensamento político contemporâneo (anarquismo, socialismo e liberalismo).</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. Problematizar o mundo do trabalho e da política a partir de teorias filosóficas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Compreender o conceito de liberdade com base nas teorias filosóficas.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Analisar a condição dos seres humanos, a partir de reflexão filosófica sobre diferenças e igualdades entre homens e mulheres.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Reconhecer a relevância da reflexão filosófica para análise dos temas e problemas que atingem as sociedades contemporâneas, especialmente os relacionados às variadas formas de preconceito e humilhação.</span></p>
<h1>Bibliografia para Filosofia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. ARENDT, Hannah. A condição humana. 10. Ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. ARISTÓTELES. Política. São Paulo. Martins Fontes, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia, São Paulo: Ática, 13ª ed., 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. COMTE-SPONVILLE. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Apresentação da filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 2003.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. DESCARTES, René. Discurso do Método/Meditações. São Paulo: Editora Martin Claret, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. EPICURO. Pensamentos. Coleção A Obra-Prima de Cada Autor. São Paulo: Editora Martin Claret, 2005</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. GORENDER, Jacob. Marxismo sem utopia. São Paulo: Ática, 1998</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. MARCONDES, Danilo. Textos Básicos de ética: de Platão a Foucault. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 6. Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. MORTARI, Cezar. Introdução à lógica. São Paulo: UNESP/ Imprensa Oficial do Estão, 2001.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. PLATÃO. A República. São Paulo: Editora Martin Claret, 2000.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. ROUSSEAU, Jean-Jacques. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Do contrato social. Disponível em : http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/contrato.pdf.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. WEFFORT, Francisco C. (org.) </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Os clássicos da política. São Paulo: Ática, 2006. 2V.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. WIGGERSHAUS, Rolf: A Escola de Frankfurt. História, desenvolvimento teórico, significação política. Rio de Janeiro: DIFEL, 2002.</span></p>
<h1>Documentos</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Orientações Curriculares para o Ensino Médio – Ciências Humanas e suas Tecnologias &#8211; Filosofia, Brasília, MEC/SEB, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Filosofia para o Ensino Médio. São Paulo: SE, 2008. Disponível em: http://www. rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/Prop_FILO_</span></p>
<p lang="es-ES"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">COMP_red_md_20_03.pdf e http://www.rededosaber.sp.gov.br/</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">portais/Portals/18/arquivos/Grade_FILO_Volume_1_cor.pdf</span></p>
<h1>Perfil desejado para o professor de Sociologia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">O ensino da sociologia não envolve apenas a manipulação e o domínio da discussão sociológica contemporânea ou clássica, mas também, o cuidado e o respeito pelos conhecimentos e pela vivência dos alunos. Mais do que ser capaz de estabelecer com os jovens os debates mais atuais e sofisticados em sociologia o professor deve exercitar junto aos jovens uma certa sensibilidade sociológica para a sua realidade mais próxima e para questões mais amplas da atualidade, por meio da discussão de temas consagrados da análise sociológica.</span></p>
<p>O professor de Sociologia deve apresentar o seguinte perfil:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Contribuir para o estabelecimento da distinção entre o conhecimento de senso comum e o conhecimento científico, e explicitar a especificidade da tarefa do sociólogo enquanto cientista social.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Entender que o conhecimento sociológico é produzido a partir de uma postura diante dos fatos sociais, marcada pelo estranhamento e desnaturalização, compreendendo que os processos sociais são fruto de fenômenos históricos, culturais e sociais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Compreender que o ensino da sociologia deve ter como objetivo desenvolver no aluno um olhar sociológico ou uma sensibilidade sociológica que lhe permita entender o seu lugar na sociedade e situar-se nela.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Dominar os conhecimentos sociológicos necessários que permitam ao aluno perceber as dinâmicas de relação e interação sociais e construir explicações a respeito da sociedade e de suas transformações.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Compreender que o ensino das ciências sociais deve propiciar o conhecimento da e o respeito à sociedade brasileira, de sua posição no contexto internacional, bem como da diversidade, das desigualdades e diferenças que a constituem.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Ser capaz de, ao desenvolver as atividades pedagógicas, a partir do aluno, do seu contexto social de origem, das suas vivências e experiências como forma de introdução, desenvolvimento e apreensão do saber sociológico.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Promover e valorizar a capacidade de elaboração de um conhecimento crítico a respeito das questões sociais, incentivando a autonomia intelectual.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Reconhecer a importância da formalização dos direitos de cidadania, do conhecimento sobre o papel do cidadão e da participação política, desenvolvendo formas de reflexão e debate que capacitem o aluno a exercer de forma plena e consciente seus direitos e deveres civis, sociais e políticos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Dominar as teorias clássicas e contemporâneas da sociologia, das metodologias científicas de investigação e das formas de ensiná-las, adequando-as à capacidade cognitiva dos alunos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Reconhecer a importância da pesquisa como recurso didático fundamental para o desenvolvimento do olhar sociológico, envolvendo o aluno em situações que lhe permitam observar e refletir criticamente sobre o mundo que o cerca. Ter o domínio do conhecimento teórico e metodológico necessário para a elaboração de um projeto de pesquisa, a definição do problema de investigação e o levantamento e análise de dados.</span></p>
<h3>Habilidades do professor de Sociologia</h3>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Reconhecer a especificidade do conhecimento sociológico, enquanto forma de conhecimento científico que permite compreender e explicar a sociedade, segundo critérios metodológicos objetivos, esclarecendo a diferença entre senso comum e ciência, e considerando a distinção entre as principais correntes sociológicas e a compreensão do processo de nascimento e desenvolvimento da sociologia.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Entender o significado antropológico do estranhamento como postura metodológica que orienta a prática científica, com o objetivo de entender e explicar as razões de determinados fenômenos sociais. Compreender a atitude de conhecer a realidade social questionando-a e construindo um distanciamento em relação a ela.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Compreender a desnaturalização como a atitude de não tomar como naturais os acontecimentos, as explicações e concepções existentes a respeito da vida em sociedade, recusando os argumentos que “naturalizam” as ações e relações sociais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Identificar o processo social básico na vida de todo ser humano &#8211; o processo de socialização &#8211; determinando suas características, a maneira pela qual os indivíduos agem e reagem diante dos outros e convivem em diferentes grupos e espaços de sociabilidade, de maneira a expressar as formas de interiorização das normas, regras, valores, crenças, saberes e modos de pensar que fazem parte da herança cultural de um grupo social humano.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Compreender como se dá a construção social da identidade, explicitando seu caráter processual e relacional, considerando que é na relação com o outro, marcada pela diferença, que o indivíduo expressa o seu pertencimento a determinado grupo social. Saber que essa construção identitária se dá por meio de símbolos que ajudam o indivíduo a construir identidades para si e para o outro.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Apreender a ideia de cultura de um ponto de vista antropológico e identificar suas características. Reconhecer que a unidade entre todos os seres humanos é o fato de que o homem é um ser cultural, entendendo o papel da cultura e do instinto da vida dos homens, considerando que a humanidade só existe na diferença.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Identificar o que une e o que diferencia os seres humanos, qual é a relação do homem com seus instintos e o que o separa dos outros animais. Esclarecer o que é etnocentrismo, relativismo cultural, determinismo biológico e determinismo geográfico e seus limites e possibilidades para a compreensão das diferenças entre os homens.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Reconhecer a existência da desigualdade social, apontando as diferenças que situam indivíduos e grupos em posições hierarquicamente superiores e inferiores na estrutura social. Reconhecer a existência de desigualdades com base em atributos sociais como idade, sexo, ocupação, renda, raça ou cor da pele, classe etc, e que estabelecem diferenças no acesso às condições de vida.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Compreender criticamente a noção de raça e etnia. Distinguir as diferentes abordagens sociológicas do conceito de classe e de estratificação social.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Conhecer as reflexões acerca do trabalho de Émile Durkheim: Compreender os conceitos de coesão social, solidariedade e a função da divisão social do trabalho em Durkheim.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. Conhecer as reflexões acerca do trabalho de Karl Marx. Identificar o trabalho como mediação entre o homem e a natureza e ter clareza sobre os conceitos de divisão do trabalho, processo de trabalho e relações de trabalho. Discutir os conceitos de fetichismo da mercadoria, alienação no processo de produção capitalista e acumulação primitiva.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. Conhecer as reflexões acerca do trabalho de Max Weber. Entender a afinidade eletiva entre a ética protestante e o espírito do capitalismo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. Explicar as transformações no processo e na organização do trabalho e suas implicações no emprego e desemprego na atualidade. Identificar o perfil daquelas categorias sociais mais atingidas pelo desemprego no Brasil. Ter noções da situação do jovem no mercado de trabalho brasileiro.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. Identificar criticamente a problemática da violência no contexto brasileiro. Reconhecer as diferentes formas de violência: simbólica, física e psicológica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. Identificar e compreender de forma crítica como a violência doméstica, a violência sexual e a violência na escola são exercidas em suas diferentes formas. Estabelecer uma reflexão crítica quanto ao papel de professores, gestores e alunos na produção e reprodução da violência.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">16. Analisar criticamente as condições de exercício da cidadania no Brasil ao longo da sua história. Distinguir o que são direitos civis, direitos políticos, direitos sociais e direitos humanos. Compreender a relação entre a formação do Estado brasileiro e a constituição dos direitos civis, políticos, sociais e humanos no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">17. Elaborar uma reflexão crítica sobre a formalização dos direitos da cidadania e as suas possibilidades de efetivação, bem como a respeito dos direitos e dos deveres do cidadão. Conhecer e estudar as principais leis que permitem o exercício da cidadania e identificar a ampliação dos direitos de cidadania a grupos sociais específicos, como mulheres, indígenas e negros.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">18. Compreender os conceitos, os elementos constitutivos e as características do Estado. Distinguir entre os conceitos de Estado e governo e identificar as formas de governo no Estado moderno: monarquia, república e democracia. Identificar e reconhecer diferentes sistemas de governo: parlamentarismo e presidencialismo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">19. Analisar a organização política do Estado brasileiro, com a divisão dos Poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário) e identificando sua natureza e funções.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">20. Demonstrar noções claras sobre o funcionamento das eleições no Brasil, a formação dos partidos, a importância do voto e o papel do eleitor no sistema democrático.</span></p>
<h1>Bibliografia para Sociologia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BERGER, Peter; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade, Petrópolis:Vozes, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista. Rio de Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 1987. Capítulos 1, 2 e 3.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. BRYM, Robert, Lie, J. et al. Sociologia: uma bússola para um novo mundo. São Paulo: Cengage Learning, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. CUCHE, Dennys. A noção de cultura nas ciências sociais. 2. ed. Bauru:Edusc, 2002.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. DA MATTA, Roberto. A Antropologia no quadro das ciências. In:_______. Relativizando: uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro:Rocco, 1981.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. DE CICCO, C. e GONZAGA, Álvaro de A. Teoria Geral do Estado e Ciência Política. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. DUBAR, Claude. A socialização: construção das identidades sociais e profissionais. São Paulo: Martins Fontes, 2005.</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. GIDDENS, Anthony. Sociologia. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Porto Alegre: Artmed, 2008.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. GOFFMAN, Erving. A representação do Eu na vida cotidiana. Petrópolis: Vozes, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. GUIMARÃES, Antonio Sérgio A. Racismo e anti-Racismo no Brasil. São Paulo: Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo; Ed. 34, 1999.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 23. ed. Rio de Janeiro:Zahar, 2009.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. MARRA, Célia A. dos Santos. Violência escolar – a percepção dos atores escolares e a repercussão no cotidiano da escola. São Paulo: Annablume, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. MICHAUD, Yves. A violência. São Paulo: Ática, 1989.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. PINSKY, Jaime; Pinsky, Carla B. (org.) História da Cidadania. São Paulo: Editora Contexto, 2003.</span></p>
<h1>Documentos para Sociologia</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o ensino de Sociologia para o Ensino Médio. São Paulo: SE, 2009. Disponível em: http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/PPC_soc_revisado.pdf</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>PERFIL DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO ESPECIAL</strong></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">O professor atuante na modalidade de Educação Especial deve ter como princípio a Educação Inclusiva, partindo do pressuposto de que todos os alunos têm direito de estar juntos, convivendo e aprendendo. O professor especializado deve estar atento às possibilidades de acesso, tanto físico como de comunicação, a partir do conhecimento dos recursos necessários e disponíveis, o que permite o desenvolvimento pleno do humano. Aliado a isso, coloca-se a questão didática, pois o professor especializado deve ter a clareza das características próprias de seu trabalho, que não pode avançar sobre aquele da sala comum. Guarda-se, assim, uma relação dialética entre o professor da sala comum e o professor especializado, devendo ser próprio deste último a competência para trabalhar com o aluno as questões relativas às dificuldades geradas pela deficiência. Não pode ser esquecida, também, a amplitude do olhar que o professor especializado deve ter com relação a seus colegas da sala comum, à equipe escolar como um todo e à comunidades, principalmente, à família do aluno.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Enfim, impõe-se ao professor especializado a percepção das contínuas mudanças sociais que foram se concretizando ao longo do tempo, tendo como referência a questão da diversidade. Neste contexto, é importante o conhecimento da evolução das políticas públicas, refletidas na legislação atual, principalmente no que se refere ao Brasil e ao estado de São Paulo.</span></p>
<p>O professor de Educação Especial deve apresentar o seguinte perfil:</p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Demonstrar conhecimento dos aspectos históricos da relação da sociedade com as deficiências e a pessoa com deficiência.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Conhecer as várias tendências na abordagem teórica da educação das pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Ser capaz de produzir e selecionar material didático em vista do trabalho pedagógico.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Dominar noções dos aspectos fisiológicos e clínicos das deficiências.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Identificar as necessidades educacionais de cada aluno por meio de avaliação pedagógica.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. Elaborar Plano de Atendimento no Serviço de Apoio Pedagógico Especializado &#8211; SAPE, visando a intervenção pedagógica nas áreas do desenvolvimento global e encaminhamentos educacionais necessários.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. Desenvolver com os alunos matriculados em classes comuns atividades escolares complementares, submetendo-as a flexibilizações, promovendo adaptações de acesso ao currículo e recursos específicos necessários.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. Conhecer os indicadores que definam a evolução do aluno em relação ao domínio dos conteúdos curriculares e elaborar os registros adequados.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. Interagir com seus pares, com a equipe escolar como um todo, com a família e com a comunidade, favorecendo a compreensão das características das deficiências.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. Utilizar-se das diversas contribuições culturais para facilitar aos alunos sua compreensão e inserção no mundo.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;"><strong>Habilidades do professor de Educação Especial</strong></span></p>
<h2>Deficiência Física</h2>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Identificar os vários aspectos de como se apresentam a deficiência e decidir sobre os recursos pedagógicos a serem utilizados.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Conhecer os Recursos de Comunicação Alternativa.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Conhecer Recursos de Acessibilidade ao Computador.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Reconhecer e identificar materiais pedagógicos: engrossadores de lápis, plano inclinado, tesouras adaptadas, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Identificar formas adequadas de acompanhamento do uso dos recursos alternativos em sala de aula comum.</span></p>
<h2>Deficiência Auditiva</h2>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Identificar aspectos culturais próprios da comunidade surda.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Dominar a metodologia de ensino da Língua Portuguesa para Surdos.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Dominar a metodologia do ensino da Língua Brasileira de Sinais &#8211; LIBRAS.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Dominar o ensino com LIBRAS.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Reconhecer e identificar materiais didáticos e pedagógicos com base na pedagogia visual e na Libras, entre outros.</span></p>
<h2>Deficiência Visual</h2>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Dominar o ensino do Sistema Braille.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Demonstrar o domínio de conhecimentos sobre orientação e mobilidade e sobre atividades da vida autônoma.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Dominar conhecimentos para uso de ferramentas de comunicação: sintetizadores de voz para ler e escrever via computador.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Dominar a técnica de Soroban.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Identificar material didático adaptado e adequado, de acordo com a necessidade gerada pela deficiência (visão subnormal ou cegueira).</span></p>
<h2>Deficiência Intelectual</h2>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. Identificar e ser capaz de avaliar a necessidade de elaboração de Adaptação Curricular.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. Diante de situações de diagnóstico, ser capaz de avaliar a necessidade de Currículo Natural Funcional para a vida prática, e habilidades acadêmicas funcionais.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. Identificar materiais didáticos facilitadores da aprendizagem como alternativas de se atingir o mesmo objetivo proposto para sala do ensino comum, levando em conta os limites impostos pela deficiência.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. Identificar habilidades básicas de autogestão e específicas visando o mercado de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. Reconhecer situações de favorecimento da autonomia do educando com deficiência intelectual.</span></p>
<h1>Bibliografia para Educação Especial</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Deficiências / Inclusão &#8211; Geral</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BIANCHETTI, L.; FREIRE, I. M. Um Olhar sobre a Deficiência. Campinas: Papirus, 1998.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. MANTOAN, Maria Teresa Egler. Inclusão Escolar &#8211; O que é ? Por quê? Como Fazer? 2ª ed. São Paulo: Moderna, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Educação Especial no Brasil História e Políticas Públicas, SP, Cortez, 1996.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. MITTLER, Peter. Educação Inclusiva: Contextos Sociais. Porto Alegre: Art Med, 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. ROSITA, Edler Carvalho. Educação Inclusiva com os Pingos nos Is. 2. Ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: Construindo uma Sociedade para Todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. STAINBACK, S. STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Trad. Magda França Lopes. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Deficiência Auditiva</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. GOES, M. C. R. de. Linguagem, Surdez e Educação. Campinas, SP: Autores Associados, 1996.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. GOLDFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição humana numa perspectiva sócio-interacionista. São Paulo, SP: Plexus: 1997.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">10. SKLIAR, Carlos. A Surdez: um Olhar sobre as Diferenças. 3 ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Deficiência Física</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">11. BASIL, Carmen. Os alunos com paralisia cerebral: desenvolvimento e educação. In: COLL,C.; PALACIOS,J.; MARCHESI, A. Desenvolvimento psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. Vol.3 Porto Alegre: Artes</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Médicas, 1995 (pp 252-271).</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Deficiência Mental</span></p>
<p><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-family:Arial,sans-serif;">12. AMERICAN ASSOCIATION ON MENTAL RETARDATION. </span><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Retardo mental: definição, classificação e sistemas de apoio. Tradução por Magda França Lopes. 10. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.</span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">13. OMS &#8211; Organização Mundial da Saúde, CIF: Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde [Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde para a Família de Classificações Internacionais, org.; coordenação da tradução</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Cassia Maria Buchalla]. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo &#8211; EDUSP; 2003.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Deficiência Visual</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">14. AMORIN, Célia Maria Araújo de e ALVES, Maria Glicélia. A criança cega vai à escola: preparando para alfabetização. Fundação Dorina, 2008.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">15. LIMA, Eliana Cunha, NASSIF, Maria Christina Martins e FELLIPE, Maria Cristina Godoy Cruz. Convivendo com a baixavisão: da criança à pessoa idosa. Fundação Dorina, 2008.</span></p>
<h1>Documentos para Educação Especial</h1>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Deficiências / Inclusão &#8211; Geral</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">1. BRASIL, Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Adaptações Curriculares. Brasília, MEC/SEF, 1999.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Deficiência Física</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">2. BRASIL. Ministério da Educação. Atendimento educacional especializado: deficiência física. Brasília: SEESP/SEED/ MEC, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">3. BRASIL. Ministério da Educação. Estratégias e orientações pedagógicas para a educação de crianças com necessidades educacionais especiais: dificuldades de comunicação e sinalização: deficiência múltipla. Secretaria de Educação Especial.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Brasília: MEC/SEESP, 2002.(Educação Infantil, vol. 5).</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">4. BRASIL. Ministério da Educação. Saberes e Práticas da Inclusão: Desenvolvendo competências para o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos com deficiência física/neuro-motora. Secretaria de Educação Especial. Brasília: MEC/SEESP, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Deficiência Mental</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">5. BRASIL. Ministério da Educação. Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Mental. Secretaria de Educação Especial. MEC/SEESP, Brasília, 2007.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">6. BRASIL. Ministério da Educação. Educação Inclusiva: Atendimento Educacional para a Deficiência Mental. Secretaria de Educação Especial. MEC/SEESP, Brasília, 2005.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">Deficiência Visual</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">7. BRASIL. Ministério da Educação. Educação Especial: Construção do Pré-Soroban. MEC/SEESP, Brasília.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">8. BRASIL. Ministério da Educação. Educação Especial: Grafia Braille para a Língua Portuguesa. MEC/ SEESP, Brasília, 2006.</span></p>
<p><span style="font-family:Arial,sans-serif;">9. BRASIL. Ministério da Educação. Educação Especial: Orientação e Mobilidade &#8211; Conhecimentos básicos para a inclusão da pessoa com deficiência visual. MEC/SEESP, Brasília. (1) Cf. “Diretrizes curriculares aos cursos de graduação em Filosofia”, Secretaria de Ensino Superior/MEC-SESU, Comissão de Especialistas de Ensino de Filosofia (N. G. Gomes, O. Giacóia Jr. A. L. M. Valls), Brasília, 1998. (Grifos nossos).</span></p>
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		<item>
		<title>MOBILIZAÇÃO DE PROFESSORES DO ESTADO DE SÃO PAULO</title>
		<link>http://professortemporario.wordpress.com/2009/11/01/mobilizacao-de-professores-do-estado-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 20:11:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professortemporario</dc:creator>
				<category><![CDATA[REFLEXÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[O professor temporário surgiu em 2007 como uma iniciativa de professores que lecionavam como temporários nas redes estadual e municipal de uma cidade do interior de São Paulo.
Nossa iniciativa teve como motivação o esclarecimento sobre os direitos trabalhistas que estavam sendo desrespeitados pelas redes, pois percebemos em nossas escolas que, embora o professor tenha sobre [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=professortemporario.wordpress.com&blog=2075322&post=324&subd=professortemporario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span id="more-324"></span>O professor temporário surgiu em 2007 como uma iniciativa de professores que lecionavam como temporários nas redes estadual e municipal de uma cidade do interior de São Paulo.</p>
<p>Nossa iniciativa teve como motivação o esclarecimento sobre os direitos trabalhistas que estavam sendo desrespeitados pelas redes, pois percebemos em nossas escolas que, embora o professor tenha sobre si uma aura de conhecimento, a maioria simplesmente desconhece os seus direitos e vive nas mãos supervisores, diretores e ocupantes de cargos comissionados.</p>
<p>Nesses dois anos, presenciamos muita coisa e ajudamos muitas pessoas a requererem seus direitos. Denunciamos irregularidades que tivemos conhecimento ao Ministério Público do Estado e até conseguimos, indiretamente, fazer com que uma prefeitura cumprisse a lei e efetivasse os professores que haviam passado no concurso público.</p>
<p>Em face aos últimos acontecimentos na rede estadual e ainda digerindo tudo o que aconteceu, fizemos uma reflexão sobre o que fazer, dentro da racionalidade.</p>
<p>Em primeiro lugar, temos que ser realistas: a população do Estado de São Paulo tem uma visão política conservadora e não tem a menor simpatia pelos professores da rede estadual. A razão disso é simples. O Governo do Estado, que se perpetua a quase 20 anos, desenvolveu uma estratégia de propaganda muito eficiente. Sob uma aura de austeridade e até com certo autoritarismo, o governo tem demonstrado á população o seu ponto de vista, que coloca os professores como retrógrados e incapazes, apesar de seus &#8220;pesados investimentos&#8221;. Para piorar as coisas, nós que lidamos com o resultado da má educação familiar, somos vistos como prepotentes e arrogantes, quem têm a audácia de apontar as deficiências da educação familiar. Somos ainda uma categoria heterogênea e desunida, que muitas vezes critica abertamente seus colegas de profissão, reforçando o ponto de vista que as famílias já têm.</p>
<p>Em segundo lugar, não devemos pensar no governo do Estado como um grupo de desqualificados. Na verdade, todo o processo foi planejado de uma maneira sistemática, até pela experiência adquirida no início deste ano, quando se tentou fazer o mesmo. Eles aprenderam com o erro a a desorganização deles e montaram uma estratégia quase perfeita: apontar os professores como incapazes, demonstrar supostas valorizações em propagandas e propor a avaliação dos professores.</p>
<p>Assim, como a estratégia do governo é eficiente e organizada, não adianta muito tomar decisões precipitadas ou fazer manifestações desorganizadas. É preciso atacar o ponto mais sensível do governo: a opinião pública.</p>
<p>Para isso, o que devemos fazer?</p>
<p>A primeira sugestão que fazemos é aproveitar o espaço da escola para fazer essa discussão com as comunidades.</p>
<p>Em vez de ficarmos falando sobre indisciplina dos alunos ou apontando as famílias como responsáveis pelos filhos (não que isso não seja verdade, mas é preciso utilizar o espaço), devemos fazer das reuniões de pais e eventos da escola um espaço para apontar as falhas da política educacional do Estado, que não muda de governo há 20 anos.</p>
<p>Progressão continuada, sucateamento material das escolas e superlotação são exemplos da política educacional do Estado que a população não concorda, mas não consegue ligar a causa ao efeito.</p>
<p>Temos que trazer a população para o nosso lado, associando a defasagem de aprendizagem dos seus filhos, não com a indisciplina, mas com a política educacional, que não mudará se o governo continuar.</p>
<p>Como fazer?</p>
<p>Podemos começar nas reuniões de pais e, dentro das possibilidades, com panfletagem nas portas das escolas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto não conseguirmos despertar a população, não teremos o apoio para a greve. Assim, precisamos, cada um conversando com o outro na sua escola, esclarecer à população as reais causas do fracasso escolar e depois, com o seus apoio, poderemos fazer uma coisa mais ampla.</p>
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		<item>
		<title>UMA VIDA EM UMA SEMANA</title>
		<link>http://professortemporario.wordpress.com/2009/10/30/uma-vida-em-uma-semana/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 00:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professortemporario</dc:creator>
				<category><![CDATA[REFLEXÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com a tradição de diversos povos e culturas, a semana do solstício de Inverno no Hemisfério Norte marca a transição para a luz. Depois da noite mais longa do ano, sabe-se que as coisas tendem a melhorar.
Nessa semana, que engloba o final de outubro e o início de novembro, diversas culturas lembram datas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=professortemporario.wordpress.com&blog=2075322&post=322&subd=professortemporario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span id="more-322"></span>De acordo com a tradição de diversos povos e culturas, a semana do solstício de Inverno no Hemisfério Norte marca a transição para a luz. Depois da noite mais longa do ano, sabe-se que as coisas tendem a melhorar.</p>
<p>Nessa semana, que engloba o final de outubro e o início de novembro, diversas culturas lembram datas significativas, como Halloween, a transição para o mundo espiritual e o dia dos mortos. Todas essas datas apresentam em comum um sentimento de esperança: o pior passou.</p>
<p>Dentro desse sentido, nessa semana complicada em que o Estado caçou seus professores como &#8220;bruxas&#8221;, o que podemos pensar e fazer?</p>
<p>Em primeiro lugar, devemos levantar a cabeça e seguir em frente, não por pura hipocrisia de auto-ajuda (como se isso não estivesse doendo em nossas almas&#8230;),  mas para não dar esse gosto para o Governo do Estado que nos descartou.</p>
<p>Descartou porque depois de muitos anos, ou alguns dias, fomos obrigados a decidir nossas vidas funcionais em uma única semana, iniciada com a publicação da Resolução SE 73 e finalizada hoje.</p>
<p>Embora no meio desses professores descartados certamente possa haver pessoas que não merecem ostentar o título, a maneira sistemática como o governo atual coloca sobre os professores a culpa pelo fracasso escolar, revela que dentro de um projeto maior, pensado para 2010, seremos apontados em breve como parte do problema, por termos sido expurgados no momento em que a coisa não pode piorar mais.</p>
<p>Sem lamentações, o que fazer então?</p>
<p>Quem conseguiu sobreviver ao processo e se adaptou as exigências do Estado, assumindo suas funções docentes na condição de estável ou permanecendo com algum saldo de aulas, que levante a cabeça e lute para manter os seus direitos, sempre se preparando para o que vier. Para esses professores, a informação é uma arma.</p>
<p>Quem foi classificado na categoria L e deveria estar como estável, tem duas opções, que devem ser pensadas dentro de perspectivas pessoais:</p>
<p>1) Procurar um advogado para ir a justiça lutar pelos seus direitos, em uma batalha difícil, longa e sem necessariamente a certeza da vitória, pois embora a lei esteja do nosso lado, os tentáculos do governo estão presentes no judiciário;</p>
<p>2) Se achar que não vale a pena entrar nessa luta, preparar-se para fazer a melhor prova que puder, estudando com atenção a proposta curricular do Estado, que não são os caderninhos de aluno, mas sim o documento disponível no São Paulo faz escola. (Ao fazer a prova, procure pensar não como você entende as coisas, mas como o Estado as entende&#8230;)</p>
<p>Quem é PEB I e não é efetivo ou estável, saiba que dentro do planejamento do Estado não haverá mais espaço para essa categoria. O concurso previsto para março de 2010 será apenas para PEB II. Nesse sentido, procure analisar a situação em uma realidade mais ampla, pois não existe apenas a rede estadual como opção. Nesse momento, diversas prefeituras estão com concursos públicos abertos para professor .</p>
<p>Embora tenhamos criado esse site para ajudar os professores temporários, em uma iniciativa sem nenhum fim lucrativo (na verdade é o contrário, pois concentramos parte do nosso tempo de lazer para ajudar a informar os professores que precisam&#8230;), não temos nenhuma intenção de estimular que os professores continuem como temporários.</p>
<p>Gostaríamos que todos os nossos usuários fossem aprovados em um concurso público e se tornassem efetivos, mas enquanto isso não acontece, estamos sempre á disposição, dentro de nossas limitações de tempo e conhecimento, para esclarecer o professor sobre seus direitos.</p>
<p>O mundo não acabou, embora a vida funcional no Estado de São Paulo tenha acabado para alguns&#8230;</p>
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	</item>
		<item>
		<title>A CAIXA PRETA DA EDUCAÇÃO NO ESTADO DE SÃO PAULO (edição atualizada)</title>
		<link>http://professortemporario.wordpress.com/2009/10/29/acaixa-preta-da-educacao-no-estado-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 21:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professortemporario</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEUS DIREITOS]]></category>

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		<description><![CDATA[No Estado de São Paulo, considerado o mais rico do Brasil, mas não necessariamente o mais desenvolvido, existe uma situação que é absurdamente incompatível com condição de desenvolvimento de qualquer Estado: o sucateamento da educação escolar pública, que funciona com mais de 43% do seu efetivo de professores na condição de TEMPORÁRIOS.
Desde 1974 (Lei nº [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=professortemporario.wordpress.com&blog=2075322&post=247&subd=professortemporario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } --><span id="more-247"></span>No Estado de São Paulo, considerado o mais rico do Brasil, mas não necessariamente o mais desenvolvido, existe uma situação que é absurdamente incompatível com condição de desenvolvimento de qualquer Estado: o sucateamento da educação escolar pública, que funciona com mais de 43% do seu efetivo de professores na condição de TEMPORÁRIOS.</p>
<p>Desde 1974 (Lei nº 500, 13/11/74) a Secretaria de Estado da Educação contrata professores temporários como uma alternativa à realização de concurso público. O que foi criado em uma realidade autoritária, no espírito da ditadura para resolver uma situação transitória, tornou-se uma forma de economizar com a folha de pagamento.</p>
<p>Naquela época, em que havia mais de 30% de analfabetos no Estado e para ser professor era preciso apenas ter completado o Colegial na modalidade Magistério, existia uma falta de pessoal para lecionar em sala de aula e para organizar a administração das escolas. Era muito comum o professor efetivo ser colocado na condição de diretor de escola e para cobrir sua vaga não era possível fazer um concurso público, já que o professor que ocupava a direção não deixou de ser professor. Assim, criou-se a possibilidade de contratação temporária de servidores:</p>
<p><strong>I</strong>- para o exercício de função -atividade correspondente a função de serviço público de natureza permanente;</p>
<p><strong>II</strong> &#8211; para o desempenho de função -atividade de natureza técnica, mediante contrato bilateral, por prazo certo e determinado;</p>
<p><strong>III</strong> &#8211; para a execução de determinada obra, serviços de campo ou trabalhos rurais, todos de natureza transitória, ou ainda, a critério da Administração, para execução de serviços decorrentes de convênios.</p>
<p>Como a legislação considerou a necessidade permanente (professores ACT, hoje chamados OFA), o Estado criou um sistema no qual esses professores gozariam da maioria dos direitos dos efetivos, com exceção da licença prêmio e da incorporação de gratificações ao salário.</p>
<p>Trinta anos se passaram, e o que correu por baixo da ponte? Além do esgoto (progressão continuada, redução da carga horária de disciplinas mais criticas, pedagogia do amor), houve uma redução significativa da quantidade de concursos públicos, que para piorar a situação deixaram de ser regionalizados.</p>
<p>Com a falta de concursos e a permanência dessa situação, passados esses anos muitos dos professores ACT se aposentaram pelo Estado de São Paulo, sem jamais terem sido aprovados em um concurso público (o que é inconstitucional), em condição muito mais precária que a dos efetivos.</p>
<p>Nesse sentido, com a vitória nas eleições presidenciais do grupo que sempre foi antagônico aos Donos do Poder no Estado de São Paulo, o Governo Federal e Ministério da Previdência se interessaram por essa questão (não que estivessem preocupados com os professores) ao mesmo tempo em que o Governo do Estado criava mecanismos para dificultar a aposentadoria dos temporários. Todos estavam de olho nos mais de 100 mil professores que contribuíam para o fundo previdenciário do Estado, mas que se aposentariam com os recursos dele, já que mesmo mantendo benefícios integrais, teriam como fonte de recursos o INSS.</p>
<p>Para o Governo Federal isso representaria mais de 100 mil novos contribuintes ao INSS. Para o Governo de São Paulo, isso representava a solução definitiva para barrar a aposentadoria desses servidores.</p>
<p>Mas, havia um problema: o que fazer com esses professores que contribuíram para o fundo previdenciário do Estado mas que se aposentariam pelo INSS? Repassar suas contribuições ao INSS? Indenizá-los pelo FGTS não recolhido?</p>
<p>Depois de muitos estudos o Estado de São Paulo finalmente encontrou a SUA solução em 2007. Instituiu um novo fundo previdenciário (SISPREV), aumentando o valor da contribuição dos efetivos para compensar as contribuições dos temporários, agora destinadas ao INSS.</p>
<p>E daí?</p>
<p>E daí que dentro do Pacotão da Secretaria de Estado da Educação, concretizado com as Leis complementares nº 1093 e 1094, de 17 de julho de 2009, tudo muda a partir do ano que vem.</p>
<p>Tudo se resume ao fatídico 02 de julho de 2007. Quem estava vinculado como OFA ao Estado nesse dia é considerado “Professor OFA categoria F”. Quem não tinha vínculo nessa época, mas lecionou como OFA até o dia 16 de julho de 2009 é considerado “Professor OFA categoria L”. Quem entrou no Estado como OFA depois de 17 de julho de ano é considerado “Professor Contratado pela Lei 1093”</p>
<p>E daí?</p>
<p><strong>OS PROFESSORES QUE JÁ SÃO EFETIVOS DO ESTADO </strong>poderão solicitar a redução de carga para uma jornada mínima de 10 aulas e 2 Htpc, com ou sem a possibilidade de carga suplementar. Isso facilitará as suas pretensões de remoção. Como são efetivos, têm a prioridade na escolha dos saldos das aulas remanescentes, para composição de sua jornada suplementar.</p>
<p><strong>OS PROFESSORES QUE FOREM APROVADOS NO CONCURSO PÚBLICO</strong>, anunciado pela Secretaria para março de 2010, terão que fazer um curso de formação de professores, de 360 horas distribuídas em uma jornada de 20 horas semanais durantes quatro meses. Nesse período, não entrarão em sala de aula e terão uma formação continuada intensiva em no período que escolher, recebendo como salário apenas 75% do valor da jornada de 20 horas. Esse curso será regionalizado, mas com gestão direta da Secretaria de Estado da Educação.</p>
<p>Os professores não efetivos foram divididos em categorias diferentes, considerando as leis 1010/07 e 1093/09. Todos terão que se inscrever para o processo seletivo de 2010, em apenas uma única diretoria de ensino, até 30 de outubro de 2009, nas escolas sede ( professores com aulas atribuídas e professores f em interrupção e exercício) e nas diretorias de ensino (demais professores). Terão também que fazer uma segunda inscrição, para realização de prova(s) relativas ao processo Seletivo Simplificado, via Internet, no endereço eletrônico da Fundação VUNESP – <a href="http://www.vunesp.com.br/">http://www.vunesp.com.br</a> , no período de 03 a 20/11/2009. Para essa inscrição, serão utilizados os dados constantes no Cadastro Funcional da Secretaria da Educação, cujas informações permanecerão inalteradas no Formulário de Inscrição, sendo que o docente digitará o CPF e obterá o Formulário Personalizado contendo dados pessoais, devendo preencher os dados relativos a opção pelo campo de atuação/disciplina em que deseja realizar a(s) prova(s).</p>
<p>O professor/ candidato poderá se inscrever:<br />
1) para o campo de atuação Classe e/ou,<br />
2) para o campo de atuação Aulas, em até 2 (duas) áreas , sendo 1 (uma) disciplina por área:<br />
a) Linguagens e Códigos (Língua Portuguesa, Inglês, Arte e Educação Física);<br />
b) Ciências da Natureza e Matemática (Matemática, Ciências Físicas e Biológicas, Biologia, Física e Química);<br />
c) Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia) e/ou;<br />
d) para o campo de atuação Educação Especial</p>
<p>Como Assim?</p>
<p>Por exemplo, um professor licenciado em Letras Português/Inglês fará sua inscrição para Linguagens e Códigos, mas terá que optar entre uma das duas disciplinas. No entanto, se esse professor tiver pelo menos 160 horas de Filosofia em seu Histórico, até poderia se inscrever também para Ciências Humanas, disciplina Filosofia.</p>
<p>Lembramos que “A Fundação VUNESP e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo não se responsabilizam por solicitação de inscrição não recebida por motivos de inconsistência de dados, de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a transferência de dados.” Assim, o preenchimento incorreto do cadastro pode resultar em consequências irreversíveis.</p>
<p>O docente que estiver na condição de readaptado ou afastado a qualquer título, deverá efetuar a sua inscrição, ficando obrigatoriamente classificado, na Diretoria de Ensino à qual estiver jurisdicionada a unidade sede de controle de freqüência.</p>
<p>Pra entender o que mudou&#8230;</p>
<p><strong>OS PROFESSORES OFA DA CATEGORIA “F” </strong>são aqueles admitidos pela lei 500/74 e considerados estáveis pela lei 1010/07. Esses professores mantêm os mesmo direitos que tinham em 2007, até a sua aposentadoria pela Estado e têm direito a jornada de um cargo, que o Estado mudou de 20 para 12 horas (10 aulas+2 Htpc).</p>
<p>Para isso, esses professores DEVEM OBRIGATORIAMENTE, fazer sua inscrição no processo seletivo do Estado até o dia 30 de outubro de 2009. Se não fizerem, o Estado considera que abrem mão do seu direito a essas aulas.</p>
<p>Além disso, os professores dessa categoria que se encontrarem sem aulas atribuídas no presente momento, DEVERÃO OBRIGATORIAMENTE COMPARECER À ESCOLA SEDE EM QUE ESTÃO CADASTRADOS PARA REASSUMIR AS SUAS FUNÇÕES DOCENTES, cumprindo uma jornada de 12 horas divididas em TODOS OS DIAS DA SEMANA, em atividades de substituição EVENTUAL, sob pena de serem desligados do Estado e perderem os direitos gaantidos pela lei 500 (artigo 35).</p>
<p>Os professores OFA aprovados com uma nota igual ou superior a 5,0 na prova desse processo seletivo, participarão das atribuições de aula de janeiro de 2010, concorrendo ao saldo remanescente dos efetivos, dentro da sua classificação e não precisarão mais fazer essa avaliação, a não ser que queiram melhorar a sua classificação. Se não forem aprovados, terão o direito de exercer uma jornada de 12 horas em alguma escola que o Estado determinar, em atividades de apoio pedagógico, sem poder lecionar. Nesse caso, serão obrigados a fazer novamente essa prova no ano seguinte, até conseguir a aprovação. Se não tiverem a habilitação necessária (diploma superior de licenciatura plena na disciplina), terão suas 12 horas de apoio pedagógico e terão o prazo de um ano para apresentarem seus diplomas, sob a pena de serem enquadrados na próxima categoria.</p>
<p>OBSERVAÇÃO: O professor da categoria F que pediu dispensa de sua aulas ao longo de algum ano letivo posterior a 2007 está sendo enquadrado pelo Estado na próxima categoria, pois contrariamente a nossa interpretação, o Estado considera como data o início do último período de contratação pela lei 500. (Para resolver isso, só pela via judicial)</p>
<p><strong>OS PROFESSORES OFA DA CATEGORIA “L” </strong>são aqueles admitidos pela lei 500/74 entre junho de 2007 e julho de 2009 e hoje são considerados temporários, contratados apenas pelo período do ano letivo, sem registro na carteira de trabalho e sem o recolhimento do FGTS. Serão selecionados entre os que conseguirem notas iguais ou superiores a 5,0 no processo seletivo, para lecionar as aulas que sobrarem da categoria F.</p>
<p>O professor da categoria F que pediu dispensa de sua aulas ao longo de algum ano letivo posterior a 2007 está sendo enquadrado pelo Estado nesta categoria, pois contrariamente a nossa interpretação, o Estado considera como data o início do último período de contratação pela lei 500. (Para resolver isso, só pela via judicial)</p>
<p>Quem for reprovado, está automaticamente eliminado do processo e não poderá lecionar. Até o dezembro de 2011, os professores L mantém os direitos da lei 500 e poderão renovar seus contratos na próxima atribuição, desde que não percam o vínculo e passem nas provas dos processos seletivos. A partir de 2012&#8230;. todos passam para a próxima categoria.</p>
<p><strong>OS PROFESSORES CONTRATADOS PELA LEI 1093 – categorias “O”, “V”, “S”</strong>serão os professores OFA que entraram no Estado depois de 16 de julho de 2009. Esses professores serão contratados pelo INSS, apenas para o período do ano letivo, sem registro em carteira ou FGTS e ainda tendo que cumprir um período de 200 dias letivos entre o término de um contrato e a renovação de outro.</p>
<p>Nesse sentido, osp rofessores da categoria O serão os admitidos em atribuições em contratos temporários de substituição aos professores afastados em licenças superiores a 15 dias, por prazo determinado até o fim do ano letivo</p>
<p>Os professores das categorias V e S serão contratados para substituições de caráter eventual, em uma única escola.</p>
<p><strong>OS PROFESSORE EVENTUAIS </strong>estão oficialmente extintos a partir de dezembro deste ano. Quem se inscreveu e abriu portaria até julho, ainda poderá eventuar até dezembro. Os demais, terão que passar no concurso e serem efetivados para lecionar no Estado de São Paulo.</p>
<p>E daí?</p>
<p>Os professores OFA da categoria “F” têm o direito a uma reserva de 12 aulas. Assim se não houver saldo de aulas para eles, o Estado os encaminhará para as escolas para cumprir suas jornadas de 12 horas, sem uma sala de aula definida. Na prática, serão como professores “volantes”, fixos em uma escola e fazendo a função de eventuais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Regras para a Prova dos professores OFA de São Paulo</title>
		<link>http://professortemporario.wordpress.com/2009/10/28/regras-para-a-prova-dos-professores-ofa-de-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 23:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>professortemporario</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEUS DIREITOS]]></category>

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		<description><![CDATA[DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA DOCENTES
EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÃO PARA PROVA
O Diretor do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação, nos termos do Inciso II do artigo 2º da Lei Complementar 1.093, de 16 de julho de 2009 , Resolução SE – 68, de 01 de outubro de 2009 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=professortemporario.wordpress.com&blog=2075322&post=317&subd=professortemporario&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span id="more-317"></span>DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS<br />
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA DOCENTES<br />
EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÃO PARA PROVA</p>
<p>O Diretor do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação, nos termos do Inciso II do artigo 2º da Lei Complementar 1.093, de 16 de julho de 2009 , Resolução SE – 68, de 01 de outubro de 2009 e Inciso V da Instrução Normativa – UCRH 2/2009, de 21 de setembro de 2009, torna pública a abertura de inscrições para a prova do Processo Seletivo Simplificado para Docentes admitidos nos termos da Lei Estadual nº 500/74 e Candidatos à contratação.<br />
As provas do Processo Seletivo serão realizadas pela Fundação VUNESP, localizada a Rua Dona Germaine Burchard, nº 515 – Bairro Água Branca/Perdizes, São Paulo – SP – CEP 05062-002 – telefone (0xx11) 3874-6300.</p>
<p>I – DISPOSIÇÕES GERAIS<br />
1. A participação no Processo Anual de Atribuição de Classes /Aulas 2010 compreenderá, obrigatoriamente, duas etapas :</p>
<p>1ª Etapa:- Inscrição para atribuição de classes / aulas de acordo com as disposições contidas na Portaria DRHU nº 72, de 13, publicada no DOE de 14/10/2009:<br />
.<br />
2ª Etapa:- Inscrição para realização de prova(s) relativas ao processo Seletivo Simplificado, via Internet, no endereço eletrônico da Fundação VUNESP – <a rel="nofollow" href="http://www.vunesp.com.br/">http://www.vunesp.com.br</a> , no período de 03 a 20/11/2009, iniciando se no dia 3 de novembro de 2009 às 10h00 e encerrando-se impreterivelmente no dia 20 de novembro de 2009, às 16h00.</p>
<p>2. Serão utilizados para fins de inscrição, os dados constantes no Cadastro Funcional da Secretaria da Educação, cujas informações permanecerão inalteradas no Formulário de Inscrição.</p>
<p>3. Para inscrever-se, o candidato deverá acessar o endereço eletrônico da Fundação VUNESP – <a rel="nofollow" href="http://www.vunesp.com.br/">http://www.vunesp.com.br</a> , através do “link” correlato ao Processo Seletivo Simplificado da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, preencher a Ficha de Inscrição, on-line, e transmitir os dados pela Internet, conforme os procedimentos estabelecidos abaixo:<br />
3.1 -o docente, ao realizar a sua inscrição, digitará o CPF e obterá o Formulário Personalizado contendo dados pessoais, devendo preencher os dados relativos a opção pelo campo de atuação/disciplina em que deseja realizar a(s) prova(s);<br />
3.2- o candidato que não obtiver o Formulário de Inscrição personalizado, deverá preencher os dados solicitados, sendo de sua inteira responsabilidade as informações prestadas.</p>
<p>4. O docente/ candidato poderá se inscrever:<br />
4.1 para o campo de atuação Classe e/ou,<br />
4.2 para o campo de atuação Aulas, em até 2 (duas) áreas , sendo 1 (uma) disciplina por área:<br />
4.2.1 Linguagens e Códigos (Língua Portuguesa, Inglês, Arte e Educação Física);<br />
4.2.2 Ciências da Natureza e Matemática (Matemática, Ciências Físicas e Biológicas, Biologia, Física e Química);<br />
4.2.3 Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia) e/ou;<br />
4.3 para o campo de atuação Educação Especial.</p>
<p>5. O docente/candidato licenciado em Pedagogia, increverse- á para a prova, no campo de atuação Classe.</p>
<p>6. O docente que estiver na condição de readaptado ou afastado a qualquer título, deverá efetuar a sua inscrição, ficando obrigatoriamente classificado, na Diretoria de Ensino à qual estiver jurisdicionada a unidade sede de controle de freqüência.</p>
<p>7. A Fundação VUNESP e a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo não se responsabilizam por solicitação de inscrição não recebida por motivos de inconsistência de dados, de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a transferência de dados.</p>
<p>8. O descumprimento das instruções para inscrição implicará a não efetivação da mesma.</p>
<p>9. As informações prestadas no Formulário de Inscrição serão de inteira responsabilidade do docente/candidato, reservando- se à Secretaria da Educação, sem prejuízo das penas da lei, o direito de excluir do Processo Seletivo aquele que fornecer dados comprovadamente inverídicos ou falsos.</p>
<p>10. O candidato que deixar de realizar a prova, não constará da classificação e, conseqüentemente, não poderá participar do Processo de Atribuição de Aulas/2010.</p>
<p>II – INSCRIÇÃO DO CANDIDATO COM DEFICIÊNCIA<br />
1. Ao candidato com deficiência, que pretenda fazer uso das prerrogativas facultadas no Inciso VIII do artigo 37 da Constituição Federal/88 e no disposto pela Lei Complementar nº 683/92, é assegurado o direito de inscrição no presente Processo Seletivo, desde que se observe:<br />
1.1 no ato da inscrição para atribuição de classe/aulas, na Unidade Escolar ou Diretoria de Ensino, o docente/candidato deverá declarar-se com deficiência.<br />
1.2 no Formulário de Inscrição para prova – via Internet, o candidato deverá declarar-se nesta condição, especificando o tipo e o grau da deficiência.</p>
<p>2. O candidato com deficiência deverá solicitar, na Ficha de Inscrição para a prova, se necessário, condições especiais para realizar a prova, conforme segue:<br />
2.1 o candidato portador de deficiência visual, deverá indicar no Formulário de Inscrição, o tipo de provas especial de que necessitará: Ampliada ou Ledor;<br />
2.1.1 ao candidato inscrito como Portador de Necessidade Especial “visual” (amblíope) que solicitar prova especial Ampliada será oferecida prova neste sistema, com tamanho de letra correspondente a corpo 24;<br />
2.2 o atendimento às condições solicitadas ficará sujeito à análise de viabilidade e razoabilidade do pedido;<br />
2.3 o candidato portador de deficiência ou o candidato que por motivo de saúde necessitar de atendimento especial, deverá encaminhar solicitação, via SEDEX ou AR (Aviso de Recebimento), por escrito, até o término das inscrições, com justificativa acompanhada de parecer emitido por especialista da área de sua deficiência ou problema de saúde, à Fundação VUNESP, Rua Dona Germaine Burchard, 515 – Bairro Água Branca / Perdizes – São Paulo – CEP 05002-062.</p>
<p>3. O candidato que não atender dentro do prazo previsto para a inscrição, aos dispositivos mencionados no item 1 e seus subitens não terá a condição especial atendida e não terá a prova preparada, estando impossibilitado de realizá-la em condições especiais e/ou será considerado não portador de necessidade especial, seja qual for o motivo alegado.</p>
<p>4. O candidato com deficiência que não realizar a inscrição conforme instruções contidas neste Edital, não poderá impetrar recurso em favor de sua condição.<br />
(DOE 24/10/2009 EXECUTIVO I – PÁGINA 176)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Resolução SE – 80, de 3-11-2009 (DOE 04/11/2009 – pp 30 a 39)</p>
<p>Dispõe sobre a definição de perfis de competências e habilidades requeridos para professores da rede pública estadual e bibliografia para exames e concursos, e dá providências correlatas</p>
<p>O Secretário da Educação, à vista do que lhe representou o Comitê Gestor de elaboração de provas, de que trata a Resolução SE 69/2000, e considerando a necessidade: de explicitação dos perfis de competências e habilidades desejáveis aos professores da rede pública estadual; de orientação dos processos de concursos públicos e de ações de formação continuada segundo tais perfis, resolve:</p>
<p>Artigo 1º – Aprova-se o Anexo que integra esta resolução com a indicação dos perfis de habilidades e competências requeridos de Professores PEB-I, PEB-II e de Educação Especial, bem como da bibliografia básica.</p>
<p>Artigo 2º – Os perfis de habilidades e competências, bem como a bibliografia básica indicada, serão requeridos na primeira etapa do concurso público para provimento de cargos de Professor</p>
<p>Educação Básica II, para seleção de docentes temporários e para progressão na carreira.</p>
<p>Parágrafo único – Para as ações de formação continuada desenvolvidas no âmbito da Secretaria da Educação serão observados os mesmos perfis e bibliografia constantes do Anexo que integra esta resolução.</p>
<p>Artigo 3º – Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.</p>
<p>Exames e Concursos de Professores</p>
<p>PEB I / PEB II / Educação Especial</p>
<p>- Perfis Profissionais -</p>
<p>Outubro</p>
<p>2009</p>
<p>SUMÁRIO</p>
<p>1 PERFIL DOS PROFESSORES PEB-I …………………………………………………………………..7</p>
<p>1.1 Competências Técnicas Gerais ………………………………………………………………………7</p>
<p>1.2 Fundamentação Pedagógica …………………………………………………………………………8</p>
<p>1.3 Língua Portuguesa …………………………………………………………………………………….10</p>
<p>1.4 Matemática ………………………………………………………………………………………………16</p>
<p>1.5 Conhecimentos Gerais (História, Geografia e Ciências) …………………………………..19</p>
<p>1.6 Bibliografia para PEB I ……………………………………………………………………………….21</p>
<p>1.7. Documentos para PEB I ……………………………………………………………………………..17</p>
<p>2 PERFIL DOS PROFESSORES PEB-II ………………………………………………………………..25</p>
<p>2.1 Parte Geral comum à todas as áreas ……………………………………………………………25</p>
<p>2.1.1 Cultura geral e profissional …………………………………………………………………………25</p>
<p>2.1.2 Conhecimentos sobre crianças, jovens e adultos ……………………………………………25</p>
<p>2.1.3 Conhecimentos sobre a dimensão cultural, social, política e</p>
<p>econômica da educação …………………………………………………………………………….26</p>
<p>2.1.4 Conteúdos das áreas de conhecimento que são objeto de ensino ……………………27</p>
<p>2.1.5 Conhecimento pedagógico …………………………………………………………………………29</p>
<p>2.1.6 Conhecimento advindo da experiência …………………………………………………………29</p>
<p>2.1.7 Conhecimentos para o desenvolvimento profissional ……………………………………..30</p>
<p>2.1.8 Competências do Professor – Parte Geral ……………………………………………………..30</p>
<p>2.1.9 Bibliografia para Parte Geral ………………………………………………………………………36</p>
<p>2.1.10 Documentos para Parte Geral ……………………………………………………………………..38</p>
<p>2.2 Perfil desejado para o professor de Língua Portuguesa …………………………………..39</p>
<p>2.2.1 O professor de Língua Portuguesa deve apresentar o seguinte perfil: ……………….39</p>
<p>2.2.2 Habilidades do professor de Língua Portuguesa …………………………………………….40</p>
<p>2.2.3 Bibliografia para Língua Portuguesa …………………………………………………………….42</p>
<p>2.2.4 Documentos para Língua Portuguesa …………………………………………………………..44</p>
<p>2.3 Perfil desejado para o professor de Arte ……………………………………………………….44</p>
<p>2.3.1 O professor de Arte deve apresentar o seguinte perfil: ……………………………………45</p>
<p>2.3.2 Habilidades do professor de Arte …………………………………………………………………46</p>
<p>2.3.3 Bibliografia para Arte …………………………………………………………………………………49</p>
<p>2.3.4 Documentos para Arte ……………………………………………………………………………….50</p>
<p>2.4 Perfil desejado para o professor de Educação Física ………………………………………51</p>
<p>2.4.1 O professor de Educação Física deve apresentar o seguinte perfil: …………………..51</p>
<p>2.4.2 Habilidades do professor de Educação Física ………………………………………………..52</p>
<p>2.4.3 Bibliografia para Educação Física ………………………………………………………………..54</p>
<p>2.4.4 Documentos para Educação Física ……………………………………………………………….56</p>
<p>2.5 Perfil desejado para o professor de Língua Estrangeira Moderna – Inglês ………….56</p>
<p>2.5.1 O professor de Língua Estrangeira Moderna – Inglês deve apresentar</p>
<p>o seguinte perfil: ……………………………………………………………………………………….57</p>
<p>2.5.2 Habilidades do professor de Língua Estrangeira Moderna – Inglês ……………………59</p>
<p>2.5.3 Bibliografia para Língua Estrangeira Moderna – Inglês …………………………………..61</p>
<p>2.5.4 Documentos para Língua Estrangeira Moderna – Inglês ………………………………….63</p>
<p>2.6 Perfil desejado para o professor de Matemática ……………………………………………63</p>
<p>2.6.1 O professor de Matemática deve apresentar o seguinte perfil: ………………………..63</p>
<p>2.6.2 Habilidades do professor de Matemática ……………………………………………………..65</p>
<p>2.6.3 Bibliografia para Matemática ……………………………………………………………………..69</p>
<p>2.6.4 Documentos para Matemática …………………………………………………………………….70</p>
<p>2.7 Perfil desejado para o professor de Ciências …………………………………………………70</p>
<p>2.7.1 O professor de Ciências deve apresentar o seguinte perfil: ……………………………..71</p>
<p>2.7.2 Habilidades do professor de Ciências …………………………………………………………..72</p>
<p>2.7.3 Bibliografia para Ciências …………………………………………………………………………..75</p>
<p>2.7.4 Documentos para Ciências………………………………………………………………………….77</p>
<p>2.8 Perfil desejado para o professor de Física ……………………………………………………..77</p>
<p>2.8.1 O professor de Física deve apresentar o seguinte perfil: …………………………………77</p>
<p>2.8.2 Competências específicas do professor de Física ……………………………………………79</p>
<p>2.8.3 Habilidades do professor de Física……………………………………………………………….80</p>
<p>2.8.4 Bibliografia para Física ………………………………………………………………………………84</p>
<p>2.8.5 Documentos para Física ……………………………………………………………………………..85</p>
<p>2.9 Perfil desejado para o professor de Química …………………………………………………86</p>
<p>2.9.1 O professor de Química deve apresentar o seguinte perfil: ……………………………..86</p>
<p>2.9.2 Habilidades do professor de Química …………………………………………………………..88</p>
<p>2.9.3 Bibliografia para Química …………………………………………………………………………..91</p>
<p>2.9.4 Documentos para Química ………………………………………………………………………….93</p>
<p>2.10 Perfil desejado para o professor de Biologia …………………………………………………94</p>
<p>2.10.1 O professor de Biologia deve apresentar o seguinte perfil: ……………………………..94</p>
<p>2.10.2 Habilidades do professor de Biologia …………………………………………………………..96</p>
<p>2.10.3 Bibliografia para Biologia …………………………………………………………………………..98</p>
<p>2.10.4 Documentos para Biologia ………………………………………………………………………..100</p>
<p>2.11 Perfil desejado para o professor de História ………………………………………………..100</p>
<p>2.11.1 O professor de História deve apresentar o seguinte perfil: …………………………….101</p>
<p>2.11.2 Habilidades do professor de História ………………………………………………………….103</p>
<p>2.11.3 Bibliografia para História ………………………………………………………………………….105</p>
<p>2.11.4 Documentos para História ………………………………………………………………………..106</p>
<p>2.12 Perfil desejado para o professor de Geografia ……………………………………………..107</p>
<p>2.12.1 O professor de Geografia deve apresentar o seguinte perfil: …………………………108</p>
<p>2.12.2 Habilidades do professor de Geografia ……………………………………………………….110</p>
<p>2.12.3 Bibliografia para Geografia……………………………………………………………………….112</p>
<p>2.12.4 Documentos para Geografia ……………………………………………………………………..113</p>
<p>2.13 Perfil desejado para o professor de Filosofia ……………………………………………….114</p>
<p>2.13.1 O professor de Filosofia deve apresentar o seguinte perfil: ……………………………116</p>
<p>2.13.2 Habilidades do professor de Filosofia …………………………………………………………117</p>
<p>2.13.3 Bibliografia para Filosofia …………………………………………………………………………119</p>
<p>2.13.4 Documentos ……………………………………………………………………………………………121</p>
<p>2.14 Perfil desejado para o professor de Sociologia …………………………………………….121</p>
<p>2.14.1 O professor de Sociologia deve apresentar o seguinte perfil: …………………………121</p>
<p>2.14.2 Habilidades do professor de Sociologia ………………………………………………………123</p>
<p>2.14.3 Bibliografia para Sociologia ………………………………………………………………………126</p>
<p>2.14.4 Documentos para Sociologia …………………………………………………………………….127</p>
<p>3 PERFIL DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO ESPECIAL …………………………………..128</p>
<p>3.1 O professor de Educação Especial deve apresentar o seguinte perfil: ……………..128</p>
<p>3.2 Habilidades do professor de Educação Especial …………………………………………..129</p>
<p>3.2.1 Deficiência Física……………………………………………………………………………………..129</p>
<p>3.2.2 Deficiência Auditiva …………………………………………………………………………………130</p>
<p>3.2.3 Deficiência Visual …………………………………………………………………………………….130</p>
<p>3.2.4 Deficiência Intelectual ………………………………………………………………………………130</p>
<p>3.3 Bibliografia para Educação Especial …………………………………………………………..131</p>
<p>3.3.1 Deficiências / Inclusão – Geral……………………………………………………………………131</p>
<p>3.3.2 Deficiência Auditiva …………………………………………………………………………………132</p>
<p>3.3.3 Deficiência Física……………………………………………………………………………………..132</p>
<p>3.3.4 Deficiência Mental …………………………………………………………………………………..132</p>
<p>3.3.5 Deficiência Visual …………………………………………………………………………………….133</p>
<p>3.4 Documentos para Educação Especial ………………………………………………………….133</p>
<p>3.4.1 Deficiências / Inclusão – Geral……………………………………………………………………133</p>
<p>3.4.2 Deficiência Física……………………………………………………………………………………..133</p>
<p>3.4.3 Deficiência Mental …………………………………………………………………………………..134</p>
<p>3.4.4 Deficiência Visual …………………………………………………………………………………….134</p>
<p>PERFIL DOS PROFESSORES PEB-I</p>
<p>Competências Técnicas Gerais</p>
<p>1. Compreender os processos de desenvolvimento e aprendizagem dos alunos considerando as dimensões cognitivas, afetivas e sociais.</p>
<p>2. Ser proficiente no uso da língua portuguesa em todas as situações sociais, atividades e tarefas relevantes para o exercício profissional.</p>
<p>3. Dominar os conteúdos relacionados às áreas de conhecimento (Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia e Ciências Naturais) objetos da atividade docente.</p>
<p>4. Gerenciar a classe, organizando o tempo, o espaço e o agrupamento dos estudantes, de modo a potencializar as aprendizagens.</p>
<p>5. Selecionar e utilizar diferentes recursos didáticos, ajustando- os às necessidades de aprendizagem dos estudantes.</p>
<p>6. Avaliar a eficiência de situações didáticas para a aprendizagem dos estudantes, envolvendo diferentes conhecimentos presentes no currículo escolar.</p>
<p>7. Avaliar a aprendizagem dos estudantes através de estratégias diversificadas e utilizar a análise dos resultados para reorganizar as propostas de trabalho.</p>
<p>8. Analisar e utilizar o resultado de avaliações externas e de estudos acadêmicos para reflexão sobre suas ações reconhecendo pontos que necessitam mudanças.</p>
<p>9. Dominar os conteúdos relacionados aos temas sociais urgentes (saúde, sustentabilidade ambiental etc.) objetos da atividade docente e informar-se sobre os principais acontecimentos da atualidade que provocam impactos sociais, políticos e ambientais reconhecendo a si mesmo como agente social e formador de opinião no âmbito de sua atuação profissional.</p>
<p>10. Pautar decisões e escolhas pedagógicas por princípios éticos democráticos de modo a não reproduzir discriminações e injustiças.</p>
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